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Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Gallatin Warfield  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 383

Ano de edição: 1994

Peso: 430 g

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Ruim
Marcio Mafra
09/02/2008 às 17:13
Brasília - DF

Um drama de Tribunal, tão envolvente quando Acima de Qualquer Suspeita, de Scott Turow." Este comentário está na contra capa, escrito em letras garrafais.Claro que se trata de uma grande sacanagem com o leitor. Não basta que seja um livro parecido com o outro. Ambos são da mesma editora, editados somente para faturar. O leitor? Dane-se o leitor.... Seguem mais dois comentários, constantes da contra capa: 1) "O melhor romance judiciário do ano, repleto de suspense...Warfield demonstra uma qualidade excepcional neste tour de force".... 2) "Uma história verossímil, fascinante....o conhecimento jurídico e uma narrativa refinada sustentam este romance de tribunal..." Claro que deveria ser licito ao leitor, acionar a editora e o autor, através da lei do consumidor, porque isto é uma fraude. A história, se baseia num crime, que talvez tenha acontecido ou não. Certamente não. Pois é uma obra de ficção. O romance de tribunal (nada mais ridículo que este nome designativo do tipo de romance) mistura: FBI, crime de abuso sexual em criança, Secreta das Relações Exteriores (ou seu equivalente) dos EUA e a equivalente da Rússia. Serviço secreto americano e russo. Mais: um promotor de interior - desses que ficam logo abaixo de Deus - e um advogado de defesa - desses onde a ética e honestidade fazem escola. Apesar do Gallatin escrever não de todo mal, e a tradução ser de um cara muitíssimo bom - Pinheiro de Lemos - o livro é uma vergonha literária. Vergonha porque parece que o leitor é um débil mental ambulante. Vergonha porque a história é ridícula. Vergonha ainda, pelas expressões como "olhos azeitonados" utilizada para descrever a personagem Jennifer Munday, secretaria do promotor, aquele logo abaixo de Deus. Isso não é estilo. É bobagem pura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Menino de 6 anos é assassinado. A policia corre atrás do criminoso porque a criança era filho de um diplomata russo. Foi acusado do crime um psicopata de nome T J Justice, porque anteriormente ele havia molestado outra criança. Uma grande briga na investigação e uma enorme fogueira das vaidades atinge o processo judicial.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Jennifer Munday era sempre a primeira funcionária a chegar no gabinete do promotor público. Todos os dias, a assistente da promotoria acordava às 5:00, lia o jornal, fazia as palavras cruzadas, fazia os exercícios de Sunrise Stretch com Matty Swenson, tomava um banho de chuveiro, vestia-se e partia para o trabalho. Já tinha o café preparado na biblioteca do escritório pelo menos uma hora e meia antes de mais alguém chegar. Era atraente, num estilo profissional. Pele bem clara. Cabelos castanhos, lisos e lustrosos. Óculos grandes, que encobriam um par de olhos azeitonados....." Trecho..."- Muito bem, dê-me o veredicto. O psiquiatra pegou uma das folhas de teste. - QI de cento e quarenta e cinco. Não há disfunção cerebral orgânica. Grave distúrbio de personalidade anti-social. Traços de personalidade passivos-agressivos. Nenhuma psicose ostensiva. E... - Ele virou a página - ...pedofilia obsessiva. King assoviou. - Parece que nosso garoto carrega uma porção de material explosivo em sua cabecinha feia. Conseguiu informações específicas sobre o crime? - Não. Ele diz que não se lembra. - Foi o que também alegou para mim. O que você acha? É tudo invenção? O médico folheou mais algumas páginas. - Tentei submetê-lo ao analisador de estresse na voz. Achei que ele relaxaria um pouco se não soubesse o que era, e por isso informei que se tratava de um medidor de atividade cerebral. Tudo correu bem até que o pressionei sobre o esquecimento. Ele se calou. Não quis dizer mais nada enquanto o aparelho não fosse desligado. - Chegou a alguma conclusão? - Só parcial. Parece que ele fala sério. - Como assim? - Que realmente não se lembra. Pelo menos foi esse o primeiro resultado que obtive, mas não posso ter certeza sem um teste de confirmação. King tirou o papel da mão do médico. As linhas ondulantes paravam de repente no meio da página, interrompidas quando Justice se recusara a continuar o teste. Teriam de prolongar até o limite para completar o ciclo. - Importa-se que eu use sua copiadora? O advogado levantou-se, tirando uma pilha de papéis de cima da copiadora antiga num canto. Ao voltar, pôs a cópia em cima da mesa do dr. Fender e pegou uma caneta num copo de madeira. Fez alguns traços. - Qual é a sua opinião agora, doutor? - indagou King, estendendo o papel. Graças ao advogado de defesa, as linhas haviam concluído a jornada do princípio ao fim, criando um documento completo. - Estou convencido de que o homem disse a verdade - respondeu o médico, com um sorriso diabólico.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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