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Administração 1

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Administração 1

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Peter Drucker  

Editora: Pioneira

Assunto: Administração

Traduzido por: Carlos Afonso Malferrari

Páginas: 408

Ano de edição: 1975

Peso: 730 g

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Ótimo
Marcio Mafra
30/08/2002 às 20:06
Brasília - DF

Drucker é considerado o pai da administração. Passados 10 ou 20 anos, após surgirem seus primeiros livros, muitos já o consideram superado. Embora os americanos sejam os melhores estrategistas do mundo, em termos de administração eles são "cintura dura" além de praticarem nas empresas a patriotice, ou o falso nacionalismo. Um dos conceitos intrudutórios aos livros do Drucker, que muito impressiona:..." Nas próximas décadas, os administradores vão precisar enfrentar necessidades muito maiores de desempenho, do que a maioria deles pode sequer imaginar, e em todas as áreas. Muito mais vai depender do seu desempenho, do que a prosperidade ou mesmo a sobrevivência de suas próprias empresas ou instituições. Isto porque, a efetiva administração de nossas instituições é a única alternativa à tirania em nossa sociedade pluralística de instituições...". É um bom estudo e um bom livro, um tanto defasado da realidade da administração brasileira, dos mercados regionais e, talvez, também defasado do mercado globalizado.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

1) As Tarefas

2) Desempenho da Empresa

3) O desempenho nas Constituições de Serviço

4) Trabalho Produtivo e Trabalhador Empreendedor

5) Impactos Sociais e Responsabilidades Sociais

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Além do trabalho manual. A análise de trabalho, os princípios de produção, os controles e os instrumentos foram fundamentalmente elaborados, de maneira sistemática pelo menos, com respeito ao trabalho manual. Até muito recentemente, quase todo mundo r'realizava trabalho manual. O trabalho manual, por sua vez, produzia a preponderância quase absoluta de tudo que era produzido. Numa economia e numa sociedade modernas, no entanto, o trabalho manual tem cada vez menos importância - graças principalmente aos nossos avanços, na compreensão e na organização do trabalho, e à nossa resultante capacidade de tornar o trabalho produtivo. Daí surge a pergunta se as mesmas abordagens, os mesmos conceitos e os mesmos princípios se aplicam a outros trabalhos além do manual. Não há dúvida sobre a aplicabilidade das mesmas abordagens e dos mesmos princípios ao trabalho manual que não é tecnicamente produção, isto é, ao trabalho manual numa ferrovia, em construção e em outros tipos de trabalhos físicos que o economista não considera agricultura, mineração ou fabricação, e sim "serviços". Essa é uma distinção de grande importância para a economia, mas de nenhuma importância para a administração. É também bastante claro que as mesmas abordagens, princípios e métodos se aplicam, quase sem alterações, ao processamento de informações, isto é, à maior parte dos trabalhos burocráticos de escritórios. A comercialização de apólices de seguro, o atendimento de pedidos, a cobrança, as operações de perfuração e a maior parte do trabalho de contabilidade, são essencialmente trabalhos de produção. A maior parte dos trabalhos burocráticos de escritório é inclusive a produção em massa - às vezes rígida e às vezes flexível. Exige a mesma engenharia industrial, isto é, a mesma análise do trabalho, o mesmo processo de produção e os mesmos tipos de controle do trabalho manual. O processamento de informação é mais fácil de organizar que a maioria da produção física. A informação vem sempre codificada de uma maneira relativamente simples; impulsos elétricos, números, palavras ou, quando extremamente complexa, informação gráfica composta de poucos elementos, de luz, sombras e no máximo algumas cores. O processamento de informação pode, portanto, sempre ser feito padronizando as partes e montando o produto final, isto é, por meio de produção em massa. A maioria dos verdadeiros trabalhos de prestação de serviços não são fundamentalmente diferentes da produção de coisas no que se refere aos princípios de trabalho. As vendas numa loja de varejo são basicamente uma produção em massa flexível. Cada venda varia bastante. Mas o processo dificilmente varia. E pode ser organizado em partes padronizadas. Ele é organizado melhor quando dá ao vendedor uma rotina pré-planejada e com os instrumentos adequados, mas com uma grande abertura para julgamento. Contudo, a não ser que a rotina tenha sido projetada e os instrumentos fornecidos, até o melhor julgamento por parte de um vendedor com grande experiência não gerará vendas. O que pode surpreender a maioria das pessoas é, no entanto, saber que as mesmas abordagens, princípios e métodos também se aplicam ao trabalho de aplicação e aprendizado do conhecimento conhecido. De fato, na aplicação e no aprendizado do conheci meto, já há muito tempo o trabalho vem sendo sistematicamene tornado produtivo, embora ninguém tenha compreendido isso. Um exemplo importante, já mencionado, é o diagnóstico diferencial que o médico do século XIX elaborava. Ainda mais antiga é a sistematização do trabalho do cirurgião - tanto a análise básica como a integração das etapas num processo foram feitas durante o século XVIII, especialmente pelo grande cirurgião inglês John Hunter (1728-1793). As cópias heliográficas também antecedem o estudo moderno do trabalho - são um produto dos meados do século XIX. Constituem também uma aplicação sistemática e intencional dos mesmos conceitos básicos do trabalho à aplicação do conhecimento. O exemplo mais importante da aplicação das abordagens e dos princípios do estudo do trabalho e da organização do trabalho a uma área de conhecimento é, no entanto, a aquisição do conhecimento existente, isto é, a aprendizagem. Tem-se falado sobre melhorar o ensino há milhares de anos - sem nenhum proveito. Não foi senão nos primeiros anos desse século que uma educadora perguntou "Qual é o produto final?". A resposta era óbvia. Não é o ensino. É, obviamente, o aprendizado. E então essa mesma educadora, a grande doutora e professora italiana Maria Montessori (1870-1952) começou a aplicar a análise sistemática do trabalho e a integração sistemática das partes num processo - sem ter, é claro, idéia de que era isso que estava fazendo. O sistema Montessori não é certamente a "resposta definitiva". Mas suas abordagens forneceram as bases de todos os trabalhos subseqüentes, por exemplo, os do psicólogo suíço Jean Piaget, que estudou como as crianças aprendem, e os dos behavioristas americanos, que estudaram a aprendizagem como um processo dinâmico de trabalho contínuo, com sua própria lógica e seus próprios controles. A sala de aula aberta inglesa, onde o trabalho dessas pessoas tomou corpo num ambiente de aprendizado real, pode ser a primeira grande mudança na educação e o primeiro trabalho sistemático de aprendizagem. Sua metodologia é especificamente a análise do trabalho, a integração do trabalho num processo - uma ligação entre a produção em massa flexível e a verdadeira produção por processo -, o planejamento de um sistema de controle adequado e o fornecimento de instrumentos apropriados.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Por volta de 1978/1980, pedi ao Antonio Tavernard que me indicasse os melhores livros de administração, marketing e economia. Tavernard que era um excelente profissional da área de economia e contabilidade, prestava consultoria empresarial especializada em administração para a empresa Conbral, onde eu trabalhava. Para o marketing, indicou o Philip Kotler. Para administração o Peter F. Ducker e para economia o Samuelson e o Rossetti.


 

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