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O Que é Socialismo

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O Que é Socialismo

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Autor: Arnaldo Spindel  

Editora: Abril

Assunto: Filosofia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 79

Ano de edição: 1985

Peso: 85 g

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Ótimo
Marcio Mafra
12/10/2006 às 19:35
Brasília - DF

Um pequeno estudo do socialismo no mundo e no Brasil. Aqui o socialismo - em seus primórdios - esteve ligado ao comunismo. Marx e Engels estão na base do conceito do socialismo. O livro é didático, por isso sua leitura é boa e agradável o que facilita a compreensão. Bom livro.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um pequeno estudo sobre o socialismo.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Há uma pedra no meio do caminho...no meio do caminho há uma pedra. A Internacional e o anarquismo O marco inicial do advento do socialismo científico foi a publicação do Manifesto do Partido Comunista de Marx e Inglês, em princípios de 1848. Este manifesto foi fruto do trabalho de propaganda de suas idéias, que efetuavam Marx e Inglês, na Liga dos Justos, organização de caráter socialista que agregava representantes de vários países. Desde 1847, a Liga publicava a Revista Comunista e, no final deste ano, decidiu-se a mudança do nome da organização para Liga dos Comunistas. Marx e Engels foram encarregados da elaboração do programa desta Liga, daí surgindo o famoso Manifesto, onde, pela primeira vez, é exposta a visão marxista da História. A Revolução de 1848, na Alemanha, permitiu aos membros da Liga uma acentuada divulgação de suas idéias neste país. O movimento revolucionário era um movimento burguês, uma investida burguesa contra o poder dos senhores feudais, mas o ambiente revolucionário propiciou um enorme aumento de veiculação das idéias socialistas. Assim que tem início a Revolução, grande parte dos membros da Liga Comunista, que eram alemães exilados, retorna a seu país para ali fazer a propaganda necessária para "destruir a antiga sociedade e libertar o proletariado intelectual, política e economicamente". Com o fracasso da Revolução da burguesia, classe ainda muito fraca para conseguir tomar o poder à aristocracia, em 1850, a polícia alemã consegue prender diversos membros da Liga e, como conseqüência, desestruturá-la por completo. A década de 50 foi marcada por um descenso generalizado dos movimentos revolucionários europeus, devido à reação violenta das forças reacionárias. Nos países onde a burguesia já havia alcançado o poder, como é o caso da França, ela própria se encarregou de reprimir as manifestações das classes populares, que poderiam colocar em xeque sua dominação da sociedade. Nas nações onde os senhores feudais ainda detinham o poder, podemos ver que a burguesia prefere recompor suas forças com a nobreza a unir-se ao proletariado para derrubá-la. O desenvolvimento do capitalismo vai, outrossim, paulatinamente, arrasando o que ainda restava da antiga estrutura feudal de dominação, na Europa Ocidental. Durante esta década este fenômeno é facilmente observável. Já no início dos anos 60 do século passado tem início a rearticulação das forças progressistas do operariado, que irá culminar com a fundação da Associação Internacional dos Trabalhadores (conhecida como I Internacional). Esta organização é resultado de um lento e progressivo processo de aproximação entre os proletários ingleses, franceses e exilados dos demais países europeus. Desde 1856 pairava no ar a idéia de se criar uma Liga Internacional dos Trabalhadores. Os contatos entre os grupos que sustentavam esta idéia amiúdam-se a partir de 1862 e, finalmente, em 1864 é fundada a I Internacional. A fase inicial da Associação Internacional dos Trabalhadores foi toda pontuada por grandes dificuldades. Problemas de ordem operacional constituíram-se em obstáculos de primeira grandeza para o desenvolvimento da organização. Apesar da excelência de seus membros, a I Internacional possuía como filiadas organizações que, na realidade, não eram representativas da classe operária de seus respectivos países; o exército de operários que a Internacional tinha sob seu comando era numericamente muito pouco significativo. A única delegação que realmente representava um enorme contingente de trabalhadores, a inglesa, mantinha-se estranhamente à margem dos trabalhos da AIT. As divergências ideológicas constituem outro problema cuja presença é constante durante a I Internacional. Nos primeiros anos, apesar da influência de Marx, que fizera parte da comissão de elaboração dos estatutos, a organização apresentava uma forte corrente de socialistas seguidores da linha de Proudhon. Apesar disto Marx consegue, habilmente, evitar a dissolução da AIT e assegurar a preponderância de suas idéias principais. O proudhonismo, apesar de extremamente forte nos dois primeiros Congressos da Primeira Internacional (1866 e 1867), representava uma idéia historicamente ultrapassada. Sua pregação do mutualismo operário e sua posição contra a greve como instrumento de pressão já não correspondiam à realidade; a primeira devido ao fracasso das experiências efetuadas neste sentido pelos próprios partidários de Proudhon e, a segunda, porque a grave crise econômica que se abatera sobre o continente europeu, por volta de 1867, fertilizara o terreno para a eclosão de inúmeros movimentos grevistas. Pouco a pouco os proudhonianos passam a aceitar as idéias de Marx e Engels


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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