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A Estratégia de Lilith

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A Estratégia de Lilith

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Alex Antunes  

Editora: Conrad

Assunto: Erotismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 220

Ano de edição: 2001

Peso: 300 g

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Ótimo
Marcio Mafra
17/01/2008 às 10:40
Brasília - DF

A Estratégia de Lilith, é tão bom que dá vontade de ser amigo do personagem e andar com ele pela cidade, segundo o Marcelo Rubens Paiva. Hagamenon Brito, da Folha da Bahia, disse que é um livro que é puro transe autobiográfico para ele e pura tesão narrativa para quem lê. É uma narrativa na primeira pessoa, sendo que o personagem recebe o mesmo nome do autor. Uma mistura de ficção com realidade, que transita com facilidade pelo universo do sexo, particularmente da prostituição de baixo nível social. Também transita pelas drogas, pelos rituais lisérgicos de falsa espiritualidade e religiosidade, misturado à bruxaria e magia. No meio disso tudo, surge uma voz feminina que passa a ser o seu guia espiritual. Ela é Sish, que figura como a outra autora deste livro e interfere na narrativa, sempre que Alex se permite a beberagem lisérgica que lhe transporta ao transe. Leitura desestruturada, mas boa. Livro diferente dos usuais. Ótimo.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do jornalista Alex, que é demitido do emprego, mesmo sendo amante de sua chefe. Daí em diante ele viaja pelo universo da prostituição, pelos rituais lisérgicos e pelas coisas da espiritualidade, buscando refugio para suas angustias e facilidades para atingir seus objetivos sociais e profissionais.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

...."- Peraí, Lili. Não sou eu que vou encher teu saco agora. Só fiquei espantado. Ela parou e olhou bem pra mim. -O cara gosta de mim, entendeu? Ele quer que eu vá morar com ele, porra. Eu acho ele legal. E eu tenho que sair da casa dos meus pais (pausa). Ele ganha um puta salário, entendeu? Não. Uma puta de um cliente só me parecia um péssimo negócio. Não dá para faturar com as flutuações do mercado. Claro que eu não podia dizer isso pra ela, não desse jeito. Não pensei em outro. Fiquei quieto. Ela também. Eu queria ir embora. Fui saindo. Ela me parou. - Sabe por que eu te contei isso tudo? -Não. - Porque eu gosto de você. Aí já era demais para a minha pobre compreensão. Saí, sem voltar para falar nem com a Val nem com a Lari. ........De noite a Jane me ligou. De novo eu adorei falar com ela. Incrível como eu gostava daquela menina. - E aí, desta vez você vem? - Você ficou com raiva de mim? - Sê tivesse ficado não estava convidando de novo. - Então eu vou. Se você mandar o dinheiro da passagem logo,na semana que vem eu estou aí. - Tenho que mandar o dinheiro outra vez é? Ela riu, a sem-vergonha. - O que é que você acha? - E a tua família? - Minha irmã se separou e está morando aqui com a gente de novo. Não paga nada. Quando desliguei o telefone eu estava com uma ereção valente. Desci para a rua. Andei até o ponto da Katinha, e ela não estava. A porta da pensão ficava trancada nesse horário, mas tinha um cara saindo. Aproveitei para entrar. Tinha luz no quarto dela,mas ninguém atendeu quando eu bati. - Kátia. Kátiaaaaaaaaaaaa. Não podia zoar muito por causa da hora, mas queria que ela atendesse. Eu sabia que ela estava lá. Por que ela não atendia? Porra. Era óbvio. Tive que me controlar, e voltei para casa. Aí não me controlei mais. Liguei para o número do celular dela. Ela atendeu. - Kátia? - Alex? - Oi... - Eu ouvi você batendo. Caralho. Não deu pra sacar que eu não posso atender? - Eu preciso falar com você... - Agora não, tá? Depois te ligo. Desligou, com aquele tom de dispensa. "Não nos ligue, nós ligaremos.. Não deu nem para contar que eu ia viajar. Desci de novo, e fiquei ali por perto, tomando umas cervejas na barraquinha do Ceará. Vi quando o assaltante de banco saiu da pensão. Vinte minutos depois ela desceu. Toda cor-de-rosa, de microssaia e top. Me viu, e não gostou. Aproximou-se mas não me beijou. - Que que é, você é que vai querer me controlar agora? Não chega o outro? Trocou de lugar com ele? Esse era um risco que eu corria. - Desculpe, não queria te aporrinhar. Só queria te ver porque eu vou viajar. Ela se desarmou um pouco. - Vamos subir para fumar um. Eu não queria, mas era minha melhor chance. Aí passou um cara olhando feio pra ela. - E aí, pode ser ou tá difícil? - Calma aí - respondeu ela para o mal-encarado. - Hoje não fiz nenhum programa ainda (o assaltante não pagou, eu pensei). Passa aí mais tarde que eu te pago. - Senão vai ficar chato - completou ele. Subimos. Senti que o clima estava carregado. O quarto estava uma zona só, com as roupas e os trecos dela jogados pelos cantos.Até um vibrador tinha em cima da cômoda. - Quem é esse que te cobrou? - Um mané que me vende incenso. Se era mesmo, não parecia. - E esse vibrador? É você que usa? - Às vezes eu enfio até o bagulho do xampu. Mas é bom ter um vibrador pra quando um cara quer que a gente enfie no cu dele. De vez em quando me aparece um desses. Enquanto ela dichavava o fumo tentei abraçá-la por trás. - Óoooooooo. Pó pará. Ela acendeu, deu uma tragadada. Teimei. - Você tinha dito que a gente já sair, que você ia chupar meu pau sem camisinha... podia ser agora né? Minha voltagem é maior que a do teu vibrador. - Nem é. Vamos mudar de assunto, tá? Se você quiser a gente faz um programa, mas vai ser no hotel. Nem aqui, nem na sua casa. E você vai me pagar integral, cem paus. Eu estava ficando puto com o jeito dela. Senti a raiva eletrizando o ar. Fumei também. Ela me olhou feio e piorou a situação um pouquinho: - Aliás, se você começar a me encher o saco eu não saio mais com você nem pagando. - Aí, você precisa ser estúpida desse jeito? - Se você for pegar no meu pé, preciso sim. Estourei com ela. Levantei para sair. O quarto girou. - Se você não enche a minha bola eu não posso encher a sua. - É? Foda-se você também. .....


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para contar sobre este livro


 

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