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Discursos 1967

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Discursos 1967

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Marechal Castelo Branco  

Editora: Imprensa Nacional

Assunto: Discurso

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 90

Ano de edição: 1974

Peso: 335 g

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Ruim
Marcio Mafra
27/07/2002 às 17:48
Brasília - DF
Nos idos do golpe militar de 1964, surgiu na mídia, a possibilidade do Ditador Castelo Branco ser candidato a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Para contrapor a inexistência de obras publicadas, rapidinho, foi providenciada a edição dos seus discursos. Certamente, para não correr o risco de uma derrota, a candidatura não se efetivou. Verdade, ou não, sabe-se que todo ditador, inexoravelmente, se aproxima dos educadores, dos artistas e dos escritores para demonstrar à sociedade, um certo verniz cultural. Como ele não escreveu livro nenhum, restou o livro dos discursos. Discursos 1967, quando nada, vale para conhecer parte do pensamento dos golpistas militares, pois alguns dos discursos foram feitos de improviso, entre eles: Forças Armadas, Nacionalismo e Política Nacional. Muito interessante, também, sob o ponto de vista político, foi o discurso proferido sobre Segurança e Desenvolvimento, durante a Aula Inaugural na Escola Superior de Guerra. O livro - como peça de leitura - é pessimo, cansativo e chato. Fica a impressão que o autor era o único dono da verdade, da lei, da ordem, do progresso, da retidão, da moral e dos bons costumes, coisa aliás, típica de ditador.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Discursos proferidos pelo ditador Humberto de Alencar Castello Branco, no período de 2 de janeiro a 15 de março de 1967.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ao receber o titulo de Cidadão Goiano, no Palacio das Esmeraldas, Goiania, 2 de março de 1967. No fundo dos discursos proferidos, encontra-se, além de generosas palavras, de julgamentos magnânimos, a associação do Presidente da República aos destinos do Estado de Goiás. E se esta foi a diretriz do Governo em relação a Goiás, ela se deveu ao fato de ser este Estado uma unidade da Federação e, muito mais, por ter o Brasil, dentro dele, o seu próprio destino. Não esqueço os dias duros dos fins do ano de 1964. Foi decretada a intervenção federal no Estado de Goiás. O Governo Federal fez a proposição ao Congresso, a fim de que este Estado não fosse desmembrado da integridade política nacional. Não se tratou de um ato exclusivo do Poder Executivo, pois, depois da chegada da proposição ao Congresso, a intervenção passou a ser um mandato dado ao Governo pelo Legislativo. Os goianos não se devem esquecer de que, naquela ocasião, houve uma verdadeira linha divisória: de um lado, a Revolução e seus devotados revolucionários, e de outro os contra-revolucionários querendo liquidar uma revolução que não tinha ainda nem um ano de operosidade. E a intervenção em Goiás, a situação do seu povo, o comportamento de suas classes políticas, determinaram a existência daquela linha divisória. Assim vêem bem os senhores deputados e o sr. governador como Goiás teve, nos fins de 1964, sua influência decisiva nos rumos da Revolução No pleito de 3 de outubro de 1965, no qual o atual governador e seus companheiros se empenharam, frente a frente com contra revolucionários, saiu vitoriosa, antes de qualquer entidade, a Revolução de 31 de março. E ninguém formulou ou denunciou qualquer participação indecorosa ou ilegal do Governo Federal neste pleito. Da verdadeira incorporação da Revolução de 31 de março aos destinos de Goiás é prova a eleição da maioria de seus representantes no Congresso Nacional, pela ARENA, bem como a eleição da esmagadora maioria da Assembléia Legislativa. Meus Senhores, o diploma que recebo é então o registro dessa minha associação e a recordação que levo para a minha aposentadoria depois do dia 15 de março. Ele pode significar, também, a interpenetração do Governo Federal com a administração do Estado. Agora, como irmão dos habitantes do Estado de Goiás, sinto-me também associado à sorte da Revolução nesta unidade federativa, onde ela está tão bem garantida


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não há nada de histórico neste livro para registrar. Provavelmente o ganhei de algum militar amigo ou parente.


 

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