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Tempos Modernos

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Tempos Modernos

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Autor: Paul Johnson  

Editora: Instituto Liberal

Assunto: Economia

Traduzido por: Gilda de Brito

Páginas: 665

Ano de edição: 1990

Peso: 995 g

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Bom
Marcio Mafra
13/10/2006 às 12:57
Brasília - DF

Paul Johnson, um direitista empedernido, católico praticante, historiador reconhecido na Europa e nos EUA. Neste livro ele discorre sobre a história do mundo, dos anos 20 até o início dos anos 80. Começa com a teoria da relatividade e de outros feitos dos cientistas Einstein e Newton, chegando até Karol Wojtyla, quando este foi eleito papa da Igreja Católica. O autor destaca o "progressivo abandono da ordem liberal-democrática" nos idos dos anos 30 e 40 e festeja o retorno do liberalismo nos primórdios dos anos 80. Impressiona a massa de informações que o autor dispunha para escrever. Seu livro mais parece um compêndio estatístico de todos os principais governos europeus, assim como dos mais importantes do mundo ocidental, começando pelos EUA, passando pelo Canadá, México e os demais paises abaixo do equador. É um livro denso. Bom, mas complicado e difícil de digerir, embora tenha muitas matérias curiosas, como o capítulo "Degringolada", que fala da crise de 1929, que mesmo extenso - como de resto qualquer assunto do livro - vale a pena dar uma lida.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Tempos modernos é a história - com foco econômico e político - no período dos anos 1920/1980.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na sexta-feira, 3 de outubro de 1929, um empregado recém-contratado para a função de carregador de carabinas tomou parte na sua primeira caça aos faisões na propriedade do duque de Westminster, perto de Chester. No dia anterior, havia sido realizada, na sala de armas principal, uma conferência de membros graduados do governo. Ao romper da aurora, o jovem carregador vestiu seu uniforme e se apresentou ao encarregado-chefe, que "impressionava, com seu paletó e um colete de veludo verde, calções brancos, perneiras de vaqueta e um chapéu duro cheio de galões dourados em volta". Havia oitenta encarregados de libré: "um chapéu de abas largas vermelho com uma faixa de couro e um guarda-pó de um tecido muito grosso no estilo 'Farmer Giles', apertado na cintura por um cinto largo de couro com uma enorme fivela de latão". Os batedores se reuniram e foram inspecionados. Depois chegaram os estojos de couro das "armas de fogo", com placas de bronze gravadas com os nomes e os brasões. Depois foi a vez dos hóspedes que chegavam nas suas Rolls-Royces e Daimlers dirigidas por motoristas. E, finalmente, o próprio duque, a quem foi destinado o novo empregado para carregar sua carabina de caça. Logo que Sua Graça tomou seu lugar, o encarregado-chefe apitou, os batedores largaram e a caçada começou. "Estava tudo organizado primorosamente, o essencial para o esporte desejado e esperado por Sua Graça". Na hora do almoço, os zeladores beberam cerveja, servida em jarros de chifre e, à tarde, o trem particular de bitola estreita do duque, com "os vagões de passageiros todos pintados vivamente com as cores do distrito de Grosvernor", trouxe as damas para se juntarem ao divertimento. O produto da caçada chegava a perto de dois mil faisões. Quinze dias antes de ter sido encenado esse quadro medieval, o grande amigo do duque, Winston Churchill, que até o início daquele ano havia sido o ministro da Fazenda da Grã-Bretanha por cinco anos, escreveu da América para a sua mulher: Agora, minha querida, eu quero lhe contar sobre a grande e extraordinária boa sorte qu.e tive nas finanças nesses últimos tempos. Sir Harry McGowan me perguntou seriamente, antes do meu embarque, se ele poderia, caso aparecesse uma oportunidade, comprar ações em meu nome sem consulta prévia. Respondi-lhe que poderia sempre dispor de 2 ou 3 mil libras. Eu tencionava com isso limitar o investimento, isto é, a compra da totalidade das ações. Ele, evidentemente, entendeu que era a quantia que eu destinava a uma compra especulativa. Assim, operou numa escala dez vezes maior do que a minha habitual... O resultádo é que obtivemos uma pequena fortuna em poucas semanas... É um alívio para mim saber que podemos contar com alguma coisa. É interessante que Churchill estivesse especulando com margens até a beira do desastre financeiro. Ele era uma das mais ou menos 600 mil pessoas que estavam negociando com margens entre os 1.548.707 clientes que, em 1929, tinham contas em corretoras pertencentes às 29 Bolsas de Valores da América. No auge da loucura, havia perto de um milhão de especuladores operantes e, de uma população americana de 120 milhões, mais ou menos 29-30 milhões de famílias tinham ligação ativa com o mercado. Churchill, apesar de sua experiência e de seus contactos mundiais, não estava mais bem informado do que qualquer especulador da esquina. A economia americana parou de se expandir em junho. Levou algum tempo para que surtissem os efeitos, mas o mercado de ações em alta realmente chegou ao fim em 3 de setembro, uns 15 dias antes da carta animada de Churchill. As últimas subidas foram meros estertores numa derrocada inflexível. Os ecos dos tiros do duque tinham apenas desaparecido quando a queda precipitada começou. Na segunda-feira, 21 de outubro, pela primeira vez, a fita teleimpressora não podia acompanhar as notícias das quedas e nunca mais acertou o passo; na confusão, o pânico se intensificou (os primeiros telegramas de cobrança de margens haviam sido expedidos no sábado anterior) e os especuladores começaram a compreender que eles poderiam perder suas economias e até mesmo as suas casas. Na quinta-feira, 24 de outubro, as ações caíram verticalmente, sem que houvesse um só comprador; os especuladores foram liquidados, pois não puderam atender às cobranças de margem; multidões se reuniram na Broad Street, do lado de fora da Bolsa de Nova Iorque e, no fim do dia, 11 personalidades conhecidas em Wall Street haviam-se suicidado. Naquele dia, um dos visitantes na galeria do pregão foi o próprio Churchill, que viu seu ouro encantado desaparecer. Na semana seguinte, dia 29, aconteceu a Terça-Feira Negra, com a venda de ações de primeira ordem, a fim de propiciar a liquidez desesperadamente necessária. As grandes crises da Bolsa, com suas espetaculares inversões de fortuna e seus dramas humanos, tomam viva a frieza da história econômica. Essas crises, porém, não ajudam a esclarecer as causas e as conseqüências dos acontecimentos, muito pelo contrário: aumentam enormemente a mitologia, que é um forte elemento na explicação econômica. A natureza da prosperidade dos anos 20, a razão pela qual ela acabou, a razão do Grande Crash e da Grande Depressão que a ele se seguiu e, não menos importante, a maneira e os meios pelos quais as sociedades industriais daí emergiram são temas para muitos debates. O relato convencional é altamente moralista: hubris seguido de nemesis, a ganância perversa seguida da represália salutar. É facilmente adaptável ao determinismo marxista que, evidentemente, é uma forma de análise moral e não econômica. Esse relato pode-se tomar um conto edificante, mas não nos explica o que na verdade aconteceu e muito menos por que aconteceu. A interpretação dada pelos seguidores de Keynes, que foi a opinião adotada nos anos 50 e 60, não mais convence, porque parece ter sido refutada pelos acontecimentos econômicos catastróficos dos anos 70 e do início dos anos 80, os quais colocaram a Grande Depressão numa perspectiva inteiramente nova. Os dois episódios não podem mais ser estudados de maneira útil separadamente, e é provável que os futuros historiadores venham a analisá-los em conjunto. Mas é bastante improvável que uma explanação de consenso universal acerca de um deles, ou de ambos, apareça num futuro próximo. A história da economia está intimamente ligada a teorias e práticas econômicas correntes, o que não permite a existência de concordância geral sobre o assunto. Aqui oferece-se tão somente um possível relato que procura remover certos equívocos. .". A primeira falácia a ser mostrada é a que afirma que a América seguia uma política externa isolacionista nos anos 20. Isso não é verdade. Enquanto os governantes da América não assinassem formalmente o acordo de paz de Versalhes e, ainda menos, a proposta de Keynes para um programa de ajuda objetivando a recuperação da Europa patrocinado pela América, o governo americano aceitaria parte da responsabilidade de manter, reservadamente e sem alarde, a economia mundial equilibrada. Decidiu partilhar com a Grã-Bretanha um acordo para a criação de um padrão monetário através do qual o comércio mundial pudesse ser conduzido - um fardo carregado pela "City" de Londres, virtualmente sozinha, até 1914. Eles também se encarregaram de promover, através da diplomacia informal e comercial, a expansão do comércio mundial. Infelizmente, os meios empregados foram sinuosos e, em última instância, desonestos. Exceto durante os anos de 1857 a 1861, a América havia sido sempre uma nação de tarifas altas: as tarifas americanas, que foram imitadas na Europa continental, eram a negação principal da afirmação de que os Estados Unidos conduziam seus negócios dentro dos princípios verdadeiramente capitalistas do laissez-faire. Se Harding, Coolidge e Hoover tivessem agido pelos princípios empresariais, dos quais orgulhosamente se vangloriavam, teriam retomado a malograda política de Wilson, de 1913, de redução de tarifas americanas. Na verdade, eles fizeram o oposto. A Lei de Tarifa Fordney-MacCumber, de 1922, e, ainda mais, a Lei de Hawley-Smoot, de 1930, que Hoover se recusou a vetar, foram golpes devastadores no comércio mundial e, na realidade, um golpe no próprio comércio americano. O fato é que faltava aos presidentes americanos e aos seus líderes no Congresso a coragem política de enfrentar a Associação Nacional da Indústria, a Federação Americana de Trabalho e as pressões locais para assim adotar o internacionalismo da maneira mais eficiente que lhes era oferecida, e adotar também o que mais intimamente se aproximasse dos pontos de vista econômicos que eles afirmavam conservar. Ao invés disso, eles procuravam manter o mundo próspero através da inflação deliberada ocasionada pela oferta de moeda. Isso foi possível pela fundação, no período pré-guerra, de um Banco Central, no qual essa oferta podia ser feita secretamente, sem controle ou decreto do legislativo e sem a preocupação ou o conhecimento públicos. Isso não resultou na impressão de moeda: a moeda em circulação nos Estados Unidos perfazia um total de US$3,68 bilhões no início dos anos 20 e US$3,64 bilhões quando acabou o boom em 1929. Mas a expansão da oferta total de moeda em ativos não-monetários e créditos foi enorme: de US$45,3 bilhões, em 30 de junho de 1921, para mais de US$73 bilhões, em julho de 1929, um aumento de 61,8% em oito anos. A.Casa Branca, o Tesouro (sob Andrew Mellon), o Congresso, o Banco Central e, claro, também os bancos particulares foram coniventes em expandir o crédito inflacionariamente. Em seu Annual Report de 1923, o Banco Central descreveu a política com um realismo franco: "Os Bancos Centrais são... o manancial ao qual os bancos membros recorrem quando a demanda da comunidade empresarial ultrapassa a disponibilidade de seus próprios recursos. Em época de expansão, o Banco Central acompanha o crescimento da demanda por crédito e, na recessão, por um período, mantém a expansão". Essa política de contínua expansão de crédito inflacionário, uma forma de keynesianismo grosseiro, antes mesmo que o próprio Keynes tivesse formulado sua versão sofisticada, poderia ser justificada se as taxas de juros pudessem encontrar seu nível próprio, isto é, se os industriais, agricultores e pecuaristas que houvessem feito empréstimos e pago os juros na mesma taxa que os poupadores estivessem preparados para emprestar. Mas novamente a Casa Branca, o Tesouro, o Congresso e os bancos se associaram para manter as taxas de juros e do desconto artificialmente baixas. A política do Banco Central era de não apenas "aumentar a disponibilidade", mas também de "fazê-lo com taxas de juros suficientemente baixas para estimular, proteger e fazer prosperar todas as modalidades de negócios legítimos". Essa interferência deliberada na oferta e custo da moeda foi usada nos anos 20 não somente para promover seu objetivo original, a expansão dos negócios americanos, mas também para seguir uma política internacional supostamente benevolente. Enquanto o governo exigia o pagamento dos empréstimos de guerra, ele ajudava ativamente os governos e os negócios estrangeiros a levantar dinheiro em Nova Iorque, tanto através de política de dinheiro barato, como de interferência ativa e constante no mercado internacional de títulos. O governo deixava bem claro que favorecia certos empréstimos mais do que outros. Assim, a política externa de empréstimos era um prenúncio, em nível de empresa privada, do programa de ajuda externa do pós-1947. Os objetivos eram os mesmos: manter a economia internacional bem encaminhada, sustentar certos regimes de seu agrado e, não menos importante, promover as indústrias de exportação americanas. A condição para que o governo concedesse empréstimos específicos era que parte deles fossem gastos nos Estados Unidos. O boom do empréstimo externo começou em 1921, em seguida a uma decisão do ministério, a 20 de maio de 1921, e a uma reunião entre Harding, Hoover e os bancos de investimento americanos, cinco dias mais tarde; esse boom terminou em fins de 1928, coincidindo precisamente com a expansão da oferta de moeda que apoiava o boom. Os dirigentes americanos, na verdade, rejeitavam a escolha racional do laissez-faire, da livre empresa e de taxas de juros compatíveis, e optavam pela política fácil de tarifas protecionistas e inflação. As indústrias internas protegidas pelas tarifas, as indústrias de exportação subsidiadas por empréstimos antieconômic.os e, naturalmente, os bancos de investimento que faziam oscilar as ações, todos se beneficiaram. O grande perdedor foi o grosso da população, à qual foram negados os preços competitivos produzidos por importações baratas, e que sofreu com a inflação resultante e foi a vítima universal da degringolada definitiva. Além disso, ao se envolver nos empréstimos externos, o governo incorreu na perda de seus direitos morais para condenar a especulação na Bolsa. Hoover, que era secretário de Comércio durante os anos 20, até se tomar presidente, considerava Wall Street um cassino deplorável - era, no entanto, o mais assíduo promotor do mercado internacional de ações. Mesmo os maus empréstimos, argumentava ele, ajudavam as exportações americanas e, desse modo, geravam empregos. Algumas das emissões de ações estrangeiras eram, entretanto, tão escandalosas quanto as piores transações da Bolsa. Desse modo, em 1927, Victor Schoeperle, vice-presidente da National City Company (filiada ao National City Bank) para os empréstimos à América Latina, relatou sobre o Peru: "Péssimos antecedentes, riscos adversos morais e políticos, má situação de dívida interna, situação comercial tão satisfatória quanto a do Chile nos últimos três anos. Recursos nacionais mais variados. Em desempenho econômico, o Peru deveria progredir rapidamente nos próximos dez anos". Entretanto o National City ofertou um empréstimo de US$15 milhões para o Peru, seguido, logo após, de outro empréstimo de US$50 milhões e uma emissão de US$25 milhões. A investigação do Congresso, em 1933-34, provou que Juan Leguia, filho do presidente do Peru, havia recebido US$450.000 do National e de seus associados em conexão com o empréstimo. Quando seu pai foi derrubado, o Peru ficou inadimplente. Este foi um exemplo entre muitos. A instabilidade básica de muitos mercados de empréstimo internacional foi um dos principais elementos da perda da confiança e da recessão na Europa. A instabilidade foi a conseqüência não do laissez-faire do governo, mas da sua persistente ingerência. O intervencionismo, pela criação de crédito artificial e barato, não foi uma invenção americana: foi britânica. Os britânicos o chamavam de "estabilização". Apesar de a Grã-Bretanha ser nominalmente um país de laissez-faire até 1914, mais do que a América o era, em alguns aspectos, desde que começou a praticar o comércio livre, os filósofos da economia britânica não se sentiam felizes com as oscilações cíclicas da economia que eles acreditavam poder ser atenuadas por esforços deliberados e combinados para conseguir a estabilização dos preços. Não se deve pensar que Keynes tivesse surgido de um claro céu não intervencionista: ele era somente um "progresso" marginal sobre os visionários ortodoxos britânicos. Desde antes da guerra, sir Ralph Hawtrey, encarregado dos estudos financeiros do Tesouro, havia argumentado que os bancos centrais, ao criar crédito internacional (isto é, inflação), poderiam conseguir um nível estável de preços e melhorar enormemente a aceitação passiva dos ciclos econômicos do século XIX, que ele considerava imoral. Depois de 1918, os pontos de vista de Hawtrey tomaram-se a sabedoria convencional na Grã-Bretanha e chegaram até a América, via Versalhes. Na recessão de 1920, fundou-se a Liga de Moeda Estável (mais tarde a Associação Monetária Nacional), atraindo as instituições fmanceiras americanas e, no estrangeiro, homens como Emile Moreau, presidente do Banco de França, Edouard Benes, Lord Melchett, criador do ICI, Louis Rothschild, chefe do ramo austríaco, A.J. Balfour e economistas britânicos tais como A.C. Pigou, Otto Khan, sir Arthur Salter e o próprio Keynes. Keynes, em seu Tract on Monetary Refonn (1923), chamou a atenção para "a administração da política monetária" e um nível de preço estabilizado. A essa época, a estabilização não era simplesmente aceita, mas praticada. Hawtrey havia inspirado as resoluções sobre estabilização na Conferência de Gênova, em 1922; a Comissão Financeira da Liga das Nações era estabilizacionista e, mais do que todos, o Banco da Inglaterra o era também. Montagu Norman, seu presidente, e o seu principal conselheiro, sir Charles Addis, eram ambos ardentes apóstolos desse credo. O principal discípulo deles foi Benjamin Strong, presidente do Banco Central de Nova lorque, o qual, até sua morte, em 1928, era todo-poderoso na formação da política financeira americana. Hoover chamava Strong, com justiça, de "um anexo mental para a Europa". Strong era o agente efetivo na política externa secreta da América que fora adotada para administrar a política econômica. Não é, na verdade, exagero dizer que, durante a maior parte dos anos 20, o sistema econômico internacional foi supervisionado conjuntamente por Norman e Strong. Foi Strong que possibilitou a volta da Grã-Bretanha ao padrão-ouro, em 1925, ao oferecer linhas de crédito do Banco Central de Nova lorque e conseguir que J.P. Morgan fizesse o mesmo. O banker, de Londres, escreveu: "não existe melhor amigo da Inglaterra".


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
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