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Uma Vida Para Seu Filho

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Uma Vida Para Seu Filho

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Bruno Bettelheim  

Editora: Campus

Assunto: Psicologia

Traduzido por: Maura Sardinha

Páginas: 323

Ano de edição: 1988

Peso: 490 g

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Bom
Marcio Mafra
10/04/2008 às 12:51
Brasília - DF

A criação de filhos é um empreendimento complicado: diferente para cada pai. exigente em diferentes aspectos de um dia para o outro, impossível de definir com regras rígidas. uma tarefa tão assustadora quanto gratificante. Bruno Bettelheim nos dá os resultados do esforço de toda uma vida para compreender o que mais clara e crucialmente está em jogo numa criação de filhos bem-sucedida. Ele sugere como é possível criar um filho seguro de si: um filho capaz de enfrentar as dificuldades que necessariamente encontrará pela vida: que está satisfeito com a maneira pela qual foi criado e o que é mais importante está satisfeito com a pessoa que se tornou.

No centro da tese está a convicção de que os pais não devem ceder ao impulso de criar o filho que gostariam de ter, mas devem, ao invés disso, ajudar o filho a transformar-se plenamente - de acordo com seu próprio ritmo - na pessoa que deseja ser e pode frutuosamente se tomar. Bettelheim determina não dar aos pais regras preestabelecidas para a criação de seus filhos, preferindo, antes transmitir a eles a compreensão adquirida em seu trabalho, de forma a que eles possam desenvolver seus próprios insights, aprender a entender o comportamento de seus filhos - e deles mesmos - em situações diversas, enfrentando essas situações da maneira mais proveitosa para o bem-estar de seus filhos.

Bettelheim encoraja os pais a avaliar cada situação à medida que ela ocorre, e a adaptar continuamente suas idéias e práticas às necessidades e respostas imediatas de seus filhos. Examinando um certo número de áreas de conflito típicas entre pais e filhos (por exemplo, as reações dos pais ao desempenho escolar do filho: questões de disciplina: idéias sobre o objetivo da brincadeira), ele sublinha a necessidade de os pais descobrirem o que está realmente em jogo para eles mesmos e seus filhos antes de tentarem determinar a resposta mais apropriada. Sugere que o modo fundamental para os pais obterem esse tipo de insight (talvez sua tarefa mais importante) é o desenvolvimento de uma empatia esclarecedora para com seus filhos - o uso das lembranças de suas próprias experiências infantis e de suas relações com seus próprios pais para chegarem a uma compreensão do que as coisas significam para seus filhos.

Embora nunca ofereça instruções detalhadas ou regras, as sugestões do Dr. Bettelheim devem ajudar o leitor a desenvolver meios tanto de aumentar a intimidade da relação entre pai e filho como de encorajar a habilidade da criança de enfrentar a realidade com êxito em seus próprios termos.

Constantemente enfatiza que a criação de filhos é um esforço criativo, uma arte mais do que uma ciência - um esforço no qual se deve entrar com a mente e coração abertos. O livro é um guia para nos tomarmos não um pai perfeito (uma criatura que, segundo o autor, existe apenas em nossas fantasias), mas, como o próprio título diz, um "pai bom o bastante". Isso, ele nos garante, é tudo que precisamos ser. ( Transcrito das orelhas do livro )

Talvez. A leitura dividida em três partes e muitos capítulos, cada um tratando de setor da educação, é chata, como é chata uma aula de psicologia para não iniciados.

Tem muito de didática, muito de psicologia, muito de auto ajuda.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Bruno Bettelheim decide não dar aos pais regras para criarem seus filhos, mas sugerir como podem desenvolver seus próprios insights, sobre como compreender-lhes o comportamento - e o seu próprio - em qualquer situação, e como enfrentar essa situação da forma mais benéfica para o bem-estar da criança. No centro da tese do autor, reside a crença de que os pais não devem ceder ao impulso de criar o filho que gostariam de ter, mas, ao invés disso, ajudar a criança a desenvolver-se plenamente-segundo seu ritmo próprio-, transformando-se na pessoa que deseja ser e pode ser, de acordo com seus dotes naturais. (Transcrito (em parte) das orelhas do livro)

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A empatia, tão importante para a compreensão que um adulto tem de uma criança, exige que se considere a outra pessoa como igual - não em relação a conhecimento, inteligência ou experiência, e certamente não em relação à maturidade, mas em relação aos sentimentos que nos motivam a todos. Isso requer familiaridade com toda a gama de nossos sentimentos, e não apenas com os sentimentos do momento ou com aqueles que são típica ou habitualmente evocados em nós. Uma resposta empática significa uma tentativa de nos colocarmos no lugar do outro, de maneira que nossos sentimentos nos sugerirão não só suas emoções, mas também seus motivos. Quando estamos tentando criar em nós uma resposta empática, devemos entender o outro de dentro, não de fora, como provavelmente faria um observador interessado e até preocupado, na tentativa de compreender os motivos do outro através de seu intelecto


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não tenho a menor lembrança de como este livro veio parar aqui.


 

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