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O Que é Anarquismo

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O Que é Anarquismo

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Autor: Caio Túlio Costa

Editora: Brasiliense

Assunto: Filosofia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 121

Ano de edição: 1985

Peso: 100 g

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Ótimo
Marcio Mafra
12/10/2006 às 19:01
Brasília - DF

Anarquismo é um livro pequeno, mas cheio de história. O Caio Tulio, ele um mestre do jornalismo, da um show de bola, falando do anarquismo, desde os seus primórdios, com Bakunin e Richard Wagner, em Dresden, na Alemanha, nos idos de 1850, até 1920 na América do Latina. No Brasil os anarquistas mais famosos foram os libertários Edgard Leurenrith e José Oiticica. Fácil leitura e fácil compreensão.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Anarquismo é um relato simplificado sobre a convicção de que todas as formas de governo interferem indevidamente na liberdade individual. Além da introdução ao assunto, passa levemente pelo anarquismo russo, frances, italiano e espanhol.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Todos os anarquistas concordam que o homem possui, por natureza, todos os atributos necessário; para viver em liberdade e concórdia social. Não acreditam que o homem seja bom por natureza, mas estão convencidos de que o seja por natureza social. A isto Proudhon dá o nome de "imanente senso humano de justiça". Kropotkin acha que uma sociedade livre seria uma sociedade natural. Godwin raciocina no sentido de que se o homem é por natureza capaz de viver em uma sociedade livre, é evidente que aqueles que tentarem impor leis serão os verdadeiros inimigos da sociedade. Neste caso, o anarquista, ao contrário do emérito destruidor, seria o regenerador que vai restabelecer o equilíbrio necessário à sociedade. Quem fala em equilíbrio não pensa em caos. Vários anarquistas foram contra as idéias dos socialistas utópicos porque a sociedade utópica é concebida como perfeita, e tudo que é perfeito cessaria automaticamente de desenvolver-se. Kropotkin observou a impossibilidade de legislar para o futuro. Disse que a única coisa possível era precisar vagamente as tendências essenciais e desembaraçar o caminho para um melhor e mais rápido desenvolvimento. O ódio visceral de todos os anarquistas é contra este leviatã da sociedade moderna, este organismo imenso e todo-poderoso, a síntese da autoridade e da centralização, a espada de Dâmocles que, pendida sobre a cabeça de cada cidadão, foi paulatinamente conquistando o poder político, econômico e social: o Estado. Todos o fulminam com invectivas e adjetivos. Consideram-no seu inimigo. Bakunin enlaça o conceito de Estado com o de Deus e os proclama principais adversários da liberdade humana. Proudhon não cansa de repetir que o governo do homem pelo homem é a servidão e define dramaticamente o que é ser governado: "é ser guardado à vista, inspecionado, espionado, dirigido, legislado, regulamentado, parqueado, endoutrinado, predicado, controlado, calculado, apreciado, censurado, comandado, por seres que não têm nem o título, nem a ciência, nem a virtude (..,). Ser governado é ser, a cada operação, a cada transação, a cada movimento, notado, registrado, recenseado, tarifado, selado, medido, cotado, avaliado, patenteado, licenciado, autorizado, rotulado, admoestado, impedido, reformado, reenviado, corrigido. E, sob o pretexto da utilidade pública e em nome do interesse geral, ser submetido à contribuição, utilizado, resgatado, explorado, monopolizado, extorquido, pressionado, mistificado, roubado; e depois, à menor resistência, à primeira palavra de queixa, reprimido, multado, vilipendiado, vexado, acossado, maltratado, espancado, desarmado, garroteado, aprisionado, fuzilado, metralhado, julgado, condenado, deportado, sacrificado, vendido, traído e, no máximo grau, jogado, ridicularizado, ultrajado, desonrado. Eis o governo, eis a sua justiça, eis a sua moral!


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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