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O 18 Brumário de Luis Bonaparte

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O 18 Brumário de Luis Bonaparte

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Karl Marx

Editora: Martin Claret

Assunto: História

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 133

Ano de edição: 2008

Peso: 125 g

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Ruim
Marcio Mafra
05/12/2011 às 23:58
Brasília - DF

Para a leitura deste livro o leitor precisa se reportar a política, aos costumes e ao povo da França dos anos 1800-1850. Isto é um exercício simples quando se trata de um livro de ficção, de romance. Na categoria de não ficção é coisa para profissional. Fica pior ainda transportar-se àquele tempo, quando o autor é Karl Marx ou seu inseparável amigo e protetor Friedrich Engels, porque tanto Marx como Engels eram filósofos, e daqueles que abusavam do direito de serem prolixos. Assim é no 18 Brumário de Luis Bonaparte onde o filosofo Karl Marx, analisa as lutas de classes, que eram sempre oprimidas pelo Estado, com apoio da burguesia. O poder da burguesia foi consolidado por Luiz Bonaparte, que conteve o radicalismo popular e as tentativas dos monarquistas de voltar ao domínio do Estado. Numa palavra, após a leitura pode-se dizer que o 18 Brumário significa a consolidação da Revolução Francesa. Mas a leitura é monótona, difícil e prolixa de fazer inveja a Gil e Caetano.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma análise de Karl Marx, escrita no inicio de 1852, sobre a Revolução de 1848, na França, que terminou com um golpe de Estado em 1851 perpetrado por Luis Bonaparte, sobrinho do grande Napoleão Bonaparte.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A derrota dos insurretos de junho preparara e aplainara, indubitavelmente, o terreno sobre a qual a república burguesa podia ser fundada e edificada, mas demonstrara ao mesmo tempo que na Europa as questões em foco não eram apenas de "república ou monarquia". Revelara que aqui república burguesa significava o despotismo ilimitado de uma classe sobre as outras. Provara que em países de velha civilização, com uma estrutura de classes desenvolvida, com condições modernas de produção, e com uma consciência intelectual na qual todas as idéias tradicionais se dissolveram pelo trabalho de séculos - a república significava geralmente apenas a forma política da revolução da sociedade burguesa e não sua forma conservadora de vida, como, por exemplo, nos Estados Unidos da América, onde, embora já existam classes, estas ainda não se fixaram, trocando ou permutando continuamente os elementos que as constituem em um fluxo contínuo, onde os modernos meios de produção, em vez de coincidir com uma superpopulação crônica, compensam, pelo contrário, a relativa escassez de cabeças e de braços, e onde, finalmente, o febril movimento juvenil da produção material, que tem um novo mundo para conquistar, não deixou nem tempo nem oportunidade de abolir a velha ordem de coisas.
Durante as jornadas de junho todas as classes e partidos se haviam congregado no partido da ordem, contra a classe proletária, considerada como o partido da anarquia, do socialismo, do comunismo. Tinham "salvado" a sociedade dos "inimigos da sociedade". Tinham dado como senhas a seu exército as palavras de ordem da velha sociedade - "propriedade, família, religião, ordem" - e proclamado aos cruzados da contra-revolução: "Sob este signo vencerás!" A partir desse instante, tão logo um dos numerosos partidos que se haviam congregado sob esse signo contra os insurretos de junho tenta assenhorear-se do campo de batalha revolucionário em seu próprio interesse de classe, sucumbe ante o grito: "Propriedade, família, religião, ordem". A sociedade é salva tantas vezes quantas se contrai o círculo de seus dominadores e um interesse mais exclusivo se impõe ao mais amplo. Toda reivindicação, ainda que da mais elementar reforma financeira burguesa, do liberalismo mais corriqueiro, do republicanismo mais formal, da democracia mais superficial, é simultaneamente castigada como um "atentado à sociedade" e estigmatizada como "socialismo". E, finalmente, os próprios pontífices da "religião e da ordem" são derrubados a pontapés de seus trípodes píticos, arrancados de seu leito na calada da noite, atirados em carros celulares, lançados em masmorras ou mandados para o exílio; seu templo é totalmente arrasado, sua boca trancada, suas penas quebradas, sua lei reduzida a frangalhos em nome da religião, da propriedade, da família e da ordem. Os burgueses fanáticos pela ordem são mortos a tiros nas sacadas de sua janela por bandos de soldados embriagados, a santidade do seu lar é profanada, e sua casa é bombardeada como diversão em nome da propriedade, da família, da religião e da ordem. Finalmente, a ralé da sociedade burguesa constitui a sagrada falange da ordem e o herói Crapulinski se instala nas Tulherias como o "salvador da sociedade".


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O 18 Brumário de Luis Bonaparte é daqueles livros que sempre estão em nossas prateleiras desde há muito, sem que se saiba o quando, nem porque.


 

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