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A Emoção é A Regra

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A Emoção é A Regra

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Albert Cohen  

Editora: UNB

Assunto: Sociologia

Traduzido por: Elia Ferreira Edel

Páginas: 419

Ano de edição: 1999

Peso: 605 g

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Ótimo
Marcio Mafra
04/07/2002 às 17:38
Brasília - DF
O livro discorre sobre o sucesso de 13 grupos de notáveis empreendedores da Europa,durante um século, no período que vai dos de 1.850 até 1.950. O primeiro caso analisado é fantástico. É a história de um fabricante de cadeiras, chamado Thonet, que em 1904 vendia e exportava suas cadeiras para 24 países. Na época, a sua embalagem de despacho era fenomenal: numa caixa de 1 m3 cabiam 36 cadeiras desmontadas. Somente um de seus modelos, a cadeira nº 8, vendeu - nada menos - que 50 milhões de peças. Em cada caso, o autor demonstra que a emoção, foi regra na criatividade e, consequentemente, no sucesso dos empreendimentos. O livro é , também, uma aula de sociologia e de história. A leitura é cansativa, as vezes maçante. Mas vale a leitura, quando nada, pelo simples fato de imaginarmos o que são 50 milhões de cadeiras fabricadas,vendidas e exportadas, por volta do ano 1900 ? Cem anos depois, no ano 2000, nenhuma fábrica do mundo ocidental fabrica tantas cadeiras. Talvez a China ainda venha a produzir e exportar tanta coisa de uma só peça. A criatividade se estende pelos demais casos analisados. Em alguns ressalta mais a criatividade, noutros o ócio coletivo. Um ótimo livro.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Análise de treze casos, de sucesso empresarial, ocorridos na Europa durante cem anos, entre 1850 e 1950, onde a emoção foi o motor da criatividade. São eles: A fábrica de cadeiras Thomet, A Estação Zoológica de Nápoles, O Círculo Matemático de Palermo, O Instituto Pasteur de Paris, Blomsburry, A Politécnica de Wiener Werkstake, O Círculo Filosófico de Viena, A escola de arquitetura Bahaus, O Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt, Fernini e o grupo da Rua Panisperna, O Instituto Central de Restauração de Roma, A Escola de Biologia de Cambridge, O projeto Manhattan em Los Alamos.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Promoção e distribuição. Basta folhear os catálogos, particularmente o primeiro, para perceber a importância que a Gebrüder Thonet atribuía a uma boa apresentação ao mercado. Para que melhor se conhecesse seus produtos, a firma procurou criar uma imagem unitária e singular de si mesma que, unificando os modelos de maneira inconfundível, os tornasse mais visíveis. Trezentos e quarenta exemplares entre cadeiras, cadeiras de balanço, camas, divãs, floreiras, bengaleiros são apresentados no primeiro catálogo, numa forma cuidadíssima, numa produção estilisticamente coerente, desde o design dos produtos até a apresentação gráfica impecável. Por esse primeiro catálogo pode-se ter uma idéia da dimensão internacional da Gebrüder Thonet e do cuidado que se teve na distribuição do produto. Realmente, de Budapeste a Nova York fora criada uma rede de pontos de venda com filiais em muitas partes do mundo: Mônaco, Berlim, Hamburgo, Frankfurt, Praga, Brünn, Graz, Barcelona, Odessa, Paris, São Petersburgo, Moscou, Marselha, Londres, Amsterdã, Bruxelas. Na Itália a firma possuía três filiais: em Roma, Milão e Nápoles. É sempre graças à genialidade de Thonet que o transporte das peças podia se realizar com maior facilidade. Enquanto os fabricantes tradicionais de móveis uniam os elementos de uma estrutura com o uso de pinos de madeira e cola, Thonet realizava a junção das peças através do emprego de parafusos e tira-fundos ou de encaixes e grampos metálicos para as estruturas mais complexas, como as camas e os divãs. O uso dos parafusos tornava mais fácil o transporte dos móveis. A desmontagem trazia enormes vantagens: simplificava a embalagem e tornava mais fácil a reposição das peças que estragavam. Além disso, a montagem e a facilidade de intercâmbio dos elementos permitiam experimentar soluções diversas. No campo do design, estamos diante de uma solução revolucionária do problema produtivo que, pela primeira vez na história, é estabelecida e resolvida com a aplicação de um método; um método que tem a exatidão de uma equação matemática


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Naquele programa de TV, em que o entrevistado fica sentado numa cadeira giratória, no centro do palco, cercado por jornalistas entrevistadores, dispostos num plano mais alto - assisti a uma entrevista do autor que falava da emoção e do ócio, como pedras basilares da criatividade. Achei muito inteligentes as colocações do entrevistado.Durante a entrevista ouvi menção ao livro. Anotei o nome e o comprei.


 

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