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O Dom Supremo - 2º Exemplar

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O Dom Supremo - 2º Exemplar

Livro Excelente - 1 comentário

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Autor: Henry Drumond

Editora: Rocco

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: Paulo Coelho

Páginas: 78

Ano de edição: 1997

Peso: 90 g

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Excelente
Marcio Mafra
12/10/2006 às 17:37
Brasília - DF

Em 1992, o Paulo Coelho ainda não era imortal. Nesta ocasião ele ainda fazia tradução. Parabéns pra ele. O livro do Henry Drummond, é mais um negocio de auto ajuda, que já funcionava na segunda metade dos anos 1800, com 2 milhões de exemplares vendidos no EUA. O livro traz palavras e frases "clichês" muito utilizados pelos livros e autores de auto ajuda.


Só que Henry Drumond escreveu o "O Dom Supremo" lá pelo ano 1895, portanto há mais de 2 séculos. Frases e pensamentos do livro: ...." este deve ser nosso objetivo no mundo: aprender a amar." ...." A vida não é um longo feriado, mas um constante aprendizado." ...."O que faz do homem um grande artista, um grande escritor, um grande músico ?" ...."prática". ....."O que faz do homem um grande homem? Prática" ...."O amor é uma rica, forte e generosa expressão de nossas vidas - a personalidade do homem em seu mais completo desenvolvimento." ...."E para construir isso, precisamos de prática." ....."porque é no mundo que aprendemos a amar...."


Conclusão: Pratique o amor. A grande "sacação" do Henry Drumond foi extrair "ensinamentos" simples, em frases curtas, garimpados na bíblia ou em outros textos cristãos e dar-lhes a roupagem "moderna" da época - 1895/1900. Tanto deu certo que vendeu 2 milhões de exemplares (segundo informação da capa) o que se constitui numa façanha inimaginável para aquela época. Ora, e o tradutor ?


O tradutor é o genialíssimo Paulo Coelho, autor de livros razoavelmente do mesmo estilo: tipo auto ajuda, com frases curtas e ensinamentos simples, inspirados em textos cristãos, entremeados de mágica, leveza, deus, coisas místicas, bons espíritos, boas ações, natureza, beleza. Embora a data da publicação do best-seller de Paulo Coelho, "O Alquimista" propositadamente anteceda a data da publicação do "O Dom Supremo", por ele traduzido, não há como negar a verosimilidade entre as duas obras, entre os dois autores, ou melhor, entre o estilo de ambos. Vejo isso do jeito positivo. Ambos são gênios. Henry Drummond, no contexto do século 19 e Paulo Coelho, praticamente, no contexto do século 21 - cada um deles em seu tempo - escreveu umas poucas letras, arrastaram multidões e fizeram tintilar os seus caixas.


Ademais, não tenho informação sobre o que aconteceu - literariamente - ao Henry Drumond, soube apenas que os "novos cristãos" e "pastores ou padres" da época viviam a incensar o Henry, objetivando cooptá-lo às suas messes. Não conseguiram.


O Paulo Coelho, aqui na terra de Santa Cruz, deixou os intelectuais, escritores, críticos, literatos, autores, jornalistas, imortais e outros próceres da cultura, boquiabertos e estupefatos com tanto sucesso editorial. No mundo inteiro - europeu, asiático, americano - em qualquer livrariazinha de meia pataca, em qualquer aeroporto internacional, as vitrines expõem o Paulo Coelho. Haja livro, haja dinheiro. Evidente resultado da inteligente habilidade de ambos: autor e tradutor.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Henry Drumond passou dois anos na África e ficou entusiasmado com o exemplo de pessoas que iam atrás de um ideal.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Pois bem. Eu mostrei alguns aspectos do Amor, para facilitar nossa compreensão a respeito de Deus e do próximo. Mas são apenas aspectos. O Amor jamais pode ser definido. A luz é muito mais que a soma de seus componentes - é algo que brilha, fulgurante, no espaço. E o Amor é muito mais que a soma de todos os seus ingredientes - é uma coisa viva, palpitante, divina. Se misturarmos todas as cores do Arco-íris, tudo que conseguimos criar é a cor branca - não conseguimos fazer a luz. Da mesma maneira, ao sintetizar todas as virtudes das quais falamos, podemos nos tornar virtuosos, mas não quer dizer que tenhamos aprendido a amar. Então, como vamos trazer o Amor para dentro de nossos corações? Vamos trabalhar nossa vontade, para mantê-lo sempre próximo. Vamos tentar copiar os que aprenderam a amar. Vamos esquecer todas as regras que nos ensinaram sobre o que é o Amor, inclusive estas minhas palavras. Vamos orar. Vamos vigiar. Nada disso, porém, vai nos fazer amar, porque o Amor é um efeito, E só ao conhecermos a causa, o efeito se manifesta. Devo dizer qual é esta causa? Se lermos a Versão revisada da Primeira Epístola de João, vamos encontrar as seguintes palavras: "Nós amamos porque Ele nos amou primeiro." Está escrito: "nós amamos", e não "nós O amamos", como traduziram antes, de maneira errada. "Nós amamos porque Ele nos amou primeiro." Reparem na palavra porque. Esta é a causa a que me refiro. Porque Ele primeiro nos amou, o efeito - conseqüentemente - é que nós amamos. Somos todos manifestações do Amor. Amamos a Ele, amamos a nós mesmos,amamos a todos. É assim. Nosso coração vai aos poucos se transformando. Contemplem o amor que lhes é dado, e saberão como amar. Você não pode se obrigar a amar, e tampouco pode obrigar a qualquer pessoa. Tudo que pode fazer é olhar o Amor, apaixonar-se por ele, e copiá-lo. Ame o Amor. Olhe o grande sacrifício que Ele propôs a si mesmo. Ao amá-lo, você se tornará como Ele. O Amor produz Amor. Coloque uma peça de ferro numa fonte de eletricidade, e você levará um choque. É um processo de indução.. Ou a coloque perto de um ímã, e esta peça também; se transformará em um ímã enquanto estiver ali. Permaneça perto de Quem nos amou, e você será imantado por esse Amor.. . Qualquer homem que buscar esta Causa,terá o seu Efeito. Tente livrar-se do preconceito de que a Busca Espiritual existe por acaso, ou capricho, ou por nosso gosto por mistério. Ela está aí por causa de uma lei natural - ou melhor, espiritual, porque é uma lei divina. Edward Irving visitava um menino que estava morrendo. Ao entrar no quarto, 'colocou a mão na testa do garoto e disse: "Garoto, Deus te ama." Não disse mais nada. Saiu em seguida. O garoto levantou-se, chamou todas as pessoas da, casa, e gritava: "Deus me ama! Deus me ama!" A mudança foi completa; a certeza de que Deus o amava destruiu o que havia de mal, e permitiu sua transformação. Da mesma maneira, o Amor derrete o mal que existe no coração de um homem, e o transforma em uma nova criatura - paciente, humilde, tolerante, gentil, entregue, sincera. Não existe nenhuma outra maneira de conseguir amar - e tampouco há qualquer mistério sobre isto. Nós amamos os outros, amamos a nós mesmos, amamos nossos inimigos, porque, primeiro, fomos amados por Ele.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não faço a menor idéia de como este 2º exemplar do Henry Drummond veio parar aqui na bibliomafrateca.Mas como se trata de um livro muitíssimo bom, vale a pena mantê-lo.


 

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