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Enciclopédia Bancária Brasileira - Volume 5

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Enciclopédia Bancária Brasileira - Volume 5

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Autor: João Alfaro Sotto  

Editora: Pedagógica

Assunto: Enciclopédia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 224

Ano de edição: 1965

Peso: 425 g

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Bom
Marcio Mafra
30/08/2002 às 18:08
Brasília - DF

Até 1964, os serviços bancários brasileiros eram regulamentados e fiscalizados pelo Banco do Brasil, através da sua Sumoc - Superintendência da Moeda e do Crédito.

Após o golpe militar de 1964, foi criado o Banco Central e somente a partir desta data as leis e regulamentos passaram a ser mais claras e mais do domínio público. Enciclopédia Bancária Brasileira foi a primeira publicação do gênero feita no país, em caráter comercial, para leitura de qualquer interessado. Evidentemente que pela precariedade editorial, não foi uma obra de sucesso.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do Sistema Bancário Brasileiro e dos Bancos Comerciais, pouco antes da criação do Banco Central do Brasil., com destaque para as relações humanas e publicas no banco

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Independentemente da compreensão dos seres humanos ser o que se poderia chamar de ação de boa vontade e senso comum aplicado para tornar uma fábrica mais confortável e um lugar de trabalho mais alegre, entretanto é indispensável algumas considerações a respeito da existência e das manifestações da hierarquia de status. O sociólogo nos explica a existência de status hereditário e status adquirido. O primeiro sucederia como no caso do príncipe herdeiro da atual Rainha da Inglaterra; o meio social inglês lhe outorgou êsse status. O segundo status tem seu preço na luta pela sobrevivência. Na atual organização social vigente no mundo ocidental, o processo de obtenção de status pode ser compreendido sob dois aspectos principais: a) - Capacidade para dar conta do recado, quer dizer possibilidade de realizações concretas no espaço social; b) - Talento para o uso de máscara, isto é, capacidade para se conformar às expectativas do grupo, a fim de se submeter às regras do jôgo, ou, então, para «fingir de acôrdo com as regras sem efetivamente realizar a ação correspondente». O mecanismo pelo qual nos valemos de «máscaras» para ganhar e preservar o status é técnica, prática muito conhecida e utilizada. Assim, as nossas crianças conseguem impor seus caprichos sempre que empregam com arte adequada a «máscara» devida; da mesma forma, os homens de negócio promovem seus interêsses» quando sabem que o momento é adequado e não há perigo de entornar o caldo; a dona de casa consegue realizar seus desejos na medida em que ela se mostra indiferente e não exige nada;. da mesma forma, é parlamentando e conspirando nas entre-salas que os diplomatas de todos os países manobram melhor as situações; no jôgo de pôquer, o jogador confunde o adversário apostando alto. Assim sendo, podemos já aglutinar alguns princípios básicos sôbre a utilização da «máscara» devida no momento oportuno. Para alcançar tal objetivo, vamos seguir aqui também as indicações, muito esclarecedoras, do Prof. Jameson. 1 - O uso da «máscara» adequada no momento certo depende do grau de êxito de determinada pessoa em cada situação verificada. A generalização fica sendo a seguinte: «Quanto mais completa a coleção de «máscaras» de alguém tanto mais fácil se toma para êle ajustar-se a outras situações». Mas, o leitor atento levantaria um problema ético: o uso generalizado de «máscaras» seria o caminho ideal para o êxito? Evidentemente, a resposta óbvia seria negativa, pois devemos procurar, cada vez mais, um comportamento ético nas relações humanas que criem condições de respeito mútuo e confiança generalizada e alguns ideais fundamentais que numerosas Declarações Universais do Homem já consagraram em momentos culminantes da história da humanidade. Entretanto, as relações humanas ou públicas, em qualquer grupo, o conhecimento das «máscaras» usadas por todos aquêles com quem a pessoa vive em interação é da mais alta importância prática e social. Isto, naturalmente, exige uma preparação psicológica e um treino profundo sôbre diferentes níveis de formação e de desenvolvimento da personalidade humana, que só as boas obras de psicologia e genética ou os cursos sérios de nível universitário, que existem para a preparação e formação de psicologistas, nos informam. O estatuto pode ser obtido ou preservado pelas «máscaras» quando a pessoa consegue «penetrar a natureza das que a cercam e escolhe a mais adequada para a ocasião em vista». Por exemplo, o riso foi sempre utilizado nas culturas semelhantes do passado e do presente, de tradição européia, para se esconderem os sentimentos. Assim, só mesmo os não iniciados ou rudemente ignorantes manifestariam o riso num funeral. Por outro lado, uma manifestação facial muito carrancuda ou torturada pode ser a «máscara» mais adequada que se quer ver num entêrro, e àqueles que a usam é outorgado o status apropriado; os que usam a «máscara» errada perdem status. 2 - Outro princípio interessante a ser analisado é aquêle que lembra um verso célebre do inesquecível e saudoso poeta e ensaista Mário de Andrade: «Sou 350...», incluído no seu livro de poesia libertária «Paulicéia Desvairada». Seu enunciado pode ser o seguinte: «Quanto mais ampla e heterogênea a série de «máscaras» tanto maior habilidade terá seu possuidor para fazer ajustamentos sociais». Em têrmos sociológicos isto significa contrôle social ou imposição de padrões culturais. Por essa razão, o conhecimento dos padrões existentes no meio social e uma pronta disposição para agir de acôrdo com as exigências das situações tende a aumentar a probabilidade de sobrevivência no meio cultural.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando trabalhava no Banco Inco, na metade dos anos 60, procurei muito alguma publicação que me fizesse entender o sistema bancário. Esta enciclopédia foi a única matéria que encontrei. Não consegui saber exatamente o ano da edição, muito menos o ordenamento legal que regulava as ações bancárias.


 

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