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O Capital

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O Capital

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Autor: Karl Marx

Editora: Edigraf

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Afonso Bertagnoli

Páginas: 169

Ano de edição: 1960

Peso: 375 g

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Ótimo
Marcio Mafra
03/10/2004 às 14:25
Brasília - DF

O Capital foi a maior bandeira de Karl Marx, transformando-se na pedra angular do comunismo e do socialismo. De mãos dadas com Engels seu objetivo era, discutir, analisar, dissecar e projetar o capitalismo como um modo de produção, que por suas contradições e esgotamento levariam o próprio sistema à aflição e morte. Não foi o que se viu em 1991, após o esfacelamento da URSS. Anos depois da publicação do Capital, Marx assina - em conjunto com Engels - a autoria do Manifesto do Partido Comunista. O livro inicia com a análise da mercadoria, moeda e riqueza. Depois trata da jornada do trabalho, a lei da mais-valia, as divisões do trabalho, as máquinas e a produção industrial com a notória substituição do homem, os salários e a acumulação de capital. Todo o enfoque é a exploração capitalista. Como conseqüência da dominação empresarial, que se contrapunha à teoria de Marx, foram criadas, naquela época, as "classes burguesas" ou "classes econômicas" . A obra do Marx não explica o conceito de classe. Por último, aparecem aspectos da relação entre a luta política das classes dominantes e a burocracia estatal. A obra - O Capital - se estendeu e foi sendo revista e completada até após a morte do filósofo Karl Max. A leitura, por repetitiva, é difícil e não flui como os livros deste século que tratam de ciência politica e econômica. Mas é muito bom.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Crítica ao capitalismo, apresentada em 1867, onde se descrevem conceitos econômicos clássicos, como a mais-valia, o capital fixo e capital variável, o salário, a acumulação de lucros, a produção dos bens e a teoria do valor-trabalho, abordando:

1) Mercadoria, moeda, riqueza e capital

2) Como nasce o capital

3) A jornada de trabalho

4) A mais-valia relativa

5) A cooperação

6) Divisão do trabalho e manufatura

7) Maquinas e grande industria

8) O salário

9) A acumulação do capital

10) A acumulação primitiva.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O capitalista se propõe, na grande indústria, aproveitar uma massa enorme de trabalho passado, da mesma maneira que aproveitará uma massa de fôrças naturais, isto é, gratuitamente. Para atingir êsse fim, entretanto, precisa de todo um mecanismo, que se comporá de materiais mais ou menos custosos e absorverá sempre uma certa quantidade de trabalho. Mas, não tem necessidade de comprar nem a fôrça do vapor, nem as propriedades motrizes da água e do ar; não tem necessidade de comprar as descobertas e suas aplicações mecânicas, nem as invenções e os aperfeiçoamentos da ferramenta de um ofício. Ele pode servir-se de tudo isso, enquanto quiser, sem a menor despesa; basta procurar o mecanismo correspondente. A máquina, como ficou dito, faz parte do capital constante; e a proporção em que contribue para composição do valor da mercadoria está na razão direta de seu consumo e do de suas matérias auxiliares (carvão, graxa, etc) e na razão inversa do valor da mercadoria. Isso significa que quanto maior são o uso de uma máquina e o consumo de suas matérias auxiliares na produção de uma mercadoria, tanto mais a máquina comunica a está última o seu valor; enquanto que, quanto maior é o valor da mercadoria para a qual a máquina trabalha, tanto menor, proporcionalmente, é a parte de valor que o uso da máquina comunica à mercadoria. "Se o uso diário de um martelo a vapor, seu consumo de carvão, etc., se distribuem sôbre enormes massas de ferro martelado, cada quintal de ferro só absorve uma porção mínima de valor; essa porção seria evidentemente considerável, se o instrumento ciclópico não fizesse mais do que bater preguinhos". Quando, pela generalização do sistema da grande indústria, a máquina cessa de ser uma fonte direta de lucro extraordinário para o capitalista, êste consegue encontrar muitos outros meios de continuar a retirar uma quantidade considerável de mais-valia dêsse novo modo de produção. "O capital, uma vez de posse da máquina, soltou logo êste grito: Trabalho de mulheres, trabalho de crianças! Esse poderoso meio de diminuir os labores do homem transformou-se, assim, num meio de aumentar o número dos assalariados; submeteu todos os membros de uma família, sem distinção de idade e de sexo, ao jugo do capital. O trabalho forçado para o capital usurpou o lugar, não só dos brinquedos da infância, mas ainda do trabalho livre no seio da família e para a família..


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nos anos 60, para adquirir bons livros, recorria-se aos "vendedores de livros" domiciliares, que infestavam os locais de trabalho, como hoje fazem os vendedores de consórcios, telefones, planos de investimentos, planos de saúde e planos de aposentadoria. Na verdade mudam os produtos e permanecem os vendedores. De um deles, adquiri em 61, 62 ou 63 os livros - que ainda possuo - de Jorge Amado, Machado de Assis, Rui Barbosa, Padre Antônio Vieira e Rousseau, Dante, Emerson, Kant, Shopenhauer e Marx. Era o conhecimento adquirido em módicas prestações mensais, que proporcionava algum verniz cultural ao comprador dos livros.


 

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