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Eu Escapei do Triângulo das Bermudas

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Eu Escapei do Triângulo das Bermudas

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Michel Henry Dupont

Editora: Ler e Saber

Assunto: Jornalismo

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 80

Ano de edição:

Peso: 120 g

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Ruim
Marcio Mafra
10/02/2008 às 13:08
Brasília - DF

Comentar este livro é pior que lê-lo. Este comentário consta da contra-capa: "Verídica e fantástica ao mesmo tempo. A surpreendente revelação sobre a civilização de seres extra-terrenos que estão seqüestrando os humanos para dominar a Terra! Uma experiência real, vivida pelo próprio autor, que foi levado e conseguiu escapar da nação submersa na região do Triângulo das Bermudas! Dupont revela o segredo do Povo Almaran, entes de inteligência superior, de como se expressam sua vida sexual e de que forma eliminam as doenças para viver mais de 1.000 anos!..." Todo livro muito dogmático é assim. Começa com declarações bombásticas. Quando se pesquisa o autor, o prefaciador, a editora, o tradutor e etc., nada se encontra. Então se começa a leitura e se depara com um monte de bobagem. São bobagens malucas, lunáticas, ufológicas que não levam à nada, como exemplo a transcrição em seguida do prefácio. O prefacista se coloca como um Deus. Deus de bobagem, pois o que segue não passa disso. Depois o autor inicia o seu conto da carochinha.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de pessoas que foram abduzidas no triângulo das bermudas, durante um vôo comercial, que partiu de Miami, com destino às Ilhas Bermudas. Os personagens não têm nomes, porque não são personagens, mas suas histórias, por questão de não sei o que, devem ficar no anonimato.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Prefácio. Vivemos atualmente uma época muito especial: uma época de incertezas em quase todos os níveis de nossa civilização. O nosso conhecimento outrora tão sólido, mostra-se cada vez mais frágil. Realmente atravessamos uma era de grandes transformações, todos os dias surgem novos conhecimentos e alcançamos novas conquistas. O ser humano caminha em direção ao espaço, não distante muito tempo reconheceremos, finalmente, que não estamos sós no universo e que outras grandes civilizações, muito mais preparadas que a nossa estão prontas para compartilhar os seus conhecimentos conosco. Antes porém, terá que ser separado, "o trigo do joio", joio este, que levou o nosso planeta ao lamentável estado em que agora se encontra. A mudança terá que ocorrer, e que ninguém tenha dúvidas, a mudança já. está ocorrendo, seres intergalácticos já estão atuando em nosso meio, muitos humanos já foram contactados e informados sobre os planos de nossos "Irmãos" do espaço para o nosso futuro imediato. Não importa o que cremos ser verdadeiro ou não, isto não mudará de forma alguma os acontecimentos programados. O presente livro do professor Michel Henry Dupont abrange em sua narrativa alguns aspectos que afirmo serem verdadeiros. Tive a oportunidade de aplicar, com absoluto sucesso, a cromoterapia, neste livro descrito, endossando-a inteiramente. Alguns de meus familiares, e eu, fomos brindados com contatos extraterrestres que nos confirmaram, entre outras coisas, também a existência dos "Almarans" como descrito nesta obra. Quem tiver olhos que veja e quem tiver ouvidos que ouça, pois entre o céu e a terra existem muito mais que o nosso modesto atual conhecimento. "Batei e abrir-se nos-a" quem sabe você seja o próximo a viver e testemunhar fatos inéditos que seus semelhantes porão em dúvida... Nesta sua segunda edição, felicito ao amigo Michel H. Dupont por sua coragem e humildade em novamente divulgar os fatos por ele testemunhados. Cordialmente Gustav Salik..." Trecho...." Não tinha mais remédio que pensar no sobrenatural, mas, o sobrenatural de que? Já que dos fatos que ocorreram sobre a terra pode-se argumentar, embora que sejam hipóteses do ocorrido, porém não é o mesmo que estar sobre o mar ou as águas do misterioso oceano com suas insondáveis profundidades para onde nos precipitávamos vertiginosamente e, o fato só poderia aplicar-se à um fenômeno ignorado da natureza porque dele não se tinha o mínimo conhecimento, já que talvez todos os que nos antecederam nesta experiência tinham desaparecido por morte, ou talvez, passado à outra dimensão, ou à antimatéria, ou por outras circunstâncias das que não poderíamos ter, nem sequer, uma idéia aproximada. De todas as formas, o tempo que tínhamos para pensar era bem pouco ou quase nada; só a nossa maravilhosa mente em tão breves instantes, pôde dedicar-se a discernir; talvez no nosso espírito esteja realmente enraizado conhecimento de nossa imortalidade, pelo que a despeito dos momentos que estávamos vivendo, não deixava de atuar, como se tivesse todo o tempo do mundo. Alguns já não gritavam mais pois tinham desmaiado, alguém vomitava e aí, então, deixei de me preocupar por tudo aquilo que me rodeava e comecei a recitar em sânscrito uma oração que me ensinara o meu mestre hindu para que o meu espírito, ao deixar esta matéria, não tivesse turbações, nem perdesse tempo nas salas de climatização do novo estado que advém após a morte física, porque aquele que já tem conhecimento sobre a mesma, sabe que não se deve perder tempo, senão que se deve seguir agindo e aprendendo, encontrando-se no nível ou plano em que se achar e assim entrar em contacto imediato com os seres que seriam nossos guias no novo plano de existência. O choque com a ilha já não poderia demorar, era iminente; então o aparelho, como se tivesse sido detido no ar por uma gigantesca mão, deteve-se, sim, deteve-se e começou a girar suavemente, como se entrasse em espiral; novamente começou a cair mais suave, muito suavemente e sempre girando; comecei a sentir que a minha cabeça também girava com o aparelho, invadiu-me uma sonolência tremenda, quis erguer-me no assento mas somente senti que eu me afundava para a frente, sustentado pelo cinto de segurança, já não pude erguer-me mais, sentindo uma espécie de tontura suave e tranqüila. Não sentia nem ruídos nem o meu corpo, nada de nada, como se entrasse num relaxamento profundo, e nessa espécie de sonolência perdi a noção de tudo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não há. Foi abduzida de minha memória a historia deste livro.


 

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