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Divina Amante

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Divina Amante

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Frank G Slaughter  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Ana Lucia Deiró Cardoso

Páginas: 355

Ano de edição:

Peso: 540 g

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Ruim
Marcio Mafra
20/09/2002 às 19:09
Brasília - DF

Divina Amante é um livro chatinho, embora o autor seja um cara de sucesso. Seu grande best seller foi o livro Mulheres de Médicos. Os demais, como este Divina Amante, não passam de rabo de cometa literário ou auto plágio.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia de Antonio Cervetus, um anatomista que ensinava sobre anatomia humana, já sofrera perseguições até da Igreja, por suas posições na Universidade de Pádua...

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O homem inclinado sobre a cama era corpulento e alto e seu rosto também estava coberto por uma máscara negra. A luz das velas acesas na parede brilhava na lâmina do punhal que tinha na mão, quando ergueu a cabeça para ver a causa da interrupção. Antônio lançou um olhar rápido pelo quarto e viu Lucia, deitada, amarrada e amordaçada no sofá, mas viva, como indicavam seus esforços contra as cordas. Ele pôde apenas dirigir-lhe um olhar apressado, pois o intruso já vinha atravessando o quarto para atacar, com o punhal erguido no punho enorme. Esquecendo-se por um momento da arma em sua mão, Antônio recuou, pois o homem que o atacava parecia, no quarto pequenino, uma figura gigantesca. Sentiu uma onda de pânico ao lembrar-se da dor penetrante que uma arma igual lhe fizera sentir, quando lutara contra Fra Felipe Santos em Pádua. Tinha quase recebido um ferimento fatal, então, e o homem que se movia em sua direção era muito maior e mais forte que o prior. Lembrou-se aí da arma que tinha na mão e que parecia ridiculamente pequena para deter uma pessoa tão ameaçadora, mas Antônio nivelou-a e seu dedo apertou o gatilho. Mesmo então ainda encontrou tempo para pensar que, se a pistola falhasse e não disparasse - aquelas armas falhavam com freqüência - nada poderia salvá-lo e a Lucia, pois o assassino estaria em cima dele. Durante o que lhe pareceu uma eternidade, o gatilho resistiu à pressão e então o sentiu ceder, quando o mecanismo do cão so soltou com um estalido e a mola aplicou sua força contra a roda denteada. O ranger da roda contra a pirita soou alto no quarto e um chuveiro de fagulhas crepitou na escorva. Então um jorro de chamas vindas da carga na escorva encheu as narinas de Antônio com o cheiro de pólvora queimada e a pequena arma saltou de repente contra a palma de sua mão. Um barulho de trovão ensurdeceu-lhe os tímpanos, ressoando pelo quarto. O homem mascarado parou, como se uma mão gigantesca tivesse sido arremessada contra ele. Com os braços erguidos, ficou suspenso por um momento; como que pregado num crucifixo invisível. Então um grito de pura agonia atravessou o quarto, pois de seu peito esquerdo surgira de repente uma borbulhante fonte vermelha. Terminou num gemido gorgolejante, enquanto o jorro vermelho escorria de sob o capuz que lhe cobria a cabeça. Por um só instante ele ficou ali, todo o movimento imobilizado pela força da bala projetada da pistola pela carga de pólvora, depois ele caiu no chão, aos pés de Antônio. Antônio correu para Lucia e começou a soltar a mordaça de sua boca. Os nós da corda que tinha nos pulsos recusavam-se a afrouxar e, vendo o punhal do atacante no chão, Antônio apanhou-o e os cortou e a ergueu nos braços. Ela o abraçou, soluçando, e ainda com ela nos braços foi até a cama e olhou para Dom Pedro. Mas o Marquês ainda estava sonolento, respirando com regularidade e aparentemente ileso, e Antônio percebeu que chegara mesmo a tempo de impedir um assassinato. - Como pude ser tão idiota? - gemeu Lucia quando a colocou no chão, de pé. - Você não poderia ter conseguido detê-lo - confortou-a Antônio. - De qualquer maneira, eu esperneei e mordi até que ele me amarrou - disse com satisfação. - Então provavelmente salvou a vida do Marquês. Se ele não tivesse gastado tanto tempo cuidando de você, o velhaco assassino teria terminado o que veio fazer antes que eu chegasse. Gian apareceu na porta, com rostos excitados atrás dele. - Que aconteceu? - gritou. Então viu o vulto no chão e ajoelhou-se ao lado. - Per Bacca! Tania você é um bom atirador. Bem no coração. - Ele estava praticamente em cima de mim antes que eu me lembrasse da pistola - disse Antônio. - E o outro? - Lutava como um diabo aquele - disse Gian -, mas por sorte eu devotei algum tempo à espada em Veneza. Quando o seu canhão explodiu aqui dentro, ele correu como um covarde e eu o perdi no escuro. .. Lucia foi até a porta para acalmar os criados que murmuravam confusos e enviou um valete à procura da Rainha. Gian tirou a máscara do homem caído com a ponta da espada. - Dia mio! - exclamou ele. - Um velhaco completo, pela aparência. - É o criado do médico, Antônio! - exclamou Lucia. Antônio olhou para o homem morto. Era Valdez,sem dúvida..


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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