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Nova Consciência de Brasil

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Nova Consciência de Brasil

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Emílio Médici  

Editora: Imprensa Nacional

Assunto: Discurso

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 112

Ano de edição: 1979

Peso: 355 g

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Ruim
Marcio Mafra
30/09/2002 às 15:39
Brasília - DF

Livro de discurso, não há o que comentar.

No caso deste livro, de autoria do General Emilio Médice, é interessante notar que passados alguns anos após os governos dos ditadores militares (1964/1985), todos os homens de bem, os cidadãos politicamente corretos, os artistas, os jornalistas mais importantes, bem como todos os jornais, revistas, emissoras de rádio e de televisão do Brasil parece que condenavam - desde criancinhas - a ditadura militar. No entanto, ao se folhear um livro como o Nova Consciência de Brasil, editado pelos aúlicos de plantão, às custas da Imprensa Nacional, deparamo-nos com os elogiosos comentários dos jornais - O Globo, Jornal do Brasil, O Jornal e Correio Brazilienses constante das orelhas do livro.

O livro não serve para nada. Mas, constatar os elogios da imprensa aos ditadores, serve para comprovar que nem tudo que reluz é ouro.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Discursos do Ditador Militar Emilio Garrastazu Médici, no seu primeiro ano de governo.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sei que todos desejam saber quais os objetivos definidos pelo 3º Govêrno da Revolução e, em conseqüência, que políticas e estratégias pretende adotar para alcançá-los. A principal dificuldade nas nações que, ao longo dêste século, lutam por emergir do subdesenvolvimento, nesta hora em que o avanço científico e tecnológico, em lugar de facilitar-lhes a arrancada, mais aumenta a brecha que nos separa, está precisamente em que seja alcançado o estágio de desenvolvimento sem sacrifício total das liberdades. E embora nestes tempos não se conheça o exemplo de uma só nação que haja conseguido emergir do subdesenvolvimento sem fazer êsse sacrifício, a firme e determinada opção da Revolução Brasileira é a de provar, pela primeira vez, a viabilidade dêsse caminho. Assim sendo, desejo definir aquêles objetivos nacionais que considero prioritários do meu govêrno. Quero referir-me, primeiro, à concentração de esforços no sentido de que seja alcançado um ritmo de desenvolvimento acelerado e sustentável. Busco a compatibilidade dêsse esfôrço desenvolvimentista com a estabilidade interna, consubstanciada na segurança. E procurarei alcançar êsse desenvolvimento e essa segurança com a construção de uma sociedade politicamente aberta, que concilie a necessidade da aceleração do desenvolvimento com a manutenção das liberdades e com o maior grau possível de privativismo e de descentralização do poder econômico. E também considero altamente prioritário o objetivo de valorização do homem brasileiro, pelo fortalecimento de suas energias morais e cívicas, assim como pelo aumento de sua renda per capita, de forma a que, no mínimo, possa estar dobrada em 1980. Mas o desenvolvimento, a estabilidade, a liberdade política e o alto nível de vida não constituem objetivos completos para uma nação, como o Brasil talhada para a grandeza, se mantidas não forem a independência e a soberania. E, assim completando, quero sintetizar os objetivos prioritários de meu govêrno como sendo os de conquistar e manter o desenvolvimento, com segurança, liberdade, independência e respeito ao homem. Trata-se, então de ajudar a construir, no Brasil, a sociedade desenvolvida, democrática, independente, e livre, assegurando assim, a viabilidade econômica, social e política do país


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Edite, que era funcionaria do governo do DF, recebeu o livro generosamente distribuído entre todos os servidores, e por isso assinou a primeira pagina do livro em 21/10/1971.


 

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