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A Ira dos Anjos

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A Ira dos Anjos

Livro Bom - 1 opinião

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Autor: Sidney Sheldon

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 418

Ano de edição:

Peso: 400 g

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Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 09:02
Brasília - DF

A historia do julgamento de Michael Moretti, genro de Antonio Granelli, Chefe da Máfia .....que assumiu logo após de Camillo Stela que concordou em entregar o chefe.... A advogada Jeniffer Parker continuava a acreditar na Justiça. A leitura é fácil, o roteiro da história é simples, num caso que envolveu a justiça e a política norte americana, mas que não passa do lenga lenga de Sheldon. Mais uma copia xerox de seus outros tantos livros.




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Jennifer chegou ao gabinete do Promotor disposta a lutar pela justiça, como o pai o fizera. Porém, um dia depois de assumir o cargo, a carreira e os sonhos de Jennifer foram destruídos......

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Faz muito tempo que não me abraça, Adam. Não precisa dizer que me ama, mas não poderia... não gostaria... de me apertar em seus braços mais uma vez e me fazer amor? Pela última vez? Adam estava pensando nisso agora ao dizer a Jennifer: - O divórcio foi idéia de Mary Beth. Adam continuou a falar, mas Jennifer não estava mais prestando atenção às palavras; ouvia apenas a música. Tinha a sensação de que estava flutuando, subindo pelo ar. Preparara-se para ouvir Adam lhe dizer que nunca mais poderia tornar a vê-la. .. e agora isto! Era demais para absorver. Ela sabia com a cena com Mary Beth devia ter sido dolorosa para Adam. E nunca o amara mais do que naquele momento. Jennifer tinha a sensação de que um peso excessivo fora removido de seu peito, era como se pudesse respirar novamente. Adam estava dizendo: - Mary Beth foi maravilhosa. Ela é uma mulher extraordinária. E ficou genuinamente feliz por nós dois. - É difícil de acreditar. - Não está entendendo. Há algum tempo que vivemos mais como. ... irmão e irmã. Nunca falei isso antes com você, mas... - Adam hesitou por um instante, mas acabou acrescentando, cuidadosamente: - Mary Beth não sente... impulsos fortes. - Entendo. - Ela gostaria de conhecê-la. A perspectiva deixou Jennifer perturbada. - Acho que não poderia, Adam. Eu me sentiria... constrangida. - Confie em mim. - Se. .. se você quer, Adam, é claro que eu concordo. - Ótimo, querida. Vamos tomar um chá. Eu a levarei. Jennifer pensou por um momento. - Não seria melhor se eu fosse sozinha? Na manhã seguinte, Jennifer pegou a Saw Mill River Parkway, seguindo para o interior do Estado. Era uma manhã fria e clara, um dia maravilhoso para se guiar. Jennifer ligou o rádio do carro e tentou esquecer o nervosismo pelo encontro que tinha pela frente. Os Warners moravam numa casa de origem holandesa, perfeitamente preservada, dando para o rio, em Croton-on-Hudson, em meio a acres ondulantes, de vegetação exuberante. Jennifer seguiu de carro até a imponente entrada da frente. Tocou a campainha e um momento depois a porta foi aberta por uma mulher atraente, de trinta e poucos anos. A última coisa que Jennifer esperava era aquela tímida mulher sulista, que apertou-lhe a mão, lançou-lhe um olhar afetuoso e disse: - Sou Mary Beth. Adam não lhe fez justiça. Entre, por favor. A esposa de Adam usava uma saia de lã bege e uma blusa de seda, aberta apenas o suficiente para revelar o princípio dos seios, maduros, mas ainda adoráveis. Os cabelos louros eram compridos e contornavam o rosto, destacando ainda mais a beleza dos olhos azuis. As pérolas em torno do pescoço jamais poderiam ser tomadas por cultivadas. Havia um ar de dignidade inequívoca em Mary Beth Warner. O interior da sala era maravilhoso, com peças espaçosas, povoadas por móveis antigos e lindos quadros. O mordomo serviu chá na sala de estar, num aparelho de prata georgiano. Assim que ele se retirou, Mary Beth disse: - Tenho certeza de que deve amar Adam imensamente. Jennifer respondeu, constrangida: - Quero que saiba, Sra. Warner, que nenhum dos dois planejou. . . Mary Beth Warner pôs a mão no braço de Jennifer. - Não precisa me dizer isso. Não sei o que Adam lhe contou, mas a verdade é que nosso casamento transformou-se num casamento de polidez. Adam e eu nos conhecemos desde que éramos crianças. Acho que me apaixonei por ele na primeira vez em que o vi. Íamos às mesmas festas e tínhamos os mesmos amigos. Creio que era inevitável que um dia nos casássemos. Tenho a impressão de que não está entendendo. Ainda adoro Adam e tenho certeza de que ele me adora. Mas as pessoas mudam, não é mesmo? - Tem razão. Jennifer sentiu-se invadida por uma profunda sensação de gratidão a Mary Beth. O que poderia ter sido uma cena sórdida e desagradável convertera-se em algo amistoso e maravilhoso. Adam estava certo. Mary Beth era uma mulher maravilhosa. - Não sabe como me sinto grata - murmurou Jennifer. - E eu também me sinto extremamente grata a você! - Mary Beth sorriu timidamente e acrescentou: - Também estou profundamente apaixonada. Ia pedir o divórcio imediatamente, mas achei que era melhor esperar, pelo bem de Adam, até depois da eleição. Jennifer estivera tão absorvida em suas próprias emoções que esquecera inteiramente da eleição. Mary Beth continuou: - Todos parecem estar convencidos de que Adam vai ser o nosso próximo senador. Um divórcio, a esta altura da campanha, poderia prejudicar consideravelmente as suas possibilidades. Faltam apenas seis meses para a eleição e por isso decidi que seria melhor para ele se eu esperasse. Ela fitou Jennifer nos olhos. - Mas perdoe-me... será que você concorda? - Claro - respondeu Jennifer. Ela teria de reajustar completamente o seu pensamento. Seu futuro estaria agora preso ao de Adam. Se ele fosse mesmo eleito senador, Jennifer teria de se mudar em sua companhia para Washington. Significaria renunciar ao seu escritório de advocacia em Nova York, mas isso não tinha importância. Nada tinha importância, exceto o fato de que poderiam ficar juntos. Jennifer disse: - Adam será um senador maravilhoso. Mary Beth levantou a cabeça e sorriu. - Minha cara, um dia Adam Warner vai ser um maravilhoso Presidente. O telefone estava tocando quando Jennifer chegou de volta a seu apartamento. Era Adam. - Como foi o encontro com Mary Beth? - Ela é maravilhosa, Adam. - Ela disse a mesma coisa a seu respeito. - A gente lê muita coisa sobre o velho charme sulista, mas raramente se encontra alguma amostra. Mary Beth o possui. Ela é uma dama de verdade. - E você também é, querida. Onde gostaria de casar? - Para mim, qualquer lugar serve. Até Times Square. Mas acho que devemos esperar, Adam. - Esperar o quê? - Até a eleição. Sua carreira é importante. Um divórcio agora poderia prejudicá-lo. - Minha vida particular.. . - ... vai se tornar a sua vida pública. Não devemos fazer nada que possa prejudicar as suas possibilidades. Podemos esperar seis meses. - Não quero esperar. - Também não quero, querido. - Jennifer sorriu. - Mas não estaremos realmente esperando, não é mesmo?


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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