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Maximas e Da Monarquia

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Maximas e Da Monarquia

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Autor: Epicteto e Dante Alighieri

Editora: Edigraf

Assunto: Memórias

Traduzido por: João Penteado Erkisne Stenvens

Páginas: 219

Ano de edição: 1960

Peso: 430 g

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Bom
Marcio Mafra
03/10/2004 às 12:51
Brasília - DF

Enquanto Epicteto é um coleção de mais de 300 pensamentos do filósofo, escritos em Roma, durante a primeira metade do século I, a carta de Dante Alighieri - embora escrita - a há quase oitocentos anos atras, ainda é razoavelmente atual, porque preside muitas das ações dos políticos e governantes - se não no todo, pelo menos em parte.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Maximas - Pensamentos de Epicteto, filósofo Romano, do primeiro século da era cristã. Escravo sob o jugo de Nero foi seu suposto confidente.

Da Monarquia - Dante Alighieri é um tratado político que o autor escreveu em 1298 e esclarece a política medieval moldada nos ensinamentos de Aristóteles.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Epicteto

Sobre a amizade: "A cada passo encontramos cãezinhos a brincar uns com os outros; parece que entre eles reina sincera amizade; mas se lhes atirardes um osso quando brincam, ei-los inimigos; pegam de rosnar, ameaçando, e daí a pouco dilaceram-se. Tal é, frequentemente, a amizade dos irmãos, de pais e de filhos." Sobre as perdas de coisas e pessoas: "Nunca digas: Perdi-a; diz, ao contrário: Devolvi-a.  Morreu-te o filho? Devolveste-o.  Morreu-te a mulher? Devolveste-a.  O teu campo foi roubado? Foi também devolvido. Mas quem o roubou é um miserável? Que te importa por quem o retirou aquele que to dera? Enquanto te deixam tais bens, toma conta deles como de um bem que pertence a outrem, como fazem os viajantes numa hospedaria." Sobre encontrar culpados para as coisas que nos acontecem: "O que perturba os homens não são as coisas, e sim as opiniões que eles têm em relação às coisas. A morte, por exemplo, nada tem de terrível, senão tê-lo-ia parecido assim a Sócrates. Mas a opinião que reina em relação á morte, eis o que a faz parecer terrível a nossos olhos. Por conseguinte, quando estivermos embaraçados, perturbados ou penalizados, não o atribuamos a outrem, mas a nós próprios, isto é, às nossas próprias opiniões.

 

Monarquia.

Considerado o maior poeta da humanidade, pela autoria da "comédia" (que só ficou divina por interesses político-religiosos), em "Da Monarquia", o autor expõe a teoria das relações entre o Estado e a Igreja. Na Itália, por volta do ano 1.300, a autoridade civil disputava o poder com a autoridade religiosa. Este foi o motivo da guerra entre guelfos e gibelinos. Os guelfos eram partidários dos papas cristãos e os gibelinos eram os partidários do imperador. A guerra terminou em acordo, daí esta "obra" de Dante, da Monarquia. Como obra, é menor que A Comédia. Como estratégia de guerra não vale nada. Resta a impressão que edição e tradução são um engodo. A leitura só vale como referencial de conhecimento geral. Trecho de Monarquia Da legitimidade do duelo. O que por duelo se obtém, se adquire legitimamente. Quando o juizo humano falha, por achar-se envolto nas trevas da ignorância, e porque não existe recurso perante um juiz, fôrça é atender, para que a justiça não seja aniquilada, Aquele que a amou até ao ponto de saldar com seu sangue o que ela exigia. Do que o Salmo: "Justo é o Senhor e ama a justiça". Quando dois adversários, com tôdas as fôrças de seus corpos e de suas almas, lutam sem ódio e por amor à justiça, apelam de comum acôrdo ao juizo divino. Esta luta, primitivamente, sendo de um contra um, é o que denominamos duelo. Em assuntos bélicos, todavia, todo o cuidado deverá ser no sentido de esgotar primeiramente todos os recursos que oferece a negociação, e só combater em último extremo, como Túlio e Vegécio são acordes em prescrever, êste em seu tratado sôbre Assuntos Militares e aquêle em os Ofícios: e assim como nas curas medicinais tudo deverá ser tentado, antes de aplicar-se o ferro e o fogo, que são recurso derradeiro; de igual modo, depois de se haver cuidado em dirimir o pleito por todos os outros meios e somente forçados pela necessidade de obter determinada justiça, recorremos ao ulterior remédio. Duas espécies formais de duelo existem: uma, que trataremos agora; outra, da que falamos mais acima; isto é, onde nem por ódio nem por amor, mas unicamente pelo zêlo da justiça, entram de comum acôrdo no embate os agnosticistas ou combatentes. Do que Túlio, que desta matéria cuidava, dizia bem: "As guerras cujo troféu é o Império são as dirigidas com menos crueldade". Se as exigências formais do duelo se mantêm (pois de outro modo não haveria duelo), os congregados de comum acôrdo por necessidade de justiça e razão do zêlo pela justiça não estarão congregados em nome de Deus? E, se assim é, não se encontra Deus no meio dêles, como nô-lo prometeu o Evangelho? E se Deus está, não é ímpio crer-se que a justiça possa sucumbir, essa justiça que Êle, como dissemos, tanto amou? E se a justiça não pode sucumbir em o duelo, não se adquire legitimamente o que pelo duelo se adquire?


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nos anos 60, para adquirir bons livros, recorria-se aos "vendedores de livros" domiciliares, que infestavam os locais de trabalho, como hoje fazem os vendedores de consórcios, telefones, planos de investimentos, planos de saúde e planos de aposentadoria. Na verdade mudam os produtos e permanecem os vendedores. De um deles, adquiri em 61, 62 ou 63 os livros - que ainda possuo - de Jorge Amado, Machado de Assis, Rui Barbosa, Padre Antônio Vieira e Rousseau, Dante, Emerson, Kant, Shopenhauer e Marx. Era o conhecimento adquirido em módicas prestações mensais, que proporcionava algum verniz cultural ao comprador dos livros


 

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