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O Pensamento Vivo de John Lennon

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O Pensamento Vivo de John Lennon

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Eide Murta  

Editora: Ediouro

Assunto: Biografia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 126

Ano de edição: 1986

Peso: 125 g

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Bom
Marcio Mafra
22/09/2008 às 18:06
Brasília - DF
O Pensamento Vivo de John Lennon é um desses livros que o leitor - quando acaba de ler - não sabe se é ou se não é. Parece ser uma coletânea de coisas e fatos, coletados pelo autor, neste caso, pelo organizador. Mas entre isso e a verdade, muita coisa de podre pode existir, como no reino da Dinamarca. Falta muita referencia sobre a fonte de dados, os lugares e as datas em que tais coisas foram ditas por Lennon bem como a indicação das revistas, jornais ou outros meios da mídia, onde foram publicados.
Neste sentido o livro é zero. Uma ou outra coisa, uma ou outra citação, parece ter sido dita por Lennon, mas sem qualquer certeza ou segurança de que era assim o Pensamento de Lennon. Parece, também, que a cronologia não tem muita coerência.
Além disso, Lennon era mais antipático, mais besta e mais pernóstico do que o livro tenta demonstrar. É assim, autor que a gente não vê, também não acredita em tudo o que ele escreve.




Ótimo
Rafael Mafra
04/07/2002 às 19:27
Brasília - DF

O livro dá uma boa noção de como funcionava a cabeça de Lennon, principalmente depois do fim dos Beatles. A cronologia não é muito lógica e não ressalta o mais importante, mas é uma boa ponte entre as entrevistas e a seqüência de frases de John. Leitura rápida e prazeirosa. Apesar da empáfia de John, não consigo ter raiva dele. Trecho..."Eu já era um tipo original no jardim da infância. Eu era diferente dos outros... Quando tinha mais ou menos doze anos eu costumava pensar: eu devo ser um gênio, mas ninguém percebe."


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Coletânea de entrevistas de John Lennon e dados biográficos em seqüência cronológica

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Os Beatles eram um negócio tremendamente grande que começou a ficar mais importante do que a música e a sobrepujar tudo o mais. Nós estávamos falando em centenas de milhões de dólares. Depois que Brian Epstein morreu, ficou claro para todos nós que alguém tinha que cuidar dessa parte. Aí nós começamos a nos sentir inundados com todos esses problemas. Foi assim. Uma indústria tão gigantesca, que nós ainda nem tínhamos nos dado conta de como aquilo tudo era grande. Nós estávamos mais ocupados sendo os Beatles e é assim, chocante, de repente, assumir o peso daquela imensa rede de companhias complicadíssimas, dentro de companhias, que ainda estavam dentro de outras companhias. Nós não tínhamos consciência de que é isso o que acontece quando você ganha centenas de milhões de dólares.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Henrique Romeo comprou este livro em São Paulo e ficou empolgado. Decidiu mandá-lo pelo correio, o que nunca foi feito. Mas quando veio a Brasília, trouxe na bagagem e me ofereceu. Segundo ele, John Lennon, neste livro, dá a melhor definição de Deus.(Rafael Mafra)


 

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