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Uma Introdução à Economia Política

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Uma Introdução à Economia Política

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Autor: Pierre Salama

Editora: Civilização Brasileira

Assunto: Economia

Traduzido por: Carlos Nelson Coutinho

Páginas: 203

Ano de edição: 1975

Peso: 295 g

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Marcio Mafra
10/11/2002 às 11:48
Brasília - DF

Introdução à Economia Política é um grande achado, traduzido e editado no Brasil em 1975, porém com uma atualidade macro-política-econômica extraordinária. A estrutura do livro foi disposta didaticamente e não esconde a doutrina marxista na análise vermelha e marxista da economia e do capitalismo. O autor, um velho socialista francês, proporciona uma visão geral da economia mundial, na visão dos comunistas de então, que militavam entre os anos 1961 e 1989, quando foi derrubado o Muro de Berlim. O autor o escreveu o livro na primeira metade dos anos 70. Surpreendentemente a visão socialista do mercado é muito utilizada neste final do ano de 2002, quando Lula já eleito, encontra-se a poucos meses do inicio de seu mandato, diz que governará o país com uma visão socialista e suas diretrizes político-econômicas têm muito do livro de Pierre Salama.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Análise do sistema capitalista, como funciona e quais as suas contradições na visão "marxista" da economia, em capitulos: O valor das mercadorias, A extorsão da mais-valia: a exploração dos trabalhadores, O Valor de troca da força de trabalho, A tendencia a acumulação, O desemprego, A queda tendencial da margem de lucro, O trabalho improdutivo, O imperialismo, As intervenções do Estado.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Vejamos agora, - de modo- mais preciso, quem é particularmente atingido, no sistema capitalista, tanto pelo desemprego propriamente dito quanto pelos deslocamentos dos trabalhadores. Entre as categorias mais vulneráveis e que são atingidas em primeiro lugar, estão os jovens. Se tomarmos, por exemplo, o caso da França contemporânea, constata-se que há mais de 600.000 jovens que, a cada ano, chegam ao "mercado de trabalho". Ora, entre essa massa de jovens que buscam emprego ao saírem da escola, boa parte se choca com um verdadeiro muro: muitos se tornam desempregados antes mesmo de terem trabalhado. Um grande número nem sequer pode chegar a conhecer uma profissão: de acordo com três pesquisas estatísticas concordantes, metade dos jovens ativos não possui formação profissional completa. Mas, mesmo para aquele que tem no bolso um certificado de conclusão de escola técnica, a partida está ainda longe de ter sido ganha: a precária formação que ele recebeu é insuficiente. Os escoadouros profissionais são particularmente limitados. E, sobretudo, os patrões praticam diante dos jovens uma verdadeira política de discriminação em matéria de emprego: "Você já trabalhou? Já fez serviço militar? Não? Bem, então deixe seu nome; qualquer coisa, escreveremos para você...". É freqüente que a carta não chegue nunca. Essa situação tem piorado e se agravou nitidamente a partir dos anos 1969-1970. Assim, depois de terem estudado uma profissão durante vários anos, numerosos jovens vêem recusados os meios de exercê-la. Após meses de buscas infrutíferas, são obrigados a aceitarem qualquer coisa. É por isso que se pode ver tantos jovens munidos de diplomas técnicos exercerem uma profissão que não é aquela para a qual foram preparados. Isso explica também a razão pela qual uma tão grande proporção de jovens exerce trabalhos não qualificados, penosos e mal pagos (com um salário ainda mais reduzido por causa dos descontos da idade). Mas os que encontram trabalho, por mais penoso que seja, ainda podem se considerar privilegiados. Existem outros: aqueles que encontram todas as portas fechadas, aqueles que os burgueses chamam de "vagabundos" e que as estatísticas designam como "inativos" para não terem de incluí-los na rubrica dos "desempregados". Para se inscrever nos registros de desempregados, é preciso já ter trabalhado! É desse modo que a burguesia economiza o seguro contra o desemprego, recusando-o à grande massa dos verdadeiros desempregados! É assim que os estatísticos burgueses tentam salvar as aparências e fazer economias. Mas eles não enganam muita gente. Os fatos estão aí, esmagadores: - cerca de um desempregado em dois é jovem; - há, na França de hoje, cerca de 300.000 jovens sem trabalho.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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