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James Lins O Playboy Que Não Deu Certo

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James Lins O Playboy Que Não Deu Certo

Livro Excelente - 2 comentários

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Autor: Mário Prata

Editora: Objetiva

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 220

Ano de edição:

Peso: 320 g

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Excelente
Sebastião Telles
30/08/2011 às 13:57
Brasília - DF

Li na época do lançamento.



Foi a primeira vez que tive em mãos um livro de Mário Prata.



Foi a primeira vez que senti a sensação de ter vivido ou mesmo presenciado algumas situações semelhantes as descritas no livro.



Para quem é da minha geração, nasci em 1944, é uma leitura imperdível.



Parabéns ao autor.





sebastiaotelles@bol.com.br



Florianópolis, 28/08/2011.


Excelente
Marcio Mafra
28/09/2005 às 23:12
Brasília - DF


A história de James Lins é marcada por pequenos golpes e grandes aventuras. Ele foi um playboy que não deu certo. Mas, esforçado no seu trabalho à margem da Lei, simpático, mulherengo e, é claro, mentiroso....assim caminha a humanidade. A narração é engraçada e irreverente. Um livro gostoso de se ler, tipo romance policial com muito humor, sexo, irreverência e loucuras. Sem nenhum favor é o melhor livro do Mário Prata. Escritor de talento é assim.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

James Lins é um homem condenado a 268 anos de prisão por um crime hediondo. As provas são irrefutáveis mas ele jura de pé junto que, desta vez, é inocente....Ele sempre foi assim: mentiroso, sedutor, bonito, inteligente, bom de lábia e caráter duvidoso....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Meu plano era fabuloso. Mas, para que saísse uma chantagem de primeiro mundo, precisava de um capital inicial de 44 mil dólares. Pelas minhas contas, poderia render mais de 500 mil dólares. Tinha este dinheiro, mas a desgraçada da Nicinha conseguiu, na Justiça, bloquear todos os meus bens até que o juiz de a sentença final da nossa longa e penosa separação nem um pouco amigável. Há um prédio em São Paulo, feito pelo Niemeyer, que se divide em vários blocos. Tem desde apartamentos de quatro quartos ate quitinetes. Foi por ali que tudo começou. Sabia que no bloco B, o das quitinetes, moravam prostitutas e traficantes de porte médio. O aluguel era barato. Mudei-me para lá. Montei o meu QG. A primeira providência foi ficar amigo do zelador, o seu João, nordestino simpático e duro que tinha urna filha excepcional e estava sempre precisando de dinheiro. Soube que ele torcia para o Náutico, do Recife. Não foi difícil arrumar urna camisa do Náutico Capibaribe para ele, listrada em branco e vermelho. Depois, insisti que o radinho usado dele era muito ruim. Comprei um Motorradio para ele. Uma garrafa de vinho no Natal e o homem estava nas minhas mãos. Subornar pobre no Brasil e até covardia, mas sou um profissional amoral e assumido. Não me lembro quanto dei para ele para receber, imediatamente, uma chave dos comandos telefônicos de todo o bloco B do edifício. E mais: uma lista com o nome de todos os moradores. Não precisava de mais nada. A partir disto, começava o meu mirabolante plano. Era mais ou menos assim: digamos que eu desconfiasse da moça do 1.319. Descia de noite e, com um simples fio, conectava a linha dela à minha. Pronto: depois era só instalar o gravador no meu aparelho e ouvir todas as chamadas que ela fazia ou recebia. Depois de um mês de árduo trabalho - tinha pessoas que só falavam de madrugada -, já tinha um pequeno dossiê de todos os moradores do bloco B. Sabia o nome, o que faziam de certo e de errado. Além de descobrir malandros e prostitutas, tive sorte: ali havia traficantes pesados, contrabandistas de primeiro e segundo time, compradores de ouro, chantagistas de segunda (primários, perto de mim), bicheiros de terceira e cafetinas oxigenadas. Além, evidentemente, de senhores que mantinham ali seus apartamentos para encontros nada furtivos. Alguns do interior e outros da Capital mesmo. E, pasmem, várias senhoras casadas que aproveitavam as folgas para se tornarem, vez ou outra, Belas da Tarde. E também rapazes que se anunciavam nos jornais como “bem-dotados”. Um universo muito rico, devo declarar para bem da verdade.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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