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De Volta à Vida

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De Volta à Vida

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Nadine Gordimer  

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Ivo Korytowski

Páginas: 198

Ano de edição: 2007

Peso: 260 g

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Bom
Marcio Mafra
15/09/2007 às 12:41
Brasília - DF

Escritora como Nadine, que utiliza temas políticos ou sociais, vira a luz da fama e da importância sobre sua pessoa. Coisa boa e - sobretudo - inteligente. Quando o escritor é muito bom e se destaca apenas como um literato, as luzes se voltam para a obra e, por vezes, refletem até sobre os personagens. De Volta à Vida, o primeiro livro da autora traduzido para o Brasil, a despeito da premiada carreira da Nadine Gordimer, é apenas um livro médio. Nele a autora aborda os problemas ambientais por meio de uma doença de Paul, seu personagem principal. A narrativa segue permeada pelo câncer que o acometeu, questões ambientais, casamentos e mudanças de vida. A luta pela vida do ecologista de 35 anos que militava contra a construção de uma central nuclear na África do Sul, passa por uma grande ironia dentro da história. A radioterapia a que se submete o torna radioativo. A mulher de Paul, Benni, uma executiva do ramo da publicidade, e o filho Nickie sempre que visitam Paul, precisam manter certa distância por causa da radioatividade. Durante esse período de quarentena, Paul Bannerman se compara a um leproso, pessoa da qual ninguém pode se aproximar. Durante o tratamento ele vai morar na casa dos pais. Passa seus dias no jardim da casa, um microcosmo da natureza com a qual estava habituado a conviver. Quando Paul volta para sua casa, as mudanças se precipitam na vida de todos da família, como é previsível desde o começo da história. Trechos bons, citações interessantes é claro que tem, porque Nadine é escritora de talento. Mas, também tem muitas e muitas passagens chatas, monótonas e detalhistas, talvez porque a edição e tradução tenham sido feitas às pressas, para vender e vender durante a Flip.




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Paul Bannerman, que lidera uma campanha contra a construção de uma usina nuclear, na África do Sul. Sua mulher, filhos e família vêem desabar as suas estruturas e a carreira de Paul quando este recebe o diagnóstico de que possui um câncer muito violento....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Radiante. Literalmente radiante. Mas não emitindo luz como os santos mostrados com uma auréola..... 

Em uma área adjacente a um deserto é extrema. O teor de sal toma-se elevado; problema de contaminação, ay. Yebo! Mas não. Solucionado pela própria matéria. Árvores absorvem a água até as ilhas, para crescerem. O sal vem junto. A areia filtra o material salobro: água limpa flui de volta, alimenta peixes e os predadores dos peixes: os crocodilos, hipopótamos, águias-pescadoras. - Cho! Ayeye! Você está esquecendo algo, chefe. Não leu? No final, o sal acaba matando as árvores, não há nada para conservar a ilha, ela se desintegra, volta para a água. - Sim, mas há certa formação de turfa, e, com a próxima estação chuvosa, os rios voltam a descer. - De Angola, de... -A areia bloqueia canais nos juncos e papiros, ilhas se formam de novo, mudas voltam a brotar, quem sabe há quanto tempo isso vem acontecendo? - Tuka! O sal? Então o que aconteceu com o sal? - Exato, não sabemos como o sal é controlado. Ele é. Pelo jeito se infiltra por cursos d'água subterrâneos com diluição crescente e se dispersa amplamente em níveis aceitáveis por ou trás áreas da região, parte de, todo o sistema Continental Sul. Nós bebemos essa água! É nisso que devíamos trabalhar: como, com o Okavango, se consegue o equilíbrio entre positivo e negativo... - E você acha que isso os fará mudar de idéia sobre construir as represas. Eish! - Meu irmão, as represas são contradições totais. Todo esse equilíbrio harmoniosamente controlado será destruído. Para sempre. Devia haver uma categoria. Desenvolvimento Destrutivo, corporação fechada do desastre. Temos falta crônicas de água, e eles não entendem que esse... o quê? fenômeno, maravilha, muito muito mais do que isso... essa inteligência da matéria recebe, contém, processa e enfim distribui a substância até....


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Livro comprado durante a Flip, em Parati, Rio de Janeiro em julho de 2007. A própria Nadine Gordimer, do alto dos seus 84 anos de idade, esteve presente na Flip onde foi festejada e incensada, não somente por ser uma escritora Africana que combateu o apartheid, mas também, por se tratar de uma ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 1991. Portanto, não havia como não comprar livros de Nadine Gordimer. Conheci pessoalmente a escritora Nadine Gordimer. Eu e mais aquela multidão de gente que estava na Flip. Depois eu fico pensando. Leitor não devia conhecer pessoalmente o escritor. O contato do escritor com o leitor, geralmente se dá num evento social. Pode ser na Flip ou numa noite de autógrafos. Claro que em contatos sociais as pessoas se comportam civilizadamente, agradavelmente, são solicitas, gentis e simpáticas.  Nessas ocasiões o leitor acaba ficando "fã" do escritor e o admira também pelas qualidades humanas. Daí o leitor não conseguirá ler o livro sem os olhos da simpatia, da eventual amizade e da admiração. Poderá ganhar um novo amigo ( o que é muito bom) e também poderá ler um livro ruim (o que não é nada bom).  


 

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