carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

Procurando algum livro ou autor?

 

Você está aqui Principal / Livros / Psicologia Educacional

Psicologia Educacional

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
Psicologia Educacional

Livro Muito Bom - 1 opinião

  • Leram
    4
  • Lendo
    0
  • Vão ler
    8
  • Relendo
    0
  • Recomendam
    4

Autor: Nelson Piletti

Editora: Ática

Assunto: Educação

Traduzido por: Amantino Adorno Thom

Páginas: 336

Ano de edição: 1991

Peso: 420 g

comentar
  • lido
  • lendo
  • vou-ler
  • re-lendo
  • recomendar
tenho
trocar
empresto
doar
aceito-doação
favorido
comprar
quero-ganhar

 

Muito bom
Marcio Mafra
26/09/2004 às 21:21
Brasília - DF

Psicologia Educacional é livro para auxiliar atividades de professor do ensino de 1º e 2º grau. Enfatiza a motivação da aprendizagem e analisa as influências psicológicas no desenvolvimento dos alunos. É livro absolutamente didático e bom, embora recomendada a leitura restritamente aos professores, tanto pela qualidade do conteúdo, como pela reconhecida competência do autor.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Estudo da Psicologia Educacional, aliado à discussão dos problemas do ensino e da escola.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A memória é dinâmica. As memórias do homem a seu próprio respeito não são exatas. Um mês depois do naufrágio do Litch I, interroguei os sobreviventes uma segunda vez. As histórias tinham-se alterado - em certos casos, radicalmente. Quando o barco explodiu, era honroso e aceitável que cada um salvasse a própria pele. Mais tarde, quando chegamos mais perto da civilização e da sociedade normal, muitos homens se lembraram de alguma coisa nova, de como tinham lutado para salvar os outros, com risco da própria vida. As notas que tomei de um sinaleiro, dez minutos depois que foi salvo, dizem: 'Depois que saltei de bordo, nadei o mais rapidamente que pude, contra o vento. Eu estava sem colete salva-vidas e fiquei assustado. Vi alguém flutuando com a cabeça dentro da água. Era o sr. X. Sua espinha estava quebrada; eu sabia disso pelo ângulo esquisito que ela formava logo abaixo do pescoço. Disse a mim mesmo que, se estava morto, de nada valia ele estar desperdiçando seu salva-vidas. Tirei-lhe o salva-vidas, ao qual me agarrei. Não sei o que aconteceu ao corpo do sr. X'. Quando entrevistei o mesmo homem um mês mais tarde, ele me disse isto: 'Nadei afastando-me do barco tão rapidamente quanto pude. Nadei contra o vento. Vi alguém flutuando com a cabeça dentro da água. Era o sr. X. Embora sua espinha estivesse quebrada e sua cabeça submersa, calculei que um médico talvez pudesse fazer alguma coisa por ele. Puxei sua cabeça para fora da água e amarrei os cordões do salva-vidas sob seu queixo, de modo que a cabeça permanecesse no ar. Fiquei na água cerca de uma hora, apenas agarrando-me ao salva-vidas do sr. X, para um descanso ocasional. Vi um barco a cerca de quinhentos metros. Pensei que nele talvez houvesse um médico ou um enfermeiro. Nadei até ele. Não havia médico lá. Remamos até onde o sr. X tinha estado, mas não encontramos sinal-dele'... Encontrei o sinaleiro numa rua em Washington, há dois meses - cinco anos após o naufrágio do Litch. Sua história tinha mudado mais. Agora era ele, sinaleiro, que estava com o salva-vidas. Quando viu que o sr. X tinha a espinha quebrada, o sinaleiro despiu-se do salva-vidas e deu-o ao oficial ferido. 'Eu sabia que ele estava morto, mas imaginei que talvez houvesse uma possibilidade em mil de que pudesse ser salvo. Era meu dever tentar ajudá-lo; por isso, dei-lhe meu salva-vidas'


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não há historico


 

Para baixar ou visualizar o E-BOOK é necessário logar no site.
Clique aqui! para efetutar seu login.

 

Não tem uma conta?
Clique aqui e crie a sua agora!