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Laços Eternos

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Laços Eternos

Livro Ótimo - 5 comentários

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Autor: Zibia M Gasparetto

Editora: Vida & Consciencia

Assunto: Espiritismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 262

Ano de edição: 1988

Peso: 320 g

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Excelente
Michely Santos
22/03/2019 às 12:40
São Paulo - SP
Todos os livros de autoria de Zibia M. Gasparetto são ótimos



Excelente
Janaina
27/01/2016 às 14:16
Diadema - SP
Muito bom


Ótimo
andressa bagnolin dos santos
19/03/2014 às 02:03
Lages - SC
É um livro ótimo mesmo.


Excelente
Regina Rico
20/11/2012 às 12:42
Agudos - SP


Um dos melhores livros da Zibia Gaspareto.



Ruim
Marcio Mafra
17/11/2002 às 13:07
Brasília - DF

Mais um livro chato. Pretensiosamente educativo, como aliás, são todos os livros tidos como psicografados.Bestagem pura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Observações comportamentais e dogmáticas da vida da autora. Livro psicografado.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Os presos atiravam para a Praça Vermelha tudo o que havia dentro das celas, arrancavam as portas de ferro das dobradiças enferrujadas e jogavam-nas do primeiro andar ao chão, num ruído ensurdecedor, enquanto os outros batiam as canecas no chão, nas paredes, nas grades, gritando como malucos: - Não levam! Não levam! Não levam! Um único preso não participava daquilo. Encolhido sobre a carna, acendendo um cigarro no resto do anterior, Graciliano Ramos parecia que iria mesmo enlouquecer. Olhando fixo para o chão, com a cabeça presa entre as mãos, de repetia, paralisado, com a voz quase inaudível no meio daquele inferno: - Não é verdade que queiram fazer isto ... Para a Alemanha de Hitler? Ela é judia ... Ela está grávida ... 0 Brasil não pode fazer isto com ela ... No meio da noite a polícia deu mostras de que não estava disposta a nenhuma forma de negociação. Chefiadas por Filinto Muller, tropas da Polícia Especial armadas de metralhadoras, lança-granadas de gás e até lança-chamas cercaram o conjunto carcerário da rua Frei Caneca. Um grupo de atiradores de elite isolou o pavilhão conflagrado, todos aguardando ordens para entrar. A tensão durou a noite inteira. Embora armados de tamancos, garrafas vazias e estiletes inofensivos, comparados com o arsenal que os cercava, os presos continuavam falando grosso: - Para levar Maria Prestes daqui vocês terão que matar trezentos brasileiros, cachorros fascistas! O nervosismo tomou conta dos dois lados, e ninguém se arriscava a tomar qualquer iniciativa. Passava do meio-dia quando veio o primeiro comunicado de fora. Autorizado pelo capitão Filinto Muller, o diretor do presídio, Aloysio Neiva, mandava fazer uma proposta concreta: Olga Benário sairia dali diretamente para um hospital, acompanhada de uma comissão de presos eleita pelo Coletivo. A primeira a ser consultada foi a própria Olga, que concordou de imediato. Ela dizia que a resistência era uma manifestação heróica dos brasileiros, mas não levaria a nada. Seriam todos massacrados pelas tropas que cercavam o prédio. Alem disso, Olga temia que Filinto Muller invertesse a situação, fazendo de Prestes o seu refém. Seu pavor era que, continuando a resistência, eles acabassem por mata-lo. Para convencer os mais renitentes, que pretendiam manter a rebelião ate o fim, ela fez um apelo: - Deixem-me ir para o hospital, quero ter meu filho aqui no Brasil... Quando finalmente o Coletivo - por ingenuidade ou por reconhecer que aquela era uma batalha perdida - aceitou a proposta da polícia, a noite caíra de novo


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Yara Monteiro, nossa querida amiga, presenteou Edite em seu aniversário, com este livro assim dedicado: "Para minha querida irmã Edite, com muito carinho. Brasilia, 20 de março de 1999. Yara.


 

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