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Armadilha Submarina

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Armadilha Submarina

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Ian Slater  

Editora: Nova Cultural

Assunto: Romance

Traduzido por: Silvio Monteiro Deutsch

Páginas: 288

Ano de edição: 1990

Peso: 200 g

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Ruim
Marcio Mafra
07/02/2008 às 17:41
Brasília - DF

Armadilha Secreta é daquelas historinhas da carochinha, de heroísmo bobo, trouxa e infantil que americano tanto adora contar, ler, ouvir e propagar. Se tais romances ainda são numerosos atualmente, imagine-se o que acontecia na época em que era evidente a divisão "vermelhos comunistas comedores de criancinhas x democratas cidadãos perfeitos que lutam pela liberdade".O Muro de Berlim, símbolo maior da divisão comunismo x capitalismo, foi erguido em 1961. Só foi demolido em 1989. Durante os 28 anos, qualquer coisa valia para confrontar URSS x EUA. Ian Slater publicou o Armadilha Secreta em 1989. Era uma aventura para salvar os destroços de um submarino nuclear, de bandeira americana, um monstrengo de 16 mil toneladas de material radioativo. Aquele monstrengo de aço, ficou aprisionado e submerso em águas internacionais, sob o gelo, na fronteira polar da URSS x EUA. Tripulação ameaçada de morte, segredos militares ameaçados de caírem em mãos inimigas, deixavam o Pentágono de cabelos em pé e requeriam um verdadeiro herói para a sua salvação. Frank Hall. Lindo..... Embora bem escrito e bem traduzido, a história é uma bobagem, pobre e infantil




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O submarino New York sofre um acidente, no oceano pacífico norte, perto da fronteira EUA/URSS. É o suficiente para o começo de uma luta entre as duas potências nucleares, para salvar os destroços e preservar os segredos estratégicos de cada armada.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Desde que a notícia foi divulgada em Moscou, hordas de jornalistas baixaram nas casas dos familiares dos homens da tripulação do New York, usando táticas que iam da persistência bem-educada à verdadeira invasão da privacidade para conseguir informações. A princípio, Glória Bernardi achou que seria deixada em paz, considerando que os repórteres se fixariam nos parentes da tripulação, o que realmente aconteceu até que um jornal de Londres descobriu a história da prisão de Frank em Astória, publicando apenas uma versão sensacionalista do ocorrido. No dia seguinte vários jornais americanos noticiavam o fato, e quando foi trocar de roupa Glória descobriu um fotógrafo do lado de fora da janela de seu quarto. A partir daí ela não teve um instante de sossego. Foi pressionada e era rodeada por fotógrafos e repórteres assim que punha um pé, para fora de casa. Ela entrou em contato com as relações públicas de Marinha para que desmentissem a história toda, mas o que aconteceu foi que, por ordem do CON, lhe disseram que tal ação apenas garantiria para a maioria dos jornais que a história era verídica. Uma noite, Glória tentou relaxar vendo TV, e ouviu a notícia de que estavam pensando em usar Frank Hall como alarme contra tubarões: bastava soltá-lo numa praia e ela estaria vazia em segundos. O apresentador falou sorrindo, mas Glória gritou de raiva ao ouvir isso. "Será que esses idiotas não percebem que é exatamente o oposto?", pensou ela. "Frank está arriscando a própria vida para salvar aqueles homens..;" Desesperada, telefonou para suas duas melhores amigas, mas os telefones de ambas estavam ocupados. Desejava ter os braços de Frank a sua volta, e por um instante sentiu raiva dele porque a deixara enfrentando tudo aquilo sozinha; depois sentiu-se culpada por causa da raiva e começou a chorar. No momento em que mais precisava do apoio de alguém, não havia nenhum amigo para ajudá-la. A trezentos e trinta metros de profundidade, tudo que Frank Hall via a sua volta era uma imensidão imutável de azul quase negro. A trezentos e sessenta metros, a luz que provinha da superfície não passava de um ponto pouco brilhante diretamente acima, e a única sensação de movimento vinha das correntes que balançavam o Serena I enquanto descia. No interior do submersível, o ruído regular do sonar servia para acalmar o oceanógrafo e também para reforçar a sensação de solidão. Seu único contato com o mundo, com a fragata Boise, era o rádio que transmitia em nove e meio quilohertz. Frank não parava de verificar as luzinhas à frente e acima, registrando profundidade, velocidade de descida, salinidade da água, todos fatores que poderiam afetar a propagação do som. Então preparou a câmera fotográfica com disparador regulado por cronômetro e pressionou o marcador de tempo no traçador do sonar. O feixe estreito do sonar ativo, que compensava a pequena área coberta com uma precisão milimétrica na avaliação da profundidade abaixo de Hall, mostrava muito pouco do fundo do oceano em si. Lá em cima, na Boise, o sonar não registrava o formato globular do Serena I, mas informava sua posição, apesar das turbulências que enfraqueciam os sinais. O oceanógrafo apertou o botão de regulagem de equilíbrio automático, reduzindo a velocidade de descida, pois já vira uma vez um submersível colidir com o fundo e implodir porque o piloto se esquecera de controlar a velocidade de descida. A essa altura já estava fundo o suficiente para usar os holofotes. O facho branco das lâmpadas de halogênio refletia nos milhões de microorganismos que preenchem a água como se fossem uma neblina, reduzindo a visibilidade para três ou quatro metros. Os instrumentos diziam que o fundo estava a apenas trinta e cinco metros. Se a profusão de pequenas criaturas marinhas estava confundindo a leitura do sonar, Frank não sabia dizer. Mas algo parecia interferir com as leituras do Serena. Tudo que Hall sabia dizer era que a tela do sonar estava em completa confusão. E então, à esquerda, ele viu num lampejo uma forma que parecia ser uma imensa mandíbula de um tubarão branco vindo em sua direção. Na ponte da Boise, Bryce mantinha o fone do sonar junto à orelha. O capitão Peters estava curvado sobre a mesa das cartas.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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