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Rio Turbulento

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Rio Turbulento

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Balthazar de Godoy Moreira

Editora: Brasil

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 93

Ano de edição: 1990

Peso: 310 g

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Bom
Marcio Mafra
30/12/2007 às 18:18
Brasília - DF

A história contada pelo Balthazar Moreira é uma narrativa romanceada de fatos históricos, muito bom para se ter noções da história do Brasil. Neste Rio Turbulento, paulistas fazem incursões até o rio Cuiabá, na caça de ouro. Com a chegada da corte imperial no Brasil, a vila de Piratininga vai se transformando até virar S.Paulo. O rio turbulento vai seguindo o seu leito, passando inclusive pelo grito de Dom Pedro, ao proclamar a independência, junto ao riachinho do Ipiranga. Livro para iniciar jovens, adolescentes e pré adolescentes. Mediano.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia de Bentoca, que ficou cuidando da venda e dos negócios do seu Mané Bicudo, seu pai, na vila de São Paulo, enquanto ele acompanhou todos os aventureiros que foram garimpar ouro em Mato Grosso.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um dia, voltando de Santos a tocar a tropa, cansado e poeirento, ao chegar no Ipiranga, no lugar onde se avistava São Paulo, encontrou seu amigo, Janjão. O homem estava espantado como se tivesse visto um fantasma. Conversava com outras pessoas, gesticulando muito, o carro parado, os bois pastando o capim da beira da estrada. - Que foi? - perguntou Dedéu - Alguma cobra? - Cobra nada, - disse o carreira. - Foi uma coisa como nunca se viu. O Príncipe parou aí onde você está, no meio de uma porção de soldados. Ele aí e os outros à roda, por aqui, tudo. Então ele disse uma porção de coisas que não entendi, tirou a espada e gritou: "Independência ou Morte!" Mas, alto, com força de peito. Depois foram vivas e mais vivas, todo mundo contente, até que dispararam para São Paulo. Depois, mostrou um pequeno laço de fita azul e branco e terminou: - Arrancaram isto do braço. Todos eles arrancaram. Dedéu- compreendeu que qualquer coisa de importante , havia acontecido. Tocou a tropa depressa e, ao entrar na cidade, no Lavapés, soube da notícia: o Príncipe tinha proclamado a Independência do Brasil. Toda gente estava radiante; todos os sinos estavam repicando festivamente. Não se falava noutra coisa e todos contavam, cada qual a seu modo, como o fato tinha acontecido. Ao anoitecer, correu a notícia de que ia haver espetáculo de gala no teatro, em honra ao Príncipe. Alguém falou em por luminárias. Como não! O acontecimento precisava ser festejado. E começaram, então, a aparecer, aqui, ali, acolá, as luzinhas, em todas as fachadas. São Paulo queria estar bem iluminado, na primeira noite em que o Brasil era uma nação livre. - Vamos nós também iluminar a frente de nossa casa - propôs Maria Alice, entusiasmada. - Pois vamos, - disse Dedéu. - Este é um dia de glória. Sete de Setembro! O Brasil sempre há de festejar esta data. Arranje aí, para nós, umas lamparinas de azeite. Tia Markota. - Não tem mais, - disse a tia. - O único azeite que tem é aquele do lampião da sala. - E um pedaço de vela? - perguntou Dedéu. - Não tem, por acaso, algum, nos seus guardados? Tia Maricota pensou um bocado e de repente se lembrou: - Espera. Por um acaso, tem, sim. Está no meu baú. É uma vela que um Padre mandou para você, vai fazer um ano. Dedéu deu um salto. - Como é, titia? Uma vela que um Padre me mandou? - É isso mesmo, Dedéu. Eu até que estranhei. Pra que é que você havia de querer uma vela? - Vá buscar, tia, - disse o rapaz, impaciente. - Tem certeza .de que está guardada? - Ora Dedéu! Você bem sabe que eu não perco as coisas. Assim como a recebi, lá está. Num instante, apareceu com a desejada vela. Era de sebo, feia, escura. - Esplêndida para a luminária, - disse Maria Alice. - Ótima, - disse Dedéu. - Vou cortá-la em quatro pedaços e acender cada um numa tigelinha. Vão ver que rica luminária! Assim fez e ficou esperando. À medida que os pedaços de vela se gastaram, os diamantes do velho garimpeiro iam pingando nas tigelinhas. Quando viu aquilo, Tia Maricota estrilou. - Ladroeira! Puseram estas pedrinhas para o sebo pesar mais. Até nisso roubam! Quando soube, porém, que eram diamantes, presentes do velho Porfírio, Tia Maricota e Maria Alice ficaram entusiasmadas. - Você sabia que as pedras estavam na vela? - perguntou Tia Maricota. - Sabia, - disse Dedéu. - Esta é a fortuna que, aquela vez, disse que tinha perdido. O tempo correu e ela veio às minhas mãos exatamente hoje, num dia tão grande! Tia Maricota pensou um pouco e disse: - Quando uma pessoa faz uma boa ação, sempre é recompensada, meu filho. Deus tarda, mas não falta!


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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