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Acreditavam os Gregos em Seus Mitos?

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Acreditavam os Gregos em Seus Mitos?

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Paul Veyne  

Editora: Brasiliense

Assunto: Ensaio

Traduzido por: Horácio González e Milton Meira

Páginas: 171

Ano de edição: 1984

Peso: 205 g

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Ótimo
Leandro Fernandes Dantas
21/08/2014 às 14:39
Natal - RN
Para começar a foto do autor esta errada, como todo mundo sabe esse ai é Foucault e não Paul Veyne.
Livronautas agradece a observação e a foto foi alterada em 28/8/2014

Outra coisa, o primeiro comentário foi de quem não leu, ou então leu e não entendeu (deve ser esse o caso), digo isso porque classificou o livro como arqueologia, coisa que não é. O livro não é péssimo, na verdade é um bom livro, e ele não trata de arqueologia, na esteira de Foucault ele trata da constituição das verdades através dos séculos, buscando uma visão pluralista das crenças e problematizando a ideia de uma verdade homogênea e absoluta.

Ruim
Marcio Mafra
23/12/2002 às 13:06
Brasília - DF

Livro chato. Na verdade incoerente. Muita galinha e pouco ovo.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Os gregos não eram insensatos. As suas verdades não eram mais reais que os mitos. Este livro apresenta uma análise das verdades e dos mitos.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Como restituir ao mito sua verdade aitiológica. Para depurar o mito e convertê-lo numa tradição exclusivamente histórica, bastará eliminar tudo o que não tem equivalente comprovado em nossa era histórica: "Sou propenso à incredulidade em relação ao mythôdes e pela seguinte razão: nunca vi ninguém que o tivesse comprovado com seus próprios olhos; um diz que um outro o contou a ele, o segundo, que ele é dessa opinião, e o terceiro esquece tudo desde que um poeta fale". Limitemo-nos, pois, às realidades atuais que foram devidamente comprovadas. Você me diz que Hércules, de mortal que era, conseguiu tornar-se deus? "Você teria então a gentileza de me explicar como uma coisa foi possível antigamente e deixou de sê-lo hoje." As coisas atuais dão a medida do que é naturalmente possível. "Diz-se que os heróis tinham dez côvados de altura; é uma mitologia encantadora, porém mentirosa e inacreditável, se considerarmos a natureza da qual os indivíduos atuais são a medida." A redução do mito à história exigirá duas operações; Palaifatos limitava-se a purificar as tradições do que nelas era fisicamente inacreditável; resta suprimir o que é historicamente impossível, isto é, a coexistência dos deuses com os mortais; pois, na nossa era histórica, os deuses se afastaram para longe dos homens. A evolução agitada de Pausânias, a quem iremos tomar de empréstimo a maior parte dos nossos exemplos, desenvolve-se entre estes dois termos.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não faço a menor idéia de como este livro acabou em minha prateleira.


 

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