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Abstrata Concreta Brasilia

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Abstrata Concreta Brasilia

Livro Excelente - 1 comentário

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Autor: W Hermuche  

Editora: Medialecom

Assunto: Artes

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 287

Ano de edição: 2003

Peso: 2.740 g

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Excelente
Marcio Mafra
29/07/2006 às 16:19
Brasília - DF

Abstrata Brasília Concreta não é uma bijuteria, um livro de enfeitar mesa de centro, em sala de espera. É a alma da cidade, seus jardins, seus caminhos, trilhas, mágicas, cores, espaços e um inigualável horizonte. Aqui, o céu, as flores e os habitantes - candangos ou não -  despertam reflexões sobre as origens, a fundação, as contradições, a realidade e sobretudo, o carisma de Juscelino, Israel Pinheiro,  Niemayer e Lucio Costa.  Jóia brilhante. Excelente.


 


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Brasília, onde autores, fotógrafos e outros artistas criam caminhos para descobri-la. Caminhos e trilhas de prosa, verso e imagens, coloridas ou em preto e branco.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Brasília, cidade-monumento, erguida sobre o chapadão do Planalto Central, cidade-Patrimônio Cultural da Humanidade, cidade clássica, aparentada, no pensamento idealizador, com a Cidade Ideal de Platão, com a Cidade de Deus, de Santo Agostinho, com a Cidade do Sol de Campanella, com a Utopia, de Thomas Morus, com a Cidade Contemporânea para Três Milhões de Habitantes e com a Cidade Radiosa, ambas de Le Corbusier e definidoras da Carta de Atenas, cidade-continuação e cidade-desejo dos Inconfidentes e mais tarde, de Hypólito José da Costa (daquele outro Correio Braziliense), de José Bonifácio de Andrade (..." uma nova capital, no interior do Brasil, em uma das vertentes do rio São Francisco, que poderá chamar-se Petrópole ou Brasília..."), do historiador Varnhagen (..."para a futura capital da União Brasílica o triângulo formado pelas lagoas Feia, Formosa e Mestre d'Armas, das quais manam águas para o Amazonas, para o São Francisco e para o Prata!" - depois definida pelo polígono Cruls), cidade-sonho da "grande civilização que surgirá entre os paralelos 15' e 20''', na visão de Dom Bosco, cidade mística, ligada ao Egito antigo, cidade-irmã de Roma (ambas natas a 21 de abril) e da democracia da cidade grega, em luz suplantando a Cidade-Luz, cidade planejada, modernista, idealizada sob os três vértices de Lucio Costa, de Niemeyer, de JK, cidade cosmopolita, cidade universal, sob suas quatro escalas - monumental, bucólica, gregária e residencial -, mas também cidade-estado, totalitária e absolutista como Washington, cidade-berço da ditadura militar, força de atração humana e de segregação social, cidade sobreposta à cidade colonial, à casa-grande e às fazendas de gado, cidade infensa ao homem do Brasil interior, ao Goiás, ao cerrado e aos caminhos coloniais, cidade-espelho dos antagonismos mais fundos, dela emanando jardins de plantas, vias expressas, prédios-monumentos ordenados pelo homem, para um incerto novo espírito que irradiará novas memórias e ficções para o orbe, cidade-incógnita do terceiro milênio.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em abril de 2006, meu amigo Bira, pediu que lhe "conseguisse" um livro que não se encontra nas livrarias,editado pela Infraero.
Ari Mafra Neto, que trabalha na Infraero, conseguiu - não apenas o exemplar que passei ao Bira - como este outro, que juntei ao acervo da bibliomafrateca.


 

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