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Lucíola

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Lucíola

Livro Ótimo - 3 comentários

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Autor: José de Alencar

Editora: Ática

Assunto: Erotismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 149

Ano de edição: 1995

Peso: 180 g

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Excelente
Jeissiane Cristina Correa Nunes
16/10/2019 às 13:45
Itapecuru Mirim - MA
Lucíola, do autor José de Alencar é um livro muito bom, que prende o leitor do começo ao final. Excelente.


Ótimo
CARLA FABIANA ALVES COSTA
21/07/2017 às 11:48
Rio de Janeiro - RJ
Li aos 19 anos.
Devorei-o em 2 dias.

Bom
Marcio Mafra
31/12/2007 às 17:47
Brasília - DF

José de Alencar construiu uma longa história de paixão, amor e loucura de Lucíola e Paulo. Lucíola é uma prostituta de luxo e Paulo um ingênuo rapaz do interior que veio morar no capital, junto da Corte. Quando Paulo bateu os olhos sobre Lúciola, a viu como uma moça meiga e Angélica, mesmo que o amigo Couto lhe tenha contado barbaridades sobre ela. Apaixonado, Paulo descobre o endereço de Fabiola e vai visitá-la. Ela, profissional do sexo experiente, fê-lo achar que se entregara a ele, como num bonito ato de amor e paixão. Mais tarde, quando já o havia dominado, Luciola volta a ser vulgar e mesquinha, desprezando o amor de Paulo e voltando à pratica da prostituição, recebendo outros homens, como Jacinto, um comerciante rico. A história segue com os dramas da praxe a o autor consegue transformar a prostituta em heroína. É um livro bom, ainda que excessivamente açucarado, bem ao estilo de Alencar.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Paulo Silva, jovem pernambucano, que foi pro Rio morar, em 1855, com a intenção de conhecer a corte e estabelecer um negócio. No dia da chegada vai conhecer a cidade, quando vê passar um carro com uma linda jovem, de nome Lucíola, a prostituta mais disputada da cidade....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Foi uma noite horrível. O baile terminara às duas horas. Lúcia assistira até o fim, o que ainda mais me irritou, porque eu desejava triunfar com a sua saída precipitada, depois do desprezo que lhe mostrara. "Se ela se retirasse, pensava eu, correria à sua casa para pedir-lhe perdão." Mas não acredite que o fizesse: procederia com o mesmo orgulho estúpido que me dominou no momento em que ela despediu o Couto e renunciou ao baile para ficar comigo. Na retirada o velho esperava-a na porta, e partiram ambos de carro. - Está acabado! disse comigo. Não pensemos mais nisto. Porém não era coisa fácil apagar no meu espírito a profunda impres são que aí deixara gravada a imagem de Lúcia. Tomei o braço do Rochinha, que encontrei ao sair, e fomos cear no primeiro hotel que encontramos aberto. Em qualquer outra ocasião esse moço me enjoaria com a sua afetada decrepitude moral; nesse momento era um homem que podia falar me de Lúcia e dizer mal dela. Com efeito o Rochinha contou-me diversas anedotas escandalosas da vida de Lúcia; e concluiu dizendo: - Não acredito ainda que esse Diógenes do Couto seja seu amante. - Ouvi-a confessar esta noite mesmo. Saíram juntos do baile. - Pois admira-me; porque há muito tempo que ele a persegue debalde. Lúcia tinha-lhe tal birra, que no dia em que o via, ficava de um humor insuportável. - São coisas que passam. O velho abriu os cordões da bolsa; e o motivo da antipatia desapareceu. - Pode ser que ela esteja agora em crise financeira; mas asseguro lhe que a questão não era de dinheiro, não. O Couto, como todos os velhos gamenhos que compram o amor, à hora certa, é mais que generoso, é pródigo; vi-o oferecer a Lúcia somas fabulosas que ela rejeitava sempre e com desprezo. Essas palavras me consolaram. Uma débil esperança espontou-me no coração; corri à casa de Lúcia. A porta ainda estava aberta; Lúcia não tinha voltado! eram perto de três horas e meia, naturalmente estava em casa do Couto. Pus-me a passear na calçada; ao surdo rodar de um carro que passava longe, aplicava o ouvido para conhecer se ele se aproximava; o rumor se desvanecia e com ele minha esperança, para ressurgir de novo, e de novo extinguir-se. Nestas alternativas sem repouso vi os primeiros clarões do dia. Dirigi-me tristemente para o hotel e dormi, porque a fadiga me vencia. Eis qual tinha sido a minha noite; o acordar não foi menos cruel. Sucede com as feridas d'alma o mesmo que às feridas do corpo; é quando elas esfriam, que a dor se torna aguda e lancinante. Lembrei-me do que sucedera; repassei uma a uma as circunstâncias do dia anterior; reconheci a minha grosseira imbecilidade; e a consciência de que eu tinha sido o mais culpado, devia dizer o único, exacerbava o meu sofrimento. E essa pobre moça, a Nina, inocente da minha loucura, que talvez por meu respeito perdera o seu amante? Era a primeira vez, desde que a deixara, que me recordava dela. Devia-lhe uma desculpa; e como não tinha outra coisa que fazer, aproveitei esse pretexto para sair. Pensava, chegando à casa de Nina, encontrar um rosto fechado, um momo despeitado, e um bom-dia atirado da ponta de um beiço desdenhoso. Qual não foi portanto a minha surpresa vendo-a precipitar-separa mim, abraçar-me com ímpeto, e atirar-me de repente pela testa e pelo rosto uma chuva de carícias que me azoou.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Fred Monteiro Filho, numa de suas intermitentes mudanças de residencia, trouxe-me alguns livros - inclusive para desocupar lugar - sendo este um deles.


 

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