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História de Brasília

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História de Brasília

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Ernesto Silva

Editora: Linha Grafica

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 391

Ano de edição: 1977

Peso: 555 g

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Bom
Marcio Mafra
28/07/2006 às 13:09
Brasília - DF

Como livro de história é um bom livro. Na primeira parte, narra os fatos históricos que antecederam a construção da cidade, desde as primeiras idéias mudancistas, ainda durante o império. Depois passa a história da Novacap, desde a seleção do concurso que escolheu o Plano Piloto de Lucio Costa, até a sua inauguração em 21 de abril de 1960. Na ultima parte, o autor registrou o plano educacional da cidade, de abastecimento, de saúde e tratando nas ultimas paginas de um desabafo: Para onde irá Brasília ? É um livro de bom conteúdo, embora sua de leitura seja muito cansativa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A História de Brasília contada por um de seus fundadores: Ernesto Silva, médico e diretor da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em fevereiro de 1957, as plagas abandonadas do Planalto já se transformavam num imenso canteiro de obras com homens e máquinas modificando-lhes a fisionomia. Cerca de 3.000 operários e duzentas máquinas desenvolviam, dia e noite, constante atividade e, a cada dia, novos contingentes de homens e de máquinas iam se integrando ao grandioso trabalho. Após quatro meses do início de nossa missão, já a NOVACAP prestava contas ao povo das providências tomadas:

I - OBRAS EM FASE DE CONCLUSÃO: a) grande pista do aeroporto comercial, com 3.300 metros de extensão e 45 metros de largura, em ponto de receber o último revestimento asfáltico; b) estação de passageiros desse mesmo aeroporto (provisória); c) edifícios de escritórios e depósitos de materiais da NOVACAP; d) Ermida Dom Bosco.

II - OBRAS EM ANDAMENTO: a) rede de abastecimento d'água do Acampamento Central e respectivo depósito distribuidor, com capacidade de 250 mil litros; b) casas coletivas para operários solteiros; c) casas coletivas para engenheiros e funcionários solteiros e casas independentes para casados; d) restaurante para funcionários da NOVACAP; e) restaurante do aeroporto comercial.

III - OBRAS INICIADAS: ( em caráter definitivo): a) Palácio Residencial (Alvorada); b) Hotel de Turismo (Brasília Palace-Hotel).

IV - ESTRADAS DE RODAGEM: a) ligação do aeroporto ao Cruzeiro; b) ligação do aeroporto ao sítio do Palácio e do Hotel; c) ligação do aeroporto à "capelinha"; d) concorrência administrativa para a construção da estrada Brasília-Anápolis. O Palácio Presidencial, projeto de Oscar Niemeyer, começava a ser construído e a conclusão estava prevista para março de 1958 - treze meses, portanto, para término da construção. Um setor que já estava prestando grande ajuda aos trabalhadores de Brasília e, consequentemente, representava uma viga importante na construção da cidade, era o restaurante do SAPS. A revista "Brasília", no seu número de fevereiro, assim comentava: "O restaurante do SAPS, instalado junto ao acampamento da NOVACAP, fornece cerca de 1.500 refeições aos operários. A comida é limpa e farta. Deve-se assinalar uma particularidade: não há moscas no ambiente, pois o Serviço Médico procede periodicamente à desinsetização local. Para os acampamentos das companhias construtoras que trabalham na área de Brasília, as refeições são enviadas em grandes marmitas térmicas, modernas e fechadas. O restaurante fornece ainda desjejum diário a cerca de oitenta crianças, filhos de trabalhadores". Entrementes, o interesse pelo concurso do Plano Piloto de Brasília crescia e, a 11 de março de 1957, encerravam-se as inscrições: dos 63 inscritos apenas 26 apresentaram projetos. A 12 de março, instalou-se a Comissão Julgadora do Concurso Público, presidida pelo Doutor Israel Pinheiro e composta dos seguintes membros: a) arquiteto Oscar Niemeyer, representante da NOVACAP; b) engenheiro Luiz Hildebrando Horta Barbosa, representante do Clube de Engenharia; c) arquiteto Paulo Antunes Ribeiro, representante do Instituto de Arquitetos do Brasil; d) convidados estrangeiros: William Holford, professor de urbanismo da Universidade de Londres; André Sive, professor de urbanismo em Paris; Stamo Papadaki, arquiteto americano. Os 26 concorrentes ao prêmio, cujos trabalhos foram entregues à NOVACAP, são os seguintes: 1 - Carlos Cascaldi, João Vilanova Artigas, Mário Wagner Vieira, Paulo de Camargo e Almeida (equipe); 2 - Boruch Milmann, João Henrique Rocha, Ney Fontes Gonçalves (equipe); 3 - Jorge Wilheim; 4 - REDUTO Engenharia e Construções Ltda.; 5 - Eurípedes Santos; 6 - Alfeu Martini; 7 - José Otacílio de Sabóia Ribeiro; 8 - M. M. M. Roberto; 9 - Construtora Duchen Ltda.; 10 - Rubem de Lima Dias; 11 - Oswaldo Corrêa Gonçalves; 12 - Stam Ltda.; 13 - J. B. Corrêa da Silva Gonçalves; 14 - Inácio Chaves de Moura; 15 - Flávio Amílcar Régis de Nascimento; 16 - Júlio José Franco Neves e Pedro Saraiva (equipe); 17 - Rino Levi, Roberto C. César e R. L. Carvalho Franco (equipe); 18 - João Kahir; 19 - Edgard Rocha Souza e Raul da Silva Vieitas (equipe); 20 - José Geraldo da Cunha Camargo; 21 - Pedro Paulino Guimarães; 22 - Lúcio Costa; 23 - Vítor Artese e outros (equipe); 24 - Henrique E. Mindlin e Giancarlo Palanti; 25 - José Marques Sarabanda; 26 - Construtécnica S.A. Às 16 horas desse dia 12 de março, reuniu-se a Comissão, com a presença de todos os seus membros. Propôs inicialmente o Sr. William Holford que fosse feita, a priori, uma pré-seleção, separando-se logo os trabalhos que merecessem estudo mais acurado e eliminando-se os considerados inferiores. O representante do IAB preferia um exame longo de cada trabalho. Prevaleceu a proposta de Holford e foram, então, neste primeiro dia de julgamento, selecionados, por unanimidade, 10 trabalhos e excluídos os dezesseis restantes. Nos dias 13 e 14 de março, a Comissão se deteve no exame dos projetos selecionados...."


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na metade do ano 2006, encontrei este exemplar - abandonado - numa prateleira da CDL, empresa onde trabalhei. Trouxe-o. Não está mais abandonado.


 

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