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Auto Biografia do General Franco

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Auto Biografia do General Franco

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Autor: Manuel Vazquez Montalban  

Editora: Pagina Aberta

Assunto: Biografia

Traduzido por: Ricardo de Azevedo

Páginas: 621

Ano de edição: 1996

Peso: 885 g

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Bom
Marcio Mafra
26/10/2004 às 10:28
Brasília - DF

Franco, ditador de mão pesada, fez um governo, que atormentou os espanhóis por mais de três décadas de 1939 à 1975. A autobiografia do Generalíssimo serve mais aos descendentes de espanhóis, porque não proporciona aos "não oriundi" uma visão macro ou definida do que foram os tormentosos anos de Franco. Pouco tempo depois da morte do caudilho, o príncipe Juan Carlos, assumiu a chefia do Estado, na condição de rei da Espanha. Em seguida, o socialista Felipe González assumiu o Governo, tornando-o célebre e modelo para o resto do mundo até 1996. Qualquer "não oriundi" compreende a vida do povo espanhol, no período que se seguiu, imediatamente, após a morte do ditador. Mas, faltou objetividade a Manuel Velazquez, para fazer o leitor "entender", mesmo palidamente, os 36 anos desta biografia. Ao longo das 600 páginas do livro existe um grande cipoal de fontes documentais e de "opiniões" pessoais do autor, bem como intermináveis "notas" do tradutor, que acabam por empanar a obra, no seu contexto histórico, que já começam a ser cobertos pela poeira do tempo. Leitura cansativa e monótona.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia da vida e do governo do Generalíssimo Franco, caudilho da Espanha pela Graça de Deus, durante - nada menos - que 36 anos.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Desde o começo dos anos 40, o pirata do Mediterrâneo freqüentemente opinou sobre sua excelência e não positivamente. Chegou a dizer: "No país não há unidade real, a guerra civil ainda prossegue. Aqueles que lutaram pelo lado equivocado ainda estão na prisão. O que a Espanha necessita é da restauração da monarquia com o apoio dos partidos de esquerda." A partir de Portugal alimentou as esperanças políticas de Leroux, seu boneco de toda a vida, e de Gil Robles e contribuiu financeiramente para a operação de aproximação de dom Juan de Bourbon da Espanha em 1943, de Lausanne ao Estoril, de onde poderia nublar com sua sombra a obstinação de poder do usurpador. Era assim a da vida de March, pagar aviões que queriam mudar a história da Espanha. Custeou os gastos da viagem de dom Juan e seu séquito ao Estoril, em carro, em avião, com um seguro de vida de cem mil francos. A viagem não chegou a se ultimar porque o fascismo cambaleava na Itália e, saindo de automóvel de Lausanne, dom Juan não pode passar a fronteira italiana e voltou para sua residência; três anos depois se instalaria no Estoril. Enquanto isso, o senhor tinha feito chegar uma mensagem a March: Deixe de se meter em política. March se reunia com os precoces e heróicos conspiradores da resistência anti franquista em Madri, em casa de uma de suas numerosas amantes, e foi naquela ocasião em que opinou: "é melhor gastar o dinheiro com mulheres do que com padres, como faz minha mulher." Posteriormente acrescentaria que estava disposto a gastar metade de sua fortuna para derrotar o franquismo e estendeu um cheque em branco que Regulo Martinez, presidente da Aliança Nacional de Forças Democráticas, não se atreveu a preencher ou não quis faze-lo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para registro como historia do livro


 

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