carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Sócio - 2º Exemplar

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Sócio - 2º Exemplar

Livro Bom - 1 comentário

  • Leram
    1
  • Vão ler
    0
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: John Grisham

Editora: Rocco

Assunto: Romance

Traduzido por: Aulyde Soares Rodrigues

Páginas: 414

Ano de edição: 1977

Peso: 485 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Bom
Marcio Mafra
14/07/2006 às 15:23
Brasília - DF

O sócio, um novo xérox feito em 1997 pelo confeiteiro de sucesso, John Grisham. Desta feita com alguma variação básica na receita de sempre (ver comentário de Câmara de Gás, Bibliomafrateca, registro do livro nº. 712). Neste romance - ou receita - entrou o Danilo Silva, morador de Ponta Porã, uma cidade do Estado de Mato Grosso do Sul, cuja divisa com o Paraguai é apenas o canteiro central da Avenida Internacional, na cidade de Juan Cabalero. Com apenas um passo, cruza-se a fronteira. Pitada inteligente e elegante do autor, ao fazer a receita do novo bolo. Certamente os seus editores venderam mais exemplares de O Sócio, tanto para brasileiros, como para os paraguaios. Logo em seguida é descoberto que o Danilo Silva, é um norte americano cujo nome era Patrick Lanigan. Para não perder a ligação com as coisas da Justiça, este personagem era um advogado brilhante, que tinha cometido o chamado crime do colarinho branco. Este tipo de crime "moderno" é o ingrediente que Grisham utiliza neste livro.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Danilo Silva, um dos muitos codinomes de Patrick Lanigan, advogado norte americano que deu um golpe de mestre na empresa onde trabalhava, roubando 90 milhões de dólares.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sandy dormiu três horas num colchão duro, numa espécie de girau acima da sala de estar, bem longe dela, e acordou com o sol espiando entre as frestas da persiana. Eram seis e meia. Eles se recolheram às três horas da manhã depois de sete horas exaustivas examinando documentos e ouvindo uma dezena de conversas secretas gravadas por Patrick.
Sandy tomou um banho, vestiu-se e desceu para a cozinha, onde Leah estava sentada na banqueta com uma xícara de café fresco e surpreendentemente alerta. Ela preparou torrada de pão de trigo com geléia, enquanto ele folheava os jornais. Sandy estava pronto para partir, voltar ao seu escritório com os documentos sobre Aricia e catalogar tudo no seu território.
- Alguma notícia do seu pai? - ele perguntou. As vozes àquela hora eram suaves, as palavras, poucas.
- Não. Mas não posso telefonar daqui. Mais tarde vou ao supermercado e ligo de um telefone público.
- Vou rezar por ele.
- Obrigada.
Puseram todo o dossiê Aricia na mala do carro dele e se despediram. Ela prometeu telefonar dentro de vinte e quatro horas. Não pretendia viajar tão cedo. Os problemas do seu cliente tinham passado de graves para urgentes.
O ar estava frio. Afinal, era outubro e até a Costa sentia a sugestão do outono. Ela vestiu uma jaqueta com capuz e foi andar na praia, descalça, com as pernas nuas, uma das mãos no bolso, a outra segurando a xícara de café. Os óculos escuros a
aborreciam. A praia estava deserta. Por que sentia tanta necessidade de esconder o rosto?
Como todos os cariocas, Eva passou grande parte da vida na praia, o centro da cultura. Passou a infância no apartamento dos pais em Ipanema, um dos bairros mais chiques do Rio, onde todas as crianças cresciam na praia.
Não estava acostumada a longas caminhadas perto da água sem ver um milhão de pessoas tomando sol e brincando. Seu pai fora um dos primeiros a comandar o movimento contra o desenvolvimento desordenado de Ipanema. Ele desprezava o aumento da população, as construções ao acaso e trabalhava incansavelmente junto a grupos de moradores. Era algo contrário à típica atitude do carioca de viver e deixar viver, mas com o tempo veio a ser admirado e até mesmo bem recebido. Como advogada, Eva ainda dedicava tempo aos grupos de preservação de Ipanema e do Leblon.
O sol se escondeu atrás das nuvens e o vento tomou força. Ela voltou para a casa com as gaivotas crocitando acima da sua cabeça. Fechou todas as portas e janelas e foi de carro ao supermercado a 30 quilômetros de distância onde pretendia comprar xampu e frutas e procurar o telefone mais próximo.
Não viu o homem imediatamente, e quando finalmente notou, ele parecia estar de pé ao seu lado há séculos. Ela estava segurando um vidro de condicionador de cabelo e ele fungou, como se estivesse resfriado. Eva virou a cabeça e olhou para ele por trás dos óculos escuros. Ficou atônita com o olhar fixo do homem. Tinha trinta ou quarenta anos, barba por fazer, mas ela não teve tempo para notar mais nada.
O homem olhava para ela com intensos olhos verdes, que pareciam arder no rosto moreno. Ela se afastou calmamente, com o condicionador na mão. Talvez fosse apenas um tipo estranho local, um pervertido inofensivo que vagueava pelos supermercados, assustando os turistas. Talvez todos do supermercado soubessem o nome dele e não se importavam com o que ele fazia porque era incapaz de fazer mal a uma mosca.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para registrar sobre como ou porque este livro se encontra em nossa prateleira


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2020
Todos os direitos reservados.