Carregando, aguarde...
Você está aqui Principal / Livros / Psicologia Educacional
Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
Psicologia Educacional

Livro Muito Bom

  • Leram
    3
  • Lendo
    0
  • Vão ler
    1
  • Relendo
    0
  • Recomendam
    2
Título: Psicologia Educacional Autor: Nelson Piletti Editora: Ática Assunto: Educação Traduzido por: Amantino Adorno Thom Páginas: 336 Ano de edição: 1991 Peso: 420 g
  • lido
  • lendo
  • vou-ler
  • re-lendo
  • recomendar
tenho
trocar
empresto
doar
aceito-doação
favorido
comprar
quero-ganhar
  • Muito bom Marcio Mafra
    26/09/2004 às 21:21 Brasília - DF

    Psicologia Educacional é livro para auxiliar atividades de professor do ensino de 1º e 2º grau. Enfatiza a motivação da aprendizagem e analisa as influências psicológicas no desenvolvimento dos alunos. É livro absolutamente didático e bom, embora recomendada a leitura restritamente aos professores, tanto pela qualidade do conteúdo, como pela reconhecida competência do autor.

    (0) (0)
  • Estudo da Psicologia Educacional, aliado à discussão dos problemas do ensino e da escola.

  • A memória é dinâmica. As memórias do homem a seu próprio respeito não são exatas. Um mês depois do naufrágio do Litch I, interroguei os sobreviventes uma segunda vez. As histórias tinham-se alterado - em certos casos, radicalmente. Quando o barco explodiu, era honroso e aceitável que cada um salvasse a própria pele. Mais tarde, quando chegamos mais perto da civilização e da sociedade normal, muitos homens se lembraram de alguma coisa nova, de como tinham lutado para salvar os outros, com risco da própria vida. As notas que tomei de um sinaleiro, dez minutos depois que foi salvo, dizem: 'Depois que saltei de bordo, nadei o mais rapidamente que pude, contra o vento. Eu estava sem colete salva-vidas e fiquei assustado. Vi alguém flutuando com a cabeça dentro da água. Era o sr. X. Sua espinha estava quebrada; eu sabia disso pelo ângulo esquisito que ela formava logo abaixo do pescoço. Disse a mim mesmo que, se estava morto, de nada valia ele estar desperdiçando seu salva-vidas. Tirei-lhe o salva-vidas, ao qual me agarrei. Não sei o que aconteceu ao corpo do sr. X'. Quando entrevistei o mesmo homem um mês mais tarde, ele me disse isto: 'Nadei afastando-me do barco tão rapidamente quanto pude. Nadei contra o vento. Vi alguém flutuando com a cabeça dentro da água. Era o sr. X. Embora sua espinha estivesse quebrada e sua cabeça submersa, calculei que um médico talvez pudesse fazer alguma coisa por ele. Puxei sua cabeça para fora da água e amarrei os cordões do salva-vidas sob seu queixo, de modo que a cabeça permanecesse no ar. Fiquei na água cerca de uma hora, apenas agarrando-me ao salva-vidas do sr. X, para um descanso ocasional. Vi um barco a cerca de quinhentos metros. Pensei que nele talvez houvesse um médico ou um enfermeiro. Nadei até ele. Não havia médico lá. Remamos até onde o sr. X tinha estado, mas não encontramos sinal-dele'... Encontrei o sinaleiro numa rua em Washington, há dois meses - cinco anos após o naufrágio do Litch. Sua história tinha mudado mais. Agora era ele, sinaleiro, que estava com o salva-vidas. Quando viu que o sr. X tinha a espinha quebrada, o sinaleiro despiu-se do salva-vidas e deu-o ao oficial ferido. 'Eu sabia que ele estava morto, mas imaginei que talvez houvesse uma possibilidade em mil de que pudesse ser salvo. Era meu dever tentar ajudá-lo; por isso, dei-lhe meu salva-vidas'

  • Marcio Mafra
    18/01/2013 às 19:17 Brasília - DF

    Não há historico