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A Invenção do Trabalhismo

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A Invenção do Trabalhismo

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Angela de Castro Gomes  

Editora: Fgv

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 319

Ano de edição: 2005

Peso: 470 g

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Bom
Marcio Mafra
05/08/2007 às 10:31
Brasília - DF

A invenção do Trabalhismo, como livro é muito chato, parece coisa de comunista dos anos 60, para quem não havia verdade, lógica, justiça, nem vida, além do partido. Como estudo sociológico e até antropológico, vale a leitura, embora excesso de erudição acabe em cansaço. Tem passagens que mais se parecem com livro doutrinário. Ao fim da leitura fica a sensação de que o ditador Getúlio Vargas, aqui no Brasil - assim como Perón, na Argentina e Mussolini na Itália - fizeram uma grande avacalhação com o trabalhador. Dividiram o mundo entre empregados (trabalhadores) e patrões (empresários), onde aqueles sempre foram explorados e estes ainda são exploradores. Trabalhismo e empreendedorismo não passam de correntes filosóficas. Getulio, Perón e Mussolini nunca foram trabalhadores, mas sempre os dominaram. O livro é chato.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um estudo sobre o movimento trabalhista, dividido em duas grandes partes. A primeira trata dos trabalhadores, desde a republica e socialismo, passando pelo anarquismo, e terminando nos anos 20. A parte final, trata dos trabalhadores do Brasil, iniciando no descobrimento e passando pelo trabalhismo dos anos 30, o corporativismo e termina no PTB.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Redescobrimento do Brasil A Cultura política. Já se tornou trivial ressaltar a importância da dimensão ideológica na configuração de um projeto político. Tal reconhecimento, porém, revela-se particularmente essencial quando nos afastamos de uma "concepção emanacionista" de ideologia (Lamounier, 1980, p. 14), segundo a qual um conjunto de significados é identificado e apropriado por determinados atores, para em seguida ser difundido em certos contextos específicos. Nestes termos, a ideologia é tratada como a percepção e manifestação do que já existe, emergindo como um fato a posteriori no processo político global. No entanto, é preciso afirmá-la como recurso de poder fundamental ao esforço de articulação e de produção não só do que já existe, mas sobretudo daquilo que se deseja que exista. Daí constituir-se em objeto privilegiado para a revelação de projetos políticos; daí também seu papel ativo na implementação de tais projetos. A ideologia política assume, nesta perspectiva, a dimensão de um fato constitutivo da próplia ordem política que se deseja construir (Machado, 1980). No caso do Estado Novo estas reflexões devem ser consideradas ao lado de duas observações. De um lado, a de que o Estado Novo não pode ser caracterizado como apresentando uma doutrina oficial compacta, isto é, homogênea a ponto de afastar diversidades relevantes. Ao contrário, o que se verifica é a presença de variações significativas que traduzem um certo ecletismo em suas propostas, o que não impede que se encontre em seu seio conjunto de idéias central, capaz de caracterizar um determinado projeto político. De outro lado, a produção e divulgação deste projeto traduziu-se, entre outras iniciativas, pela montagem de um importante órgão institucional: o Departamento de Imprensa e Propaganda. Esta poderosa agência supervisionava os mais variados instrumentos de comunicação de massa, além de encarregar-se da produção e divulgação do noticiário oficial. Suas seis seções - propaganda; radiodifusão; cinema e teatro; turismo; imprensa e serviços auxiliares - demonstram bem o alto grau de intervenção do Estado Novo nos processos de comunicação social. O DIP, portanto, materializou o grande esforço empreendido durante o Estado Novo para controlar os instrumentos necessários à construção e implementação de um projeto político destinado a se afirmar socialmente dominante. Por isso. é fundamental examinar a construção deste projeto em uma de suas dimensões centrais. Ela diz respeito à concepção verdadeira "revolucionária" da fórmula institucional adotada pelo novo regime que passou a se autodefinir como uma democracia social. Este novo sentido do ideal democrático iria sintetizar o cerne do projeto do Estado Novo conduzindo suas formulações na dupla direção do passado e do futuro revolucionário do país. Neste esforço, o regime concebeu a realidade que devia ser construída a partir de esquemas interpretativos e diagnósticos que afirmavam sua legitimidade diante de um passado tanto recente, quanto remoto. Projetar um novo Estado significava buscar sua legitimidade, isto é, incursionar por sua origem. E isto, por sua vez, significava reescrever a história do país, debruçar-se sobre o passado naquele sentido mais profundo em que ele significa tradição. Projetar o futuro é escrever o que deve acontecer através daquilo que já aconteceu. O presente se torna um ponto de interseção em que a história é constituída pela seleção da presença do passado no futuro (Eliade, 1972)


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Bira, amigo que o imprimiu, me presenteou A Invenção do Trabalhismo


 

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