carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Guardião de Memórias

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Guardião de Memórias

Livro Ótimo - 3 comentários

  • Leram
    15
  • Vão ler
    14
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    7

Autor: Kim Edwards  

Editora: Sextante

Assunto: Romance

Traduzido por: Vera Ribeiro

Páginas: 361

Ano de edição: 2007

Peso: 580 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Excelente
José Gabriel Bezerra da Silva
07/03/2018 às 17:22
Afogados da Ingazeira - PE
Uma narrativa intensa e voltada para fatos, possíveis, da realidade e capaz de prender o leitor, fazendo-o refletir sobre assuntos importantes, como o amor, a vida, as escolhas e as consequências.


Excelente
loriva hendges pittelkow
17/06/2016 às 13:40
Gravataí - RS
Este livro nos faz pensar em como é fácil opinar quando se trata da vida de outras pessoas. Mexe muito com sentimentos, toca profundamente.muito bom para reflexão de quem somos realmente.

Bom
Marcio Mafra
23/10/2007 às 18:24
Brasília - DF

O Guardião de Memórias é um livro da moda. A autora, com inteligência procurou um tema da atualidade, tanto nos EUA como na Europa ou América do Sul. A Síndrome de Dow é emocionante. A escritora, numa entrevista lá nos EUA, falando sobre o personagem principal, disse: "Eu sabia desde o início que David não era uma má pessoa. Ele tomou a decisão errada no inicio do romance, mas mesmo assim ele age fora daquilo que ele acredita. Porém, suas intenções são boas: o desejo de proteger Norah de grande tristeza e até do luto, e ainda, fazer o que um médico achou melhor - naquele momento - para uma criança com Síndrome de Down..." Claro está que uma declaração desta, sobre um personagem fictício é só para causar polêmica e fazer vender o livro. O tema central é bom, embora discutível. Mas, a narrativa - lá pelas tantas - fica pesada, repetitiva, vagarosa e a leitura não flui. Parece que a Kim Edwards se perde um pouco e alonga por demais certos parágrafos, com descrições acessórias, que fogem do foco principal. Mesmo assim, vendeu mais de três milhões de exemplares nos Estados Unidos. A história sobre as vidas paralelas, famílias separadas pelo destino, segredos do passado e manifestações de amor são colocadas no livro para encantar o leitor. Esse é daqueles livros: "muita galinha pra pouco ovo".


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história dos gêmeos Paul e Phoebe. Quando nasceram, um deles tinha síndrome de Down. Eles eram filhos de um médico, David que, ainda na mesa de parto, mandou a enfermeira Caroline se livrar de Phoebe. Para a mãe das crianças, Norah, Paulo disse que a gêmea tinha nascido morta....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Do lado de dentro, o ar estava quente, com um vago cheiro de mofo. Enquanto Duke telefonava para casa, para dizer que ia se atrasar, Paul abriu uma janela e a brisa levantou as cortinas feitas por sua mãe. Antes de começar a trabalhar fora, ela costumava redecorar a casa inteira todo ano. Paul se lembrava de vê-Ia debruçada sobre a máquina de costura, xingando quando a linha arrebentava ou embolava. As cortinas tinham fundo creme, com paisagens rurais num azul-escuro que combinava com as listras escuras do papel de parede. Paul lembrou-se de quando se sentava à mesa, olhando fixo para as imagens, como se, de repente, as figuras pudessem começar a se mexer, a sair de suas casas, a pendurar a roupa na corda e dar adeusinho. Duke desligou o telefone e deu uma olhada em volta. Soltou um assobio. - Cara, você é rico - comentou. Sentou-se à mesa de jantar e abriu um retângulo fino de papel. Paul ficou observando, fascinado, enquanto Duke dispôs uma fileira de pedacinhos de erva e as enrolou num tubo branco e fino. - Aqui não - disse Paul, constrangido no último minuto. Os dois foram sentar do lado de fora, na escada dos fundos, o baseado acendeu-se com um clarão laranja na ponta e passou entre eles, para lá e para cá. No começo, Paul não sentiu nada. Começou a chuviscar, parou e, depois de algum tempo - ele não tinha certeza de quanto -, Paul percebeu que estava olhando fixo para uma gota d'água no degrau, vendo-a espalhar-se lentamente, fundir-se com outra e depois pingar na grama pela borda. Duke ria alto. - Cara, você devia se ver! Você tá chapadão! - Me deixe em paz, seu babaca - disse Paul, e também começou a rir. Em algum momento, eles entraram, mas não antes de a chuva recomeçar e deixa los encharcados, com um frio repentino. A mãe de Paul deixara uma panela de comida no forno, mas ele a ignorou. Em vez disso, abriu um vidro de picles e outro de pasta de amendoim. Duke encomendou uma pizza, Paul pegou o violão e os dois foram para a sala de estar, onde ficava o piano, para levar um som. Paul sentou-se na beirada da lareira suspensa e dedilhou alguns acordes, depois seus dedos começaram a se mover pelos trechos familiares das peças de Segovia que ele havia tocado na véspera, Estúdio e Estúdio cem luz. Os títulos o faziam pensar no pai, alto e calado, debruçado sobre o ampliador na câmara escura. As melodias davam a sensação de luz e sombra, uma em contraste com a outra, e nessa hora as notas se entremearam com sua vida, com o silêncio da casa, as férias na praia e as salas de aula da escola.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Trabalhei na CDL de outubro de 2002 até maio de 2007. Foi um trabalho muito pesado, em quase todos os dias daqueles cinco anos. Ao sair, eu me encontrava bastante cansado, e, sobretudo, desgastado físicamente. Foi quando Edílson Freitas da Silva, estudante de direito, um dos "Assistentes da Superintendência" me surpreendeu completamente ao informar que havia incluído o meu nome, na dedicatória que os acadêmicos costumam apor na monografia que apresentam à banca examinadora, ao término de seus cursos. Dias depois, mais precisamente em 19 de junho, ele me presenteou com um exemplar, encadernado, da monografia "A Quantificação do Dano Moral" juntamente com este "O Guardião de Memórias". A inesperada manifestação de carinho do Edílson foi uma emoção muito marcante, e que me deixou muito feliz.


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2021
Todos os direitos reservados.