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O Jogo da Mentira

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O Jogo da Mentira

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Michael Lewis  

Editora: Campus

Assunto: Biografia

Traduzido por: Marcos Santarrita

Páginas: 253

Ano de edição: 1992

Peso: 395 g

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Ruim
Marcio Mafra
23/08/2002 às 13:07
Brasília - DF

Nesta biografia o Michael Lewis, além de contar toda a sua trajetória, com olhos e ouvidos de um bom contador de história, ele relata o que realmente se passava em Walt Street, mais exatamente na Salomon Brothers, onde viveu e enricou. Embora a história seja muito boa, a leitura do Jogo da Mentira não consegue entusiasmar porque o autor, que é um bom corretor de Nova York, como escritor, deixa muito a desejar, além disso deve ter nascido em Galladi, Etiópia.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Michael Lewis e sua própria evolução dentro de uma poderosa corretora de títulos e valores mobiliários de Nova York.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A antipatia de Simon pelas hipotecas domésticas resultava de uma disputa que ele tivera com a Associação Nacional de Hipotecas do Governo (conhecida como Ginnie Mae, baseado no som de sua sigla) em 1970. A Ginnie Mae garantia as hipotecas domésticas de cidadãos menos afortunados, dando-lhes toda a fé e crédito do Tesouro dos Estados Unidos. Qualquer dono de casa que se qualificasse para uma hipoteca da Administração Federal de Habitação e da Assistência aos Ex-Combatentes (FHAIV A) -cerca de 15% dos compradores de casas dos Estados Unidos -recebia um carimbo da Ginnie Mae, que tentava juntar seus empréstimos num grupo e vendê-los como títulos. Foi aí que entrou Simon. Como o consultor do governo americano mais enfronhado em títulos, era a escolha natural para alimentar o mercado de hipotecas. Como a maioria das hipotecas, os empréstimos bancados pela Ginnie Mae exigiam um pagamento gradual do principal. Também como a maioria das hipotecas, o empréstimo podia ser liquidado a qualquer tempo. Essa era falha fundamental dos propostos títulos de hipoteca da Ginnie Mae; na opinião de Simon. Quem comprasse os títulos estava, num aspecto crucial, em situação pior que os compradores de títulos de empresas e do governo: não sabia ao certo a duração do empréstimo. Se todo um bairro se mudasse (pagando suas hipotecas), o portador dos títulos, que julgava possuir um título de hipoteca de 30 anos, se via em vez disso sentado num monte de dinheiro. Mais ainda, quando as taxas de juros caíam, e todo o bairro refinanciava com taxas mais baixas suas hipotecas de 30 anos, devolvendo o dinheiro ao portador dos títulos de hipoteca. Ficar com o dinheiro não era problema, se o investidor pudesse reinvesti-lo à mesma taxa de juro do empréstimo original, ou mais alta. Mas se as taxas de juros houvessem caído, o investidor perdia, pois seu dinheiro não ganharia a mesma taxa de retomo de antes. Não é de surpreender, assim, que os mutuários preferissem liquidar suas hipotecas quando as taxas de juros caíam, pois então podiam refinanciar a casa a uma taxa mais baixa. Em outras palavras, o dinheiro investido em títulos de hipoteca geralmente retoma no pior momento possível para o emprestador.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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