carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Dossiê Pelicano

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Dossiê Pelicano

Livro Ótimo - 1 comentário

  • Leram
    1
  • Vão ler
    4
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: John Grisham

Editora: Rocco

Assunto: Romance

Traduzido por: Aulyde Soares Rodrigues

Páginas: 390

Ano de edição: 1993

Peso: 455 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Ótimo
Marcio Mafra
11/09/2005 às 13:49
Brasília - DF

Uma história que virou sucesso, certamente pela extraordinária divulgação que um filme proporciona. A narrativa começa com a morte de Abraham Rosenberg, velho e importante juiz da Suprema Corte. Ele está em sua casa, dormindo, quando é morto a tiros. Logo depois, o mesmo assassino mata o mais jovem juiz da Suprema Corte, Glenn Jansen, estrangulando-o. O país espanta-se e as forças policiais ficam em estado de choque. Uma detetive amadora inicia uma investigação sobre os assassinatos, nos computadores de sua faculdade e vai guardando os resultados numa pasta que ganha o nome de dossiê Pelicano. Noutra ponta da história está um jornalista tentando sobreviver enquanto pesquisa as anotações constantes do dossiê Pelicano....Bom enredo de livro e de filme....Talvez este seja o melhor livro do Grisham, que acabou ficando muito comum, porque é sempre a mesma coisa: justiça, crimes, processos, advogados, mulheres bonitas, tentativas de corrupção


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Darby, estudante de Direito, pesquisando nos computadores da faculdade, percebe uma conexão entre 2 juízes americanos, misteriosamente assassinados. Acaba por elaborar um dossiê, no qual formula uma acusação contra um suspeito extremamente improvável.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Suas fontes oficiais na Casa Branca negaram ter conhecimento do dossiê pelicano. Sarge nunca tinha ouvido falar. Telefonemas exploratórios para o FBI não tiveram resultado. Um amigo, no Tribunal Federal, nunca ouvira falar. Ele procurou durante todo o fim de semana e não encontrou nada. A história sobre Callahan foi verificada só quando conseguiu um jornal de Nova Orleans. Quando o telefone tocou no jornal, na segunda-feira, Grantham não tinha nenhuma novidade para ela. Mas pelo menos ela estava telefonando. Pelicano disse que estava num telefone público, portanto não adiantava tentar localizar. - Ainda estou investigando - disse ele. - Se existe esse dossiê na cidade, está muito protegido. - Garanto que está na cidade e sei por que está sendo protegido. - Estou certo de que pode me dizer mais alguma coisa. - Muitas coisas. O dossiê quase provocou a minha morte ontem, portanto posso estar preparada para falar mais cedo do que pensava. Preciso dizer o que sei enquanto estou viva. - Quem está tentando matá-la? - As mesmas pessoas que mataram Rosenberg e Jensen, e Thomas Callahan. - Sabe os nomes dessas pessoas? - Não, mas já vi pelo menos quatro, desde quarta-feira. Estão aqui em Nova Orleans, espionando, esperando que eu faça alguma bobagem, para que possam me matar. - Quantas pessoas sabem do dossiê pelicano? - Boa pergunta. Callahan o levou ao FBI, e acho que depois foi para a Casa Branca, onde, evidentemente, provocou uma comoção, e daí, quem sabe. Dois dias depois de entregá-lo ao FBI, Callahan estava morto. E eu, é claro, devia estar morta também. - Estava com ele? - Estava perto, mas não o suficiente. - Então, você é a mulher não-identificada da cena do crime? - Foi assim que o jornal me descreveu. - Então a polícia tem seu nome? - Meu nome é Darby Shaw. Estou no segundo ano de direito da faculdade de Tulane. Thomas Callahan era meu professor e meu namorado. Eu escrevi o dossiê, dei a ele e você sabe o resto. Está anotando tudo isso? Grantham escrevia furiosamente. - Sim. Estou ouvindo. - Estou farta do French Quarter, e pretendo sair hoje. Telefono amanhã, de algum outro lugar. Você tem acesso aos formulários sobre as doações para a campanha das eleições presidenciais? - Faz parte do arquivo público. - Sei disso. Mas em quanto tempo pode obter a informação? - Que informação? - Uma lista de todos os que contribuíram com grandes quantias para a última eleição do presidente. - Não é difícil. Posso conseguir esta tarde. - Faça isso e eu telefono de manhã. - Tudo bem. Você tem cópia do dossiê? Ela hesitou. - Não, mas sei de cor. - E sabe quem está cometendo os crimes? - Sei e quando eu contar, seu nome vai também para a lista. - Conte agora. - Vamos com calma. Telefono amanhã. Grantham ouviu por mais alguns segundos e depois desligou. Com o bloco de notas na mão, passou entre as mesas e entrou no escritório do editor, Smith Keen, separado da sala dos repórteres por uma janela de vidro. Keen era um homem vigoroso e jovial, com uma política de portas abertas, que contribuía para o caos no escritório. Estava terminando uma conversa ao telefone quando Grantham entrou e fechou a porta. - A porta fica aberta - disse Keen, severamente. - Precisamos conversar, Smith. - Conversaremos com a porta aberta. Abra a maldita porta. - Abro num segundo. - Grantham ergueu as duas mãos com as palmas voltadas para o editor. Era sério. - Vamos conversar. - Tudo bem. Do que se trata? - Coisa grande, Smith. - Já sei que é grande. Você fechou a maldita porta, portanto eu sei que é grande. - Acabei de falar no telefone pela segunda vez com uma jovem chamada Darby Shaw e ela sabe quem matou Rosenberg e Jensen. Keen sentou devagar e olhou zangado para Grantham. - Sim, filho, isso é grande. Mas como você sabe? Como ela sabe? Que provas você tem? - Não tenho toda a história ainda, Smith, mas ela vai me contar. Leia isto. - Grantham entregou a ele o jornal com a reportagem sobre a morte de Callahan. Keen leu devagar. - Muito bem. Quem é Callahan? - Há uma semana atrás, ele entregou um pequeno trabalho conhecido como o dossiê pelicano, ao FBl, aqui na cidade. Evidentemente, o dossiê implica uma pessoa obscura. O dossiê passa de mão em mão e vai parar na Casa Branca, depois disso, ninguém mais sabe dele. Dois dias depois, Callahan liga o motor do seu Porsche pela última vez. Darby Shaw afirma que é a mulher não-identificada mencionada no jornal. Ela estava com Callahan e devia morrer com ele. - Por que ela devia morrer? - Ela escreveu o dossiê, Smith. Pelo menos é o que ela diz. Keen recostou na cadeira e pôs os pés na mesa. Estudou a foto de Callahan. - Onde está o dossiê? - Eu não sei. - O que diz nele? - Também não sei. - Então, não temos coisa alguma, certo? - Ainda não. Mas e se ela me disser tudo que está no dossiê? - E quando ela vai fazer isso? Grantham hesitou. - Logo, eu acho. Muito em breve. Keen balançou a cabeça e jogou o jornal na mesa. - Se tivéssemos o dossiê, teríamos uma reportagem e tanto, Gray, mas não poderíamos publicar. Seria preciso uma investigação da pesada, dolorosa, impecável e exata, para ir a público. - Mas tenho sinal verde para investigar? - Certo, mas quero que me informe a cada hora. Não escreva uma palavra sem falar comigo. Grantham sorriu e abriu a porta. Não era um trabalho de quarenta dólares por hora. Nem mesmo trinta, ou vinte. Croft teria sorte se conseguisse arrancar quinze de Grantham por essa bobagem de procurar agulha no palheiro. Se tivesse outra coisa para fazer, teria dito a Grantham para procurar outra pessoa, ou melhor ainda, para fazer ele mesmo. Mas os negócios não iam bem e podia ser muito pior do que quinze dólares a hora. Apagou o baseado que fumava no último reservado do. banheiro, jogou-o na privada, puxou a descarga e abriu a porta. Pôs os óculos escuros e entrou no corredor que levava ao hall onde as quatro escadas rolantes levavam milhares de advogados aos seus pequenos escritórios, onde passavam o dia ganhando por hora para fofocar e ameaçar. Lembrava perfeitamente de Garcia. Andava até sonhando com o garoto de rosto limpo e bonito, o corpo magro, o terno caro. Ele o reconheceria se o visse. Ficou ao lado de uma coluna, com o jornal aberto, óculos escuros, tentando observar todos os que passavam. Advogados por toda a parte, apressados, com expressão arrogante, carregando suas arrogantes pastas de executivo. Cara, como ele detestava advogados! Por que todos se vestiam do mesmo modo? Ternos escuros. Sapatos escuros. Rostos sombrios. Um ou outro não-conformista, com uma ousada e pequena gravata-borboleta. De onde vinham todos eles? Logo depois da sua prisão por uso de drogas, os primeiros advogados foram um grupo de homens zangados, contratados pelo Post. Depois, ele contratou um outro, um cretino que cobrava caro demais e que mal conseguia encontrar a sala do tribunal. Então, o promotor era, evidentemente, advogado. Advogados, advogados. Duas horas de manhã, duas horas no almoço, duas horas no fim do dia e então Grantham o mandaria patrulhar outro prédio. Noventa dólares por dia era barato e ele ia largar esse trabalho, assim que aparecesse outro melhor. Disse a Grantham que não ia dar em nada, que era um tiro no escuro. Grantham concordou e mandou que ele continuasse atirando. Era o melhor que podiam fazer. Disse que Garcia estava assustado e não queria telefonar mais. Precisavam encontrá-lo. Croft tinha duas fotos no bolso, por segurança, e copiara da lista os nomes das firmas que funcionavam no prédio. Eram doze andares quase só de firmas com aqueles pequenos fidalgos. Estava num ninho de cobras. Às nove e trinta o movimento acabou, e alguns rostos já vistos antes desciam as escadas rolantes a caminho, sem dúvida, dos tribunais, das agências e das comissões. Croft saiu pela porta giratória e limpou os pés na calçada


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sem nada para comentar sobre a aquisição deste livro


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2020
Todos os direitos reservados.