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Martini Seco

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Martini Seco

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Fernando Sabino  

Editora: Ática

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 64

Ano de edição: 1990

Peso: 75 g

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Ótimo
Marcio Mafra
06/04/2008 às 14:52
Brasília - DF

Martini Seco é um romance policial, curto, gostoso de ser lido, onde o leitor é levado a acreditar num assassinato, que na verdade não aconteceu. A vitima do crime, a segunda mulher do Amadeu Miraglia, que escapou da tentativa de assassinato resolve retirar a queixa contra ele, porque era apaixonada pelo Miraglia e se arrependeu da queixa crime. O caso foi então encerrado na esfera policial e judicial. Então,o detetive Serpa, que nunca acreditou na inocência de Miraglia, caminha por uma nova pista, fazendo-o suspeitar que a morte da primeira mulher do Miraglia havia sido acidental. No final do livro....então só lendo para descobrir o criminoso.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Amadeu Miraglia, marido, e sua mulher Carmen e depois sua outra Maria, que se acusam mutuamente de tentativas frustradas de assassinato. Acabam implicados em mortes reais.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Moitinha, o escrivão, andava preguiçosamente pela sala, palito de fósforo no canto da boca, mãos nos bolsos, puxando a calça para baixo e forçando os suspensórios. Serpa, cadeira reclinada para trás, pernas esticadas, pés cruzados sobre a extremidade da mesa, observava-o, abstraído: - Mulherzinha estranha essa, hein, Motinha? - comentou. - Estranha, mas tem lá o seu lugar - tomou o outro: - É uma mulher interessante. - Pode ser. Que é que você acha desse caso? - Do Miraglia? Sei lá. .. Tenho visto coisas. Não sei é como ele consegue arranjar tanta mulher bonita para matar. Se bem me lembro, é um sujeitinho meio insignificante. - Ele matou mesmo a outra? Com toda a certeza? - Certeza, certeza, quem é que pode ter? O caso não foi tão simples assim. O pessoal da Técnica andou falhando, os jornais fizeram barulho, a Central acabou avocando o inquérito. Denunciaram o Miraglia na base de uma confissão meio velhaca, depois de um trabalhão medonho, eu mesmo disse: besteira! o homem sai livre! E o homem saiu livre. - Tem coisa na história dessa mulher - insistiu Serpa: - Coisa que não está bem explicada. O escrivão parou, palitou os dentes com o pau de fósforo, atirou-o no chão: - Serpa, eu vou lhe dizer uma coisa: em trinta anos de polícia confesso que poucas vezes vi alguma coisa que estivesse bem explicada. O comissário se ergueu, foi até a porta, gritou pelo guarda: - Fortunato! O guarda se apresentou. - Me chame o Bira. - Bira foi ao café - informou o guarda. - Mande ele falar comigo assim que voltar. - Comissário, quando o senhor quiser interrogar o homem. . . - Quando eu quiser eu aviso. Agora vá para o seu posto. Voltou para o meio da sala, dirigindo-se ao escrivão: - Esta é a delegacia mais anarquizada de toda a cidade. Não sei como você agüenta servir aqui durante tantos anos. - No tempo do Lira era pior. - Gostaria de ter uma conversa com ele. - O Lira está aposentado. - Eu sei. Você tem o telefone dele? . Algum tempo depois o Bira se apresentava: - O senhor quer falar comigo, comissário? - Quero que você me traga o homem aqui. - Que homem? - Amadeu Miraglia. - Mas ele sumiu no mundo! Nunca mais ouvi falar... - Não sumiu não, Ele é marido daquela mulher que saiu daqui. Motinha tem os dados todos, pegue lá com ele. Me traga o homem aqui


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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