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Nosso Senhor e Nossa Senhora na Poesia Brasileira

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Nosso Senhor e Nossa Senhora na Poesia Brasileira

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Da Costa Santos  

Editora: Mantiqueira

Assunto: Poesia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 369

Ano de edição: 1951

Peso: 395 g

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Bom
Marcio Mafra
27/07/2002 às 16:59
Brasília - DF
A linguagem poética é muito difícil de se entender. Diferentemente da prosa. Por isso são poucos os leitores que têm predileção pela poesia. Preferem a prosa. Nestes mais de 200 poemas, alguns de autores muito famosos, se confirma a dificuldade de entendimento. Na prosa o autor descreve um ambiente, consegue trazer para o texto as emoções e beleza dos lugares, coisas e personagens. Quando "o ambiente" está preparado, o autor solta os personagens, que falam, gesticulam, gritam, sussurram e agem. Na poesia, o poeta percebe tudo ao redor da cena, introjeta-se dessas percepções, inspira-se e solta os personagens, coisas ou fatos, completamente prontas e acabadas, herméticas, tanto na rima como no texto. O poeta declama. O leitor só lê.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Coletânea, não religiosa, de 257 poemas de vários autores, sobre três temas: Deus, Jesus e Nossa Senhora. Reúne mais de 200 poetas e poetisas, destacando-se: Casimiro de Abreu, Brito Machado, Heráclito Viotti, Carminha Gouthier, Annibal Burlamaqui, Alphonsus de Guimarães, Gastão Machado, Alvares de Azevedo, Agusto Frederico Shimidt, Vinicius de Carvalho, França Campos, Catulo da Paixão Cearense, Aloysio de Castro, Vicente de Carvalho, Aloysio de Castro, Arthur de Azevedo, Hermes Fonte, Muniz Barreto, Celso Brant, Maria de Lurdes Duaillibe, Da Costa Santos, Martins Fontes, Edyla Mangabeira, Carlos Drumond de Andrade, Humberto de Campos, Augusto de Lima, Casra Burnier, Diogo Feijó e Cruz e Souza.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

JESÚS Emilio Kemp Ó luz dos homens! Luz piedosa e santa.! Luz que alumia o báratro medonho Da vida, onde não há repouso, e o sonho E' venenosa flor de falsa planta! Luz que nunca vacila e nem quebranta! Luz que gerou o fruto de ouro inconho Da Bondade e do Amor! . . . Luz, eu deponho Em ti, minha razão, que a Fé suplanta: Não sem ter meditado anos mais anos, Nas palavras, nos atos, nos arcanos Do teu martírio - acerbo e eterno espanto! Porque, Jesus, surpreende o teu tormento, Tua resignação no aviltamento! - Que homem fora capaz de sofrer tanto?


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em novembro de 1962, quando morávamos na quadra 24 da W-3 Sul, hoje quadra 709, ao chegar em casa havia uma reunião social dos amigos de meu pai. Um dos poucos que eu não conhecia, era o Da Costa Santos. Mineiro, acredito que da mesma idade de meu pai, alto, magro e formal. Falava devagar e demonstrava alguma dificuldade na articulação das mãos. Pareceu-me que tinha algo parecido com a doença de Parkinson. Durante o pouco tempo que lhe dei atenção, me impressionou bastante a conversa fácil, simpática e culta. Disse-me que era poeta. Ao sair, me presenteou com este livro, tendo-o dedicado assim: " Ao jovem amigo Márcio Flávio, este livro e a minha homenagem. Da Costa Santos. Nova Cidade, 15/11/62" Só os poetas têm a sensibilidade para escrever Nova Cidade, ao invés de Brasília. Depois dessa data, nunca mais soube qualquer notícia sobre ele.


 

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