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WE A Chave da Psicologia do Amor Romântico

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WE A Chave da Psicologia do Amor Romântico

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Robert A Johnson  

Editora: Mercuryo

Assunto: Psicologia

Traduzido por: Maria Helena Oliveira Tricca

Páginas: 272

Ano de edição: 1987

Peso: 315 g

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Excelente
Luis Guilherme Mota da Silva
05/08/2015 às 12:59
Palmas - TO
Livro com temática perfeita. Os temas abordados são claros e objetivos ajudando o leitor nessa jornada que é o conhecimento humano.

Ruim
Marcio Mafra
08/08/2007 às 17:18
Brasília - DF

A chave do amor romântico, usa como modelo a historia de amor de Tristão e Isolda. O romance de Tristão e Isolda, é uma história francesa, do século doze ou treze. É tida como a mais antiga história dramatizada de lendas sobre o amor de dois jovens, que morreram de tanto amar. Amor é bom porque cabe teorizar sobre o assunto, desde o inicio da humanidade, até hoje. É o mais discutido material de trabalho para psicólogo, psiquiatra e tudo o mais ligado à psique. O tema ainda encanta a todos os que desejam estudar essa coisa chamada amor, ainda que se tenha de relacioná-lo à história de Tristão e Isolda. WE é um livro chato para os não iniciados. A leitura é uma repetição chata e engomada, do começo ao final. É teoria não conclusiva, não prática, não esclarecedora, não lógica e prolixa de fazer inveja a Caetano, Gil e à todos os demais artistas e adeptos do abstracionismo. O livro não é difícil de ser lido. É chato, até porque acaba sendo um festival de obviedades. Senão veja o texto:


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A tentativa de um profissional para explicar como acontece, o que é, e o que contem - sob ponto de vista psicológico - o amor romântico. A relação de Tristão e Isolda são os modelos.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Podemos aprender que o relacionamento humano é inseparável da amizade e do compromisso. Podemos aprender que a essência do amor não é usar o outro para a nossa felicidade, mas sim servir e encorajar aquele a quem amamos; e finalmente, poderemos descobrir - para nossa surpresa - que o que mais necessitamos não é tanto sermos amados, mas sim amar.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Página de rosto consta o nome "Luana". Tenho uma amiga com esse nome, chegada num romantismo e por via de conseqüência natural, chegada num material junguiano, embora não me pareça que tenha sido ela quem me passou este livro. Portanto, viva o mistério livristico, ou será livresco?


 

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