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História de Florianópolis - Ilustrada

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História de Florianópolis - Ilustrada

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Carlos Humberto P Correa  

Editora: Insular

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 383

Ano de edição: 2005

Peso: 540 g

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Ótimo
Marcio Mafra
29/07/2006 às 15:26
Brasília - DF

Livros de história são enjoados, talvez pela cronologia dos fatos e a nomenclatura de lugares e coisas que somente os historiadores entendem ou lhe dão importância. Neste livro, porém, se o leitor for catarinense-ilheu, nativo ou por adesão, então o professor Humberto Correa será considerado um autor muito bom, porque o leitor saberá identificar cada fato, coisa, momento, pessoa ou lugar. Curioso é que o livro começa e termina com a frase do fundador (ou descobridor) da cidade, o velho Chico Dias Velho: "Quem disser o contrario mente." Curioso, também, é a explicação para o nome da Rua Conselheiro Mafra: "Dezembro de 1889 - logo após a queda da monarquia e a proclamação da República - a Câmara Municipal mudou o nome das principais ruas da cidade....a Rua do Príncipe, onde estava quase todo o comércio da cidade, paralela ao cais, passou a se chamar Rua do Comércio. Logo depois, em 1900, foi denominada Altino Correia. Dez anos depois, em homenagem ao grande jurista e defensor da causa da questão das fronteiras contestadas com o Paraná, Manoel da Silva Mafra, que falecera em 1907, o nome da rua foi mudado para Conselheiro Mafra."


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da Ilha de Nossa Senhora do Desterro, depois Desterro e finalmente Florianópolis, a partir do ano de 1894, até o inicio dos anos 1960/70.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Imperador D. Pedro II esteve duas vezes em Desterro. A visita de sua majestade, para a epoca, tornava-se mais importante do que seria hoje a visita de outro Chefe de Estado, pois, para a chegada, preparavam-se condignamente a cidade e sua população.
O Imperador, aliás, era cultuado anualmente pela Camara Municipal, na data de seu aniversario, 2 de dezembro. Diante de um quadro que retratava D. Pedro, mandado fazer na Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro, os vereadores faziam o cortejo solene. Entretanto, quando o Imperador esteve em Desterro, em 1845, descobriu-se que as homenagens feitas até aquela data não lhe diziam respeito, posto que o retrato era de Sua Alteza aos doze anos de idade, completamente diferente daquele que ja possuia vinte anos. Mesmo assim, somente quatro anos depois, em 1849, a Camara Municipal encomendou outro retrato, também no Rio de Janeiro.
Após a pacificação da província de Sao Pedro do Rio Grande do SuI, em mayo de 1845, D. Pedro resolveu visitar aquela região,
passando por Desterro e percorrendo seus arredores, quando permaneceu durante urn mes inteiro com a Imperatriz D. Tereza Cristina.
Para receber o Imperador, as casas comerciais foram pintadas e o comercio local fez construir urn arco comemorativo no adro da Matriz e outro defronte ao trapiche da alfandega por onde aquela autoridade deveria desembarcar ao contrário de seu pai, D. Pedro I, que desembarcou na Rita Maria sem que fosse esperado pelo povo e autoridades. A Camara Municipal e a Assembleia Legislativa, que funcionavam no mesmo local, tambem fizerem erguer colunas e arcos alusivos ao evento. O presidente da provincia, marechal Antero José Ferreira de Brito, ordenou a decoração das salas do Palácio e a substituição dos móveis e tapeçarias existentes por peças mais ricas e expressivas mandadas adquirir no comércio do Rio de Janeiro. As estradas que levaram as freguesias, principalmente para a Lagoa da Conceição e Santo Antonio, alem das que levariam a vila de São José e as Caldas do Cubatão, foram retificadas e cobertos seus buracos. As ruas da cidade foram varridas e todas as fachadas das casas do centro de Desterro foram caiadas de branco, como era a cor original de todas as construções da ilha. A Praça do Palácio foi, finalmente, limpa das barraquinhas de venda de peixe e farinha.
A frota que conduzia o Imperador era composta de oito navios, capitaneados pela fragata Constituição.
No dia 11 de outubro, após a notícia de que o Imperador esstaria entrando na Baia Norte, o presidente da província, o senador por Santa Catarina Jose da Silva Mafra e o deputado geral Jeronimo Coelho foram conduzidos pelo vapor Paquetá do Norte até as proxiimidades da fortaleza de Santa Cruz, na ilha de Anhatomirim, onde estava fundeado o navio que transportava D. Pedro, para cumpriimentarem o casal imperial, retornando a cidade na mesma noite.
Somente no dia seguinte, 12, o imperador desembarcou em Desterro.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sebastião Telles, me presenteou este livro quando em maio de 2006 fizemos uma viagem para a Argentina.


 

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