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Os Axiomas de Zurique

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Os Axiomas de Zurique

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Max Gunther  

Editora: Record

Assunto: Mercado Financeiro

Traduzido por: Isaac Piltcher

Páginas: 155

Ano de edição: 1998

Peso: 190 g

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Ótimo
Marcio Mafra
20/04/2010 às 19:22
Brasília - DF


Este livro, que não é propriamente de economia, mas um pretenso guia para auxiliar investimentos na Bolsa de Valores. Trata-se de conceitos sobre o comportamento do investidor, frente aos negócios da bolsa de valores. São 12 conselhos e outros tantos sub conselhos, todos "secretos", que - supostamente - são seguidos pelos banqueiros suíços para orientação de investimentos. Os 12 conselhos, ou opiniões, teriam sido adotadas por um tipo de clube de investidores da bolsa,em Zurique, na Suíça, que de tanto serem utilizados, acabaram por transforma-se em verdades incontestáveis. Viraram axiomas. Percebe-se claramente que os axiomas não possuem base matemática, aritmética ou científica, se é que tais bases se aplicam aos pregões da bolsa de valores. Mas, como livro é muito bom. Sua leitura, embora um pouco repetitiva é muito agradável e despida dos jargões do mercado de capitais. Para os leitores não iniciados no "mercado" o livro cai de conceito. Mas. para os especialistas e os iniciados é bom, divertido e pode ser bastante útil, pois justificará algumas atitudes que tanto o especialista, quanto o iniciado já tenham vivido ou praticado em seus negócios.Trata-se, pois, de um ótimo livro.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história das 12 opiniões, ou conselhos adotados pelos especuladores da bolsa de valores de Zurique, Suíça, que acabaram se transformando em verdadeiros axiomas.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O 5º Grande Axioma: Até começar a parecer ordem, o caos não é perigoso. Irving Fisher, famoso professor de economia de Yale, fez uma fortuna na Bolsa. Impressionados com a combinação de credenciais acadêmicas impecáveis e conhecimentos práticos de investimentos, muita gente correu a pedir seus conselhos. - Os preços das ações parecem ter atingido um patamar permanentemente alto - disse ele em setembro de 1929, pouco antes de sair quebrado da maior débâcle jamais vista em Wall Street. É isso aí. No momento em que você começa a acreditar ter enxergado um padrão de ordem nos assuntos que envolvem seres humanos, inclusive nos assuntos financeiros, está correndo risco.Fisher acreditou que, por sua esperteza, havia derrotado o mercado, quando tudo não passava de pura sorte. Acreditava ter enxergado padrões em meio ao caos. Acreditando nisso, acreditou ser possível criar fórmulas e estratégias para a exploração desses padrões; mais até: acreditou ter, realmente, descoberto essas fórmulas e estratégias. Coitado do velho Fisher. Quis a sorte que por um instante ele voasse mais alto, para maior ser a sua queda. Durante uns poucos anos, os fatos pareceram confirmar a sua ilusão de ordem. - Vejam! - dizia ele, - justamente como eu previ. A Bolsa se comporta exatamente como eu calculei que se comportaria. E de repente... pimba! O fundo pareceu se abrir, e o mercado veio abaixo. Aferrado à sua ilusão de ordem, Fisher não estava preparado para o fim do período de sorte. E lá se foram, ele e uma multidão de outros investidores desorientados, aos trambolhões cano abaixo. A armadilha em que o professor Fisher foi apanhado - a ilusão de ordem - pegou milhões de outros, e continuará pegando investidores, especuladores e jogadores por toda a eternidade. Não é só nas esquinas de Wall Street que ela os desprevenidos; é também em galerias de arte, corretoras de imóveis, cassinos e leilões de antiguidades. Onde quer que se arrisque e se perca dinheiro. A ilusão é mais que compreensível. Afinal de contas, onde é que se encontra mais ordem que no dinheiro? Por mais que o mundo se descabele, quatro vezes 25 cents sempre somam um dólar. O dinheiro parece frio, racional, submisso à análise racional e a manipulações. Para ficar rico, parece suficiente encontrar um enfoque sólido e racional: a Fórmula. Todo mundo está atrás dessa Fórmula. Infelizmente, ela não existe. A verdade é que o mundo do dinheiro é um mundo desordenado, sem nenhum padrão de comportamento, um absoluto caos. De vez em quando parecem formar-se padrões ou desenhos, como num céu de nuvens ou na espuma do mar que quebra a praia. Mas são efêmeros. Não constituem base sólida sobre a qual se possa erguer um plano. São atraentes, mas estão sempre enganando pessoas espertas como o nosso professor Fisher. O especulador realmente esperto, porém, percebe, sabe do que se trata, e passa ao largo. Esta é a lição do 5º Grande Axioma. É possível que seja o Axioma mais importante. É o Axioma Imperial. Tendo-o absorvido, você será um especulador/investidor mais competente do que o professor Fisher jamais foi, com todos os seus montes de títulos universitários. Só este Axioma, uma vez entranhado em você, será suficiente para separá-lo do rebanho, afastá-lo da vala comum dos perdidos, dos perdedores cheios de esperanças vãs. Em matéria de ordem, algumas das maiores ilusões se encontram no mundo das artes. Este é um mundo onde se pode ganhar uma fortuna com espantosa rapidez. O segredo é se apegar aos artistas baratinhos, antes que eles criem fama. Como Louise Moillon, por exemplo, uma pintora francesa do século XVII. Há pouco tempo, num leilão no interior, uma mulher pagou 1.500 dólares por um quadro dela. Um ano depois Louise Moillon entrou na moda, e a mesma tela foi vendida em Nova York por 120.000 dólares. Isto é o que se chama uma especulação bem-sucedida, algo que poderia ser um bom impulso nas finanças de qualquer pessoa. Mas, por onde é que se entra nessas coisas? Como é que se vai dizer que, de repente, um artista obscuro virará o centro das atenções? Bem, existem especialistas que garantem ter resolvido essas questões. Enxergam padrões que ninguém mais enxerga. Têm fórmulas. São capazes de reconhecer Arte com A maiúsculo antes de o resto do mundo jogar os preços lá no alto. São capazes de entrar num leilão lá onde Judas perdeu as botas, onde está todo mundo se esbarrando no escuro, e exclamar: - Pô! Olhe só isto aqui! Em Nova York vale mais de 100.000 dólares! O negócio, então, é consultar um batalhão desses especialistas, não é verdade? Certo. Nesses moldes é que foi criado o Fundo Soberano da Arte Americana. Basicamente, tratava-se de um fundo mútuo que se propunha a enriquecer seus acionistas comprando e vendendo arte. Compras e vendas seriam executadas por especialistas, profissionais experimentados cujo senso crítico superior os ajudaria a identificar as tendências nascentes e as futuras Moillons, antes que o resto do mercado de arte as farejasse. Eis uma belíssima ilusão de ordem. Atraiu investidores de todos os portes. O fundo foi aberto ao público a 6 dólares a cota, e vendeu todas. Não sobrou uma. O que ninguém parece ter se dado conta é que, num jogo delicado como o do mercado de arte, um grupo de profissionais pode amargar a mesma falta de sorte que um bando de atabalhoados amadores. O fundo entrou comprando obras-primas que pareciam prometer. Alguns meses depois do lançamento, suas cotas eram negociadas a mais de 30 dólares. Pelo menos alguns dos especuladores originais conseguiram ganhar alguma coisa. Mas logo veio vindo o desânimo. As obras adquiridas não eram tão primas como pareciam à primeira vista. Artistas obscuros foram ficando mais obscuros. Uma tela cara foi apontada como falsificada. O valor das cotas despencou. Dois anos depois de inaugurado o fundo, elas eram oferecidas a 75 cents. Os fundos mútuos de Wall Street contam histórias parecidas. Ilustram com fria clareza a futilidade de se procurarem padrões no caos - e, principalmente para o especuladorzinho médio, os perigos. Examinemos a aparentemente infinita promessa dos fundos mútuos. Esses grandes aglomerados de dinheiro do público são administrados por profissionais de primeira. São espantosas as proezas universitárias desses homens e mulheres, assim como os seus salários. As necessidades deles são atendidas por multidões de assistentes. Têm à disposição imensas bibliotecas especializadas em fatos e teorias financeiras. Suas cogitações são movidas a computadores e outros custosos equipamentos. Sem sombra de dúvida, são os teóricos de investimentos que mais estudaram, os mais bem pagos e equipados do mundo. Assim, se em meio à desordem fosse possível discernir um padrão usável e criar uma fórmula para se jogar no mercado que funcionasse, esse seria o pessoal para fazê-lo. Na realidade, deveriam tê-lo feito há muito tempo. Até agora, porém, essa fórmula lhes vem escapando. O mais triste é que os fundos mútuos são especulações como outras quaisquer; seus administradores às vezes ganham, outras vezes perdem. É o máximo que se pode dizer sobre eles. Todos aqueles cérebros de alta voltagem, todo aquele dinheiro e todos aqueles computadores não foram capazes de torná-los mais espertos nem mais bem-sucedidos que o especulador solitário, que opera apenas com a sua dor de cabeça e uma calculadora barata. Na realidade, como grupo, às vezes os fundos mútuos conseguem ter um desempenho pior que a média. Certa vez, a revista Forbes fez um gráfico com a performance dos preços das cotas dos fundos em mercados em baixa, e apurou que 90% deles caíam tão rápido quanto os das ações de modo geral, ou mais rápido ainda. Apesar de tudo, os administradores de fundos prosseguem, teimosamente, na busca dessa fórmula mágica. Buscam, porque são pagos para isto; além do mais, em muitos casos, talvez na maioria, continuam buscando porque realmente acreditam que, em algum lugar, há de haver essa fórmula, que é apenas questão de seus computadores serem espertos o bastante para darem com ela. Você e eu, naturalmente, sabemos que a razão pela qual não acham a fórmula é só uma: ela não existe. Sim, sem dúvida, você é capaz de ganhar dinheiro investindo num fundo mútuo - se tiver a sorte de escolher o fundo certo na hora certa. O fato é quem adquire cotas de um fundo mútuo corre os mesmos riscos de quem compra ações isoladamente, ou obras de arte, ou seja lá o jogo em que prefira apostar. No ano seguinte, alguns administradores de fundos de ações terão mais sorte; outros menos. Alguns serão os ‘’quentes’’, Os valores das suas cotas subirão mais depressa, ou cairão mais devagar do que a média. O diabo é descobrir: quais? De forma que retornamos à estaca zero. Se preferir especular em cotas de fundos, estará operando no mesmo caos que encontraria se estivesse especulando diretamente com ações, arte, mercadorias, moedas, metais preciosos, imóveis, antiguidades ou rodas de pôquer. Para você, as regras do jogo têm de ser as mesmas, seja ele fundos mútuos ou qualquer outra coisa. Especialmente no caos dos fundos, não se deixe levar pela ilusão de que existe ordem onde não há nenhuma. Mantenha a cabeça fria e os Axiomas bem à mão. Mantenha-os sempre à mão quando ler ou ouvir conselhos sobre investimentos. Os conselheiros, na sua maioria, têm à venda algum tipo de ‘’ilusão de ordem’’, porque é isto que vende. São ilusões reconfortantes e cheias de promessas. Investidores modestos, pessoas que já saíram chamuscadas ou acham que por ignorância ou medo perderam oportunidades (e quem não acha?), fazem fila à porta de um conselheiro que ofereça uma fórmula plausível, ordenada, de se ganhar dinheiro. Mas você deve encarar com ceticismo qualquer um desses conselheiros. Quanto mais seguro, quanto maior for sua aparência de banqueiro, mais se deve desconfiar, pois mais longe estará o sujeito de admitir que o negócio dele é o caos, que jamais conseguiu se entender ali, nem espera conseguí-lo, e, como todo mundo, tem que correr os seus riscos. Alfred Malabre Jr., um dos editores do Wall Street Journal, é um especulador que aprendeu direito a sua lição. Preparando-se para uma longa estada no exterior a serviço, Malabre procurou quem o ajudasse com os seus investimentos. Queria uma pessoa prudente e competente para tomar conta da sua carteira de ações enquanto estivesse fora. Não era lá uma carteira muito grande, mas, lógico, ele queria que ficasse protegida. Caso o mercado despencasse ou algo parecido acontecesse enquanto estivesse fora, Malabre queria ter alguém a postos para liquidar os seus papéis, ou tomar a iniciativa que se fizesse necessária. Saiu procurando. No seu livro Investing for Profit in the Eighties (‘’Investimentos e Lucros nos Anos 80’’), conta que seu olho bateu no First National City Bank of New York, hoje conhecido por Citibank. Como a maioria dos seus concorrentes, o Citibank oferecia um serviço de administração de carteiras de ações. Se você tivesse um capital e não quisesse operar sozinho, jogando com ele, ou se estivesse temporariamente impedido de fazê-lo - como era o caso de Malabre -, colocava seu dinheiro nas mão do banco, que o arriscaria por você. Em troca de uma remuneração, naturalmente.‘’Bem, está resolvido’’, pensa Malabre. ‘’Parece uma boa solução para o meu problema. Afinal, estou escolhendo o Citibank, um dos dez ou quinze maiores bancos na face da Terra. O que esses caras não souberem a respeito de dinheiro provavelmente não vale a pena saber. Não posso estar errado em entregar essa minha mixaria nas mãos deles. Onde vou encontrar uma custódia financeira de gente mais confiável, mais prudente, mais esperte? Com toda certeza, enquanto eu estiver fora eles não vão perder um centavo do meu dinheiro.Talvez até me façam ganhar uma fortuna!’’ Foi isto que Malabre pensou. Estava padecendo de uma perfeitamente compreensível ilusão de ordem. Onde é que se poderia encontrar mais ordem do que num gigantesco banco de Nova York? Um operador solitário, desorientado, é capaz de ir, vir,ficar dando voltas, e acabar transformando uma rica carteira em pó; um grande banco, nunca. Um banco desses deve ter as suas fórmulas trancafiadas em cofres-fortes. Sempre sabe o que fazer. A conseqüência: os banqueiros por pouco não levaram Malabre à falência. Compraram-lhe um pacote de Avon Products ordinárias a 119 dólares; passados dois anos, estavam a menos de 20. Entupiram-no com Sears a 110, e ficaram olhando até bater 41, 50. Compraram IBM a pouquinho menos de 400 dólares, e ela foi parar em 151. Somente medidas drásticas, tomadas pelo próprio Malabre, evitaram a catástrofe. O que dói ensina. Tão cedo Malabre não esquecerá a lição do Citibank. Você, porém, pode aprender a mesma lição, sem dor, sem se machucar. E a lição é a seguinte: cuidado com qualquer especialista em aconselhamento que, observando o panorama financeiro, afirma enxergar outra coisa que não o caos. Quanto mais ordenado o panorama parecer ao conselheiro ou conselheira, menos esse senhor ou senhora merece a sua confiança. Quando deposita a sua confiança numa ilusão de ordem, você está se ninando para um perigoso sono. Nenhum dos Axiomas de Zurique diz, especificamente, que você tem de ficar de olhos abertos, mas a necessidade está implícita em todos eles. Não cochile, pois pode acordar com o seu dinheiro entrando pelo cano. Se estiver a fim de passar uma tarde divertida e instrutiva, observando como se constroem ilusões de ordem, passe numa livraria e dê uma espiada nesses livros que ensinam a ficar rico de um dia para o outro. Qualquer livrariazinha tem uma porção deles. Encontrará uma ampla variedade de opções de investimentos, talvez até algumas que lhe agradem bastante. Como enriquecer com imóveis. Como faturar alto com moedas raras. Como fazer fortuna com filatelia, títulos públicos, debêntures, prata, ouro... a lista não acaba. Preste atenção numa característica desses livros. A maioria é escrita por gente que afirma ter acumulado fortuna pessoal com o esquema ali descrito. Um título típico seria Como Engordei Meu Capital Com Carne de Porco, que, no caso, significaria ‘’como aumentei meu capital negociando com carne de porco na bolsa de futuros’’. Estarão esses conselheiros falando a verdade? Sim, pode-se dizer que, à maneira deles, estão. Não há por que ser desnecessariamente cínico a respeito. Em quase todos os casos, podemos presumir que os relatos são autênticos. Contudo, o que não somos é obrigados a nos deixar envolver na ilusão de ordem do autor. Ele acredita que ficou rico por ter encontrado a fórmula verdadeira. Mas nós estamos sabendo: ficou rico porque deu sorte. Se você estiver em maré de sorte, qualquer arremedo de esquema o fará ganhar dinheiro. Na maré contrária,não há um sequer que funcione. Alguns desses conselheiros admitem - assim como os Axiomas de Zurique - o importantíssimo papel da sorte. Aliás, os Axiomas não apenas o admitem, eles se baseiam em que, isoladamente a sorte é o dado mais poderoso no sucesso ou fracasso de qualquer especulação. A maioria dos ‘’especialistas’’, porém, ignora a sorte, faz de conta que ela não existe, ou a menciona o mais de passagem possível. Como os banqueiros do Citibank e os administradores do Fundo Soberano de Arte Americana, o negócio deles é vender um elixir milagroso: um sistema ordenado, uma sensação de exercer o controle. Vá por mim, meu filho, não tenha receio, eu conheço o caminho das pedras. Foi por aí que enchi os bolsos. É só seguir essas dicas bem simplesinhas, passo a passo... Tudo bem. Se quiser, pode seguir - talvez até o seu juízo final financeiro. O caso é que a fórmula que deu certo ano passado não é obrigada a dar certo este ano, com um diferente conjunto de circunstâncias financeiras fervendo no caldeirão. Nem a fórmula que funcionou para o seu vizinho funcionará, necessariamente, para você, diante de uma série de casuísmos totalmente diferentes.O fato é que não se pode confiar em nenhuma fórmula que ignore o papel dominante da sorte. Esta é a importante verdade do 5º Grande Axioma. E a verdade nos liberta. O que assinala o papel da sorte não é apenas a possibilidade de esses conselheiros estarem espetacularmente errados; é, também, o fato de que, freqüentemente, vamos topar com dois desses sábios dando conselhos diametralmente opostos sobre o mesmo tema. Aqui na minha estante, por exemplo, tenho dois livros: How Wall Street Doubles My Money Every Three Years (‘’Como Wall Street Dobra o Meu Dinheiro a Cada Três Anos’’), de Lewis Owen, e The Low High Theory of Investment (‘’A Teoria Baixa-Alta de Investimentos’’”), de Samuel C. Greenfield. Owen diz que devemos comprar ações cujos preços estejam em baixa há um ano ou quase isso. A ilusão de ordem de Greenfield assegura que os preços vivem numa gangorra, de forma mais ou menos previsível. Assim,um papel cujo preço se aproxima do fundo do poço não tardará a subir. Não é possível que ambos os sábios estejam certos. O fato é que os dois estão errados. A verdade é a seguinte: o preço de uma ação, ou de qualquer coisa que se compre visando lucro, subirá se tivermos sorte.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Durante um vôo da Lan Chile, em março de 2007, no trajeto de Santiago para S.Paulo, Edite e eu ficamos acomodados numa das ultimas fileiras de poltronas. Ela na janela, eu na poltrona do meio. Ao meu lado sentou-se um moço, de nome Tiago, que disse trabalhar no Banco Santander. Ele puxou conversa porque estava com uma maquina fotográfica na mão, para retratar a Cordilheira dos Andes e para isso precisava aproximar-se da janela. Durante a conversa, falou-se também do mercado de ações, do qual ele se disse especialista. Recomendou a leitura deste livro.


 

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