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Dez Anos de Catarinas Clube de Caça e Pesca

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Dez Anos de Catarinas Clube de Caça e Pesca

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Walter Borges  

Editora: Não Consta Editora

Assunto: Memórias

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 362

Ano de edição: 1986

Peso: 480 g

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Ruim
Marcio Mafra
23/08/2002 às 12:49
Brasília - DF

Livro de memória é assim mesmo. Narra fatos e cola fotos. Percebe-se pelas fotos que os catarinas se divertiam pra valer. Faziam uma coisa inédita: levavam suas famílias para caçar e pescar. Devem ter aproveitado muito, pois nos anos 70, pouco se falava de Pantanal - e mesmo assim - os catarinenses já freqüentavam o paraíso. O mais estranho nas fotos e nas narrativas é que - habitualmente - mulher e criança não vai à pescaria. Pescaria é lugar de homem, segundo a norma dos rios São Francisco, Tocantins, Araguaia e Amazonas. Mas os catarinas faziam o contrário. É possível que no sul do Brasil, seja assim. Como livro é ruim, como memória é mais que bom.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Divertida historia de uma grande família residente em Santa Catarina, que a partir de 1968 promovia caçadas e pescarias, sendo que em 1976 já promoviam viagens ao pantanal do Mato Grosso.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Negaças. Fomos, ao compilar todos os argumentos para registrar no papel todas as artimanhas deste ano, 1981, quer no grande safári ou nos outros de somenos importância, aquilatar o porquê do NEGAÇA, termo tão useiro de um dos participantes e um ardente defensor para que o grande safári mudasse de rumo tão rápido, pois já havíamos até deliberado, por unanimidade, que o pantanal de Mato Grosso fosse novamente nosso destino. Mas a personalidade tão penetrante deste ilustre sócio, que por milhares de vezes recebeu a incrível soma de milhares de apelidos, só que de quando em quando, dada a sua simpatia irradiante liderava todos os movimentos. Principalmente no tocante a parte feminina, onde gozava e goza dos privilégios de uma negaça inconteste. Antes do nosso costumeiro comentário desejamos registrar a entrada no Clube do Cláudio e Finha. No início deste nosso trabalho, ressaltamos a hospitalidade dos Matogrossenses, mas o carinho que nos dispensaram nossos irmãos do Sul foi espetacular, pois recebemos tudo aquilo que esperávamos e mais alguma coisa, pois que contamos, também com a amizade dos parentes do P.Toniolo que nos distinguiram com atenções mirabolantes. Milhares de vezes testamos os Catarinas e ao testá-los, sempre, já que não conseguimos nunca desanimá-los, mudávamos de rumos e dos confortos que eram esperados, assim que mesmo com aquela temperatura baixíssima que encontramos nas coxilas de ltaqui, onde a geada nos visitava diariamente, nunca, mas isto em dia nenhum, conseguimos ir dormir sem antes fazermos, além do tradicional jogo de pif, um verdadeiro carnaval, onde para esquentar éramos obrigados a tomar violentos tragos da forte pinga misturada com Underberg para poder vencer, com a agitação dos batuques das caixas e tamborins o frio intenso, quando chegava a madrugada. Mas, mesmo lutando contra as intempéries, nosso grupo foi, realmente, um espetáculo à parte, basta que registramos isto para dar provas cabais de nossa diversificação no tocante a divertimentos, como somos da beira-mar e temos a grande experiência de pegarmos siris, este crustáceo maravilhoso que abunda as praias catarinenses e sua prisão mais comum que é por meio de coca, isto é, uma argola de ferro tendo uma rede presa ao seu redor, mas como nós estávamos no centro do Brasil na divisa do lado Oeste com a Argentina e dificilmente iríamos encontrar siri, e sabíamos de antemão o que se encontrava aos milhares ali era a codorna, não teve outro jeito, junto com o Gunga começamos a construir coca para pegar codorna e diga-se de passagem, foi tão grande o sucesso que trouxemos para Santa Catarina mais de 20 avesinhas para seu acasalamento aqui já que sua reprodução é fácil num cativeiro. O frio castigante que assolava aquela região faria qualquer um fugir daquelas lindas paragens, mas para os CATARINAS, o frio era um incentivo para os programas que a noite, reunidos naquele salão, sob os acordes dos violões do Manzanza e Cláudio, davam aquele toque de lirismo e de beleza e conseguiram, por meio de seus desempenhos magistrais nos seus instrumentos, que a nossa estrela maior ONY retomasse com sua meiga voz e revivesse conosco os grandes musicais do Clube, onde com muito carinho recebeu o título de COTOVIA.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O autor, Valter Borges, é irmão de minha mãe e me presenteou este exemplar em janeiro de 87, quando nos visitou em Brasília. Muito bom pra mim, que deixei Florianópolis aos 10 ou 11 anos de idade, saindo para o internato do Colégio Santo Inácio, na Estação São Salvador, Montenegro, Rio Grande do Sul. Retornei aos 12 anos de idade, quando vivi mais dois anos em Floripa e, ao final, transferi-mo-nos para Brasília.

Então as lembranças de minha pré-adolescência, entre os 10 e 14 anos de idade, foram se esmaecendo, porque à cada ano e à cada mudança, conhecia novos vizinhos, novos amigos, novas pessoas. Este foi o lado bom: convivi com muito mais gente. O lado ruim foi que as lembranças de infância foram esmaecendo. As imagens dos primos, primas, tios, tias, padrinhos, madrinhas, parentes e contra parentes quase se foram por completo. A consequência é que não de memória fotográfica, ou social,  de minha família catarinense. Então, o livro do Valter Borges - para mim - é só alegria.

 

 

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