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O Ócio Criativo

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O Ócio Criativo

Livro Ótimo - 2 comentários

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Autor: Domenico de Masi  

Editora: Sextante

Assunto: Sociologia

Traduzido por: Lea Manzi

Páginas: 328

Ano de edição: 2000

Peso: 425 g

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Excelente
Anderson Gabriel Barbosa Balduino
30/08/2017 às 23:05
Rio de Janeiro - RJ
Um livro envolvente e de alguém que entende bem de sociologia e economia. Excelente para quem é de direita-liberal mas também plausível a esquerdistas.
Contém lições para a vida toda; além de sábias ironias e ideias que os faram repensar nos seus conceitos e valores sociais.

Bom
Marcio Mafra
10/07/2002 às 17:08
Brasília - DF

Ócio criativo é o nome que o autor deu à tese, em que o futuro pertencerá a quem souber libertar-se da idéia tradicional do trabalho como obrigação e for capaz de apostar numa mistura de atividades, onde o trabalho se confunda com o tempo livre. Como tese é muito interessante. Como leitura, muito chata, cansativa e repetitiva.

Ninguém aguenta ler uma entrevista do tamanho de um livro. Também é falta de criatividade - ou de ócio - editar livro em forma de entrevista, com o cerne voltado para perguntas e resposta, coisa que mais parece "perguntas mais frequentes" com que os departamentos de serviços à clientes colocam em seus sites, para atendimento dos consumidores.

Aliás, tal fato confirma o conceito literário, onde o segundo livro de um autor, cujo primeiro tenha sido um sucesso, se lançado logo após este, certamente não será um bom livro. Com " O Ócio Criativo" , se confirma a regra: muita galinha pra pouco ovo.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A repórter Maria Serena Palieri entrevista o autor sobre os temas: sociedade pós-industrial, desenvolvimento sem emprego, globalização,criatividade e tempo livre.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Programar significa pensar que se possa controlar a natureza ? Não só. A consciência de que existem ainda amplas margens de "incontrolabilidade" permanece. Porém cresce a possibilidade de prever e projetar não só a natureza, mas também os seres humanos. E aumentam os prazos dos nossos planos. Há até um grupo internacional que se propôs a tarefa de prever as possíveis transformações do planeta daqui até os próximos quinhentos anos. A militância dos ecologistas também nasce da previsão de que explorando mal as florestas o oxigênio vai desaparecer. O desejo de programar o futuro nasce de temores e necessidades semelhantes aos que dão origem às religiões? De certa forma sim, como eu já disse. Mas depende também da consciência de que nós hoje possuímos, de fato, a possibilidade técnica, sociológica e política para planificar o nosso futuro. A humanidade pensou que sua própria sorte dependia primeiro do acaso (era o que pensavam gregos e romanos), depois da providência (é o caso da civilização cristã), e ainda depois da sustentabilidade da Terra e da possibilidade de dispor de matérias-primas. A sociedade pós-industrial, pelo contrário, crê que o "destino" dos homens depende, em grande parte, de sua própria capacidade de programação. E, segundo Touraine, investe tantas energias com este propósito, que passa a caracterizar-se exatamente por isso.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Depois de ler "A Emoção É A Regra", não titubiei em comprar este segundo livro do autor.


 

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