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Reflexões do Conflito

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Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Aidenor Aires e Gabriel Nascente  

Editora: IGL

Assunto: Poesia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 114

Ano de edição: 1970

Peso: 270 g

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Bom
Marcio Mafra
17/11/2002 às 19:17
Brasília - DF

Um livro doido. De um lado os poemas do Aidenor Aires e de outro os do Gabriel Nascente. Parece coisa de xifópago.

Livro interessante, senão diferente. O Aidenor, tem seus poemas da pagina 1 até a 51. Na pagina 52, vira-se o livro de cabeça para baixo, e lendo-o de traz para a frente, começam os poemas do Gabriel Nascente. Os poemas também são diferentes e não rimam amor com dor, coração com paixão. A concepção gráfica do livro vale pela originalidade. Vale manuseá-lo.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Poemas de Aidenor e de Gabriel.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

do Gabriel Nascimento:

 Prece feito xingatório
"Nossa Senhora do Chão!" a desgraça estourou. . .
Manuela tão bêsta e bunduda agita o fundo da barriga com espermas da humanidade.
Decerto, suas pernas são raízes de mocambo:
cruza a sina do jumento: o arado, o arroz, a farinha,
ô fardo, -a carga, sobremesa do dia vem da aurora
à agonia.
É, meu santo senhor, (com mais um remorso de coito gratuito, Manuela explode.) Manuela morre. 


do Aidenor Aires

Da Morte Ilimitada
Como um cadáver
na rua de uma grande cidade
sem os olhos dos homens,
sem o riso dos homens.
Caído no solilóquios do mudo
que sentisse apodrecer
dentro de si
o cadáver imponderável do menino.
Há um menino gemendo em cada curva de seu corpo.
Outras vidas, se as têve, que importa? Que importa o tempo tantas vêzes em nós sacrificado?
Se de verme não passou, que verme foi? ..."


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este livro foi de meu pai, pois consta na folha de rosto: "Para Ary Mafra com a homenagem do autor Gabriel Nascente em 17/7/70."
E também "Ao senhor Ari Mafra com o reconhecimento de Aidenor Aires."


 

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