carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Mundo É Plano

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Mundo É Plano

Livro Ruim - 1 comentário

  • Leram
    1
  • Vão ler
    2
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: Thomas L Friedman  

Editora: Objetiva

Assunto: Jornalismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 471

Ano de edição: 2005

Peso: 805 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Ruim
Marcio Mafra
13/10/2006 às 10:54
Brasília - DF

O Mundo é Plano é uma imagem e uma idéia muito boa. Thomas Friedman é um jornalista famoso e bom. Mas este livro, à medida que se vai avançando na leitura é um porre. Chatíssimo. Repetitivo. Arrastado. Mais de 400 paginas de mesmice plana, como no título. O mundo plano ou achatado depois da informática é uma figura literária de alta qualidade mas Friedman provou, novamente, que jornalista famoso não é escritor. Para ser escritor é preciso talento e não - apenas - ter boas idéias ou ter muita habilidade com o teclado do computador. Dá exaustão de ler O Mundo É Plano. Mais parece uma aula primária de informática. Por isso tudo é difícil entender a observação destacada na capa do livro, "1º lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times", a menos que o leitor acredite em Papai Noel, ou na famosa "ação entre amigos".


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma breve história do século XXI, contada por um jornalista importante do New York Times, em cinco grandes capítulos: 1) Como o mundo se achatou 2) Os Estados Unidos e o Mundo Plano 3) Os Paises em desenvolvimento e o Mundo Plano 4) As empresas e o Mundo Plano 5) A Geopolítica e o Mundo Plano 6) Conclusão: Uma dose de Imaginação.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Fico exausto só de escrever sobre tudo isso. De qualquer forma, é inacreditável o quanto essa décima força de nivelamento (os esteróides) vai ampliar e reforçar todas as demais modalidades de colaboração. Os esteróides vão abrir ainda mais o código aberto, na medida em que tornarão possível que um número maior de pessoas colaborem entre si, de mais maneiras, e de mais lugares que nunca. Vão incrementar a terceirização, pois será ainda mais fácil para determinado departamento de uma empresa colaborar com outra empresa. Vão enriquecer as cadeias de fornecimento, já que a sede estará conectada em tempo real com cada funcionário seu encarregado de abastecer as prateleiras, cada pacote e cada fábrica chinesa responsável pela fabricação do seu conteúdo. Vão intensificar a internalização, permitindo a uma empresa como a UPS penetrar ainda mais fundo em uma rede de varejo e gerenciar a sua cadeia de fornecimento inteira, com motoristas capazes de interagir, por meio de PDAs, tanto com seus depósitos quanto com todos os seus clientes. E, como é mais óbvio, vão ampliar a in-formação, isto é, a capacidade de cada qual administrar sua cadeia particular de fornecimento de conhecimento. Sir John Rose, principal executivo da Rolls-Royce, deu-me um exemplo perfeito do quanto o desaparecimento dos fios e os demais esteróides estão expandindo o fluxo de trabalho e as demais opções da empresa de colaborar com seus clientes. Digamos que um Boeing 777 da British Airways esteja cruzando o Atlântico. Em algum lugar sobre a Groenlândia, uma das suas turbinas Rolls-Royce é atingida por um raio. Talvez os passageiros e pilotos fiquem preocupados, mas é desnecessário. Estamos falando da Rolls-Royce. A turbina está conectada, por transponder, a um satélite, através do qual transmite, o tempo todo, dados sobre seu estado e desempenho para um computador na sala de operações da Rolls. Muitas das suas turbinas estão funcionando nesse esquema. Graças à inteligência artificial do computador, baseada em algo ritmos complexos, a empresa pode monitorar anomalias durante a operação, reconhecer que aquela turbina provavelmente foi atingida por um raio e emitir um relatório para um engenheiro da Rolls. - Com os dados que recebemos em tempo real via satélite, podemos identificar um "evento" e nossos engenheiros podem fazer um diagnóstico a distância - explica Rose.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Marco Aurelio Cerqueira me presenteou este livro no Natal de 2005, com a seguinte este breve relato, na folha de rosto: "Marcio. Natal de 2005. Fiquei encarregado de comprar um presente de Natal para você. Isso seria fácil não fosse 2h da manhã e eu não estivesse acompanhado da Fernanda, na maratona do Parkshopping. Assim tomei um último fôlego e consegui entrar na Fnac. Depois de meia hora lendo as orelhas dos livros consegui um que servisse. Finalmente vou entrar para a história da bibliomafrateca. Feliz Natal!!! Beijos Marco Aurélio "


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2020
Todos os direitos reservados.