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Poder Absoluto

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Poder Absoluto

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: David Baldacci  

Editora: Rocco

Assunto: Romance

Traduzido por: Harolso Neto

Páginas: 542

Ano de edição: 1997

Peso: 620 g

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Ruim
Marcio Mafra
06/10/2006 às 15:43
Brasília - DF

Poder Absoluto é tipo de história que os americanos gostam muito. Pelo menos compram muito. Um advogado com talento passa a escrever sobre a justiça, crimes, sempre recheados de sexo, beleza, dinheiro e carreira profissional. Depois de um sucesso provocado pela mídia, o livro é adaptado para filme e vira um deus-nos-acuda. Dentre os recentes, o mais famoso é John Grisham. David Baldacci é uma imitação - em versão piorada - do John Grisham. Versão pior porque é comum a esse tipo de escritor, escrever no atacado. Os enredos são os mesmos. As histórias - de tão incríveis - vão tomando o rumo do absurdo. O Poder Absoluto do David Baldacci vai nesta avenida: O presidente americano, Alan Richmond, tem uma amante que é mulher de um bilionário. Numa ocasião fácil de prever, ela reage a cantada do Presidente e acaba sendo morta por agentes do Serviço Secreto. O assassinato é convenientemente assistido por um outro personagem, escroque e corrupto, que estava na casa da amante, onde cometeria outro crime. E por aí vai... É demais.....Este tipo de livro pode ser considerado um deboche. Não pela história, pois afinal cada um escreve como deseja e ao leitor cabe a decisão: ler ou não ler... Mas, este Poder Absoluto é mesmo uma história idiota. Tão idiota quanto fotonovela, revista Caras, ou coluna social de cidade do interior.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Agentes secretos do FBI, dão cobertura ao Presidente Americano, que matou a sua amante.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Kate tinha tomado banho e mudado de roupa, o cabelo ainda estava molhado e caia solto sobre os ombros. Vestia urn sueter grosso de gola em V azul-anil com uma camiseta branca por baixo. O jeans desbotado se mantinha frouxo em torno dos quadris estreitos. Grossas meias de lã protegiam os pés compridos. Jack ficou olhando aqueles pés se movendo para cima e para baixo, levando sua ágil proprietária em torno da sala. Ela tinha se recuperado um pouco. Mas o horror ainda estava espelhado em seus olhos. A impressão que dava era de que combatia o horror com sua atividade fisica.
Jack pegou um copo de soda e sentou de novo. Sentia os ombros contraídos, enrijecidos pela tensão. Como se percebendo isso, Kate parou de andar de um lado para o outro e começou a massageá-lo.
- Ele não me falou que tinham feito um pedido formal de indiciação - disse ela, furiosa.
- Não vai me dizer que pensa mesmo que os tiras não seriam capazes de manipular as pessoas a fim de conseguir o que desejam?
- Posso ver que voce esta voltando para a atitude mental de um advogado de defesa.
Ela meteu a mão com força, o que ele achou maravilhoso. O cabelo molhado de Kate mergulhava no seu rosto quando ela atacava os nós mais resistentes. Jack fechou os olhos. No rádio tocavam River of Dreams, de Billy Joel. Qual era o seu sonho? perguntou-se ele. Seu objetivo de vida parecia estar sempre fugindo dele, como os raios de sol que a gente tenta caçar quando é menino.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não há nada que se saiba sobre este livro, nem como apareceu na Bibliomafrateca.


 

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