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Capitães do Brasil

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Capitães do Brasil

Livro Excelente - 1 comentário

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Autor: Eduardo Bueno  

Editora: Objetiva

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 287

Ano de edição: 1999

Peso: 490 g

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Excelente
Marcio Mafra
23/12/2002 às 19:34
Brasília - DF


Os primeiros donos do Brasil, receberam seus presentes porque eram conquistadores que lutaram por Portugal, nas Indias ou na Africa. Ou então eram funcionarios graduados, ligados ao núcleo do poder da Coroa Portuguesa. Capitães do Brasil mostra as historias dos 12 homens que receberam suas partes na terra dos reis de portugal. Eram os donos e os colonizadores. Suas aventuras, parte de suas vidas e suas tragédias são reveladas, com riqueza de detalhes, como só o invejável talento do autor pode contar com gosto e muita originalidade. Excelente



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Como no primeiro e segundo volume da coleção Terra Brasilis, o inusitado e quilométrico titulo do livro é a própria sinopse da história do descobrimento do Brasil, onde são contadas sagas dos primeiros colonizadores e dos donos do Brasil, que ainda existem, depois de 500 anos.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A PARTILHA OFICIAL DO BRASIL. Nenhum documento registra o reencontro entre Martim Afonso e o rei com o qual ele convivera desde a infância. Mas é certo que foi só depois de seu retorno que o Brasil começou a ser repartido em 15 imensos lotes - com cerca de 300km de largura cada um. A partilha foi feita tendo por base o mapa de Gaspar Viegas - que já estava pronto em outubro daquele ano, num indício de que, se esse astrônomo de fato tomou parte na expedição, então havia retomado para Portugal em companhia de Pero Lopes, já que obra cartográfica tão meticulosa não poderia ser concluída em apenas dois meses. Embora o mapa de Viegas estendesse os domínios lusitanos na América do Sul até a foz do rio da Prata, uma importante alteração foi feita no projeto original da partilha, conforme inicialmente planejado por D. João (e revelado na carta que ele enviara para Martim Afonso): quando a distribuição das capitanias se iniciou de fato, o rei e seus assessores decidiram "empurrar" quase mil quilômetros mais para o norte o território que seria entregue aos donatários, deixando a região do Prata fora da área que seria loteada e ocupada por Portugal. O objetivo dessa decisão era evitar a eclosão de um novo foco internacional de conflito - e, ainda por cima, contra Carlos V, primo-irmão, duplamente cunhado e, naquele momento, o principal aliado estrangeiro de D. João IV. Foi uma medida sensata, especialmente porque tomada numa época em que Portugal se encontrava envolvido em confrontos territoriais em regiões tão distantes entre si quanto o Marrocos, o Mar Vermelho e a Índia, e enfrentando adversários tão diferenciados e aguerridos como berberes, turcos otomanos e franceses. Ainda assim, a desistência eventual de desafiar a soberania castelhana sobre o Prata não deve ser entendida como a renúncia definitiva daquele território por parte dos portugueses. Pelo contrário: baseado nos informes de Martim Afonso, D. João VI continuava alimentando a esperança de conquistar os domínios do "Rei Branco" - apenas estava convicto de que seria mais fácil, e menos polêmico, fazê-lo por terra, a partir de São Vicente e de Piratininga, as duas "cabeças de ponte" que o próprio Martim Afonso fundara na "Costa do ouro e da prata". Em muito breve, porém, também esse sonho se desmantelaria. Embora tenham se mostrado previdentes em evitar um conflito de todo indesejável com Castela, os homens responsáveis pela partilha do Brasil ignoraram soberbamente a divisão territorial do litoral brasileiro feita pela tribo Tupi ao longo de quase dez séculos de lutas sangrentas. Para os futuros donatários, tal descuido custaria caro - quando não a própria vida. A primeira doação de uma capitania no Brasil só foi assinada no dia 10 de março de 1534 - em benefício do fidalgo Duarte Coelho. É provável, portanto, que o processo oficial de partilha da colônia tenha se iniciado somente no inverno europeu de 1533-34. E há indícios das circunstâncias que o teriam precipitado: em fins de 1533, a Coroa tomara conhecimento de que tanto a França quanto a Espanha ultimavam os preparativos para enviar expedições colonizadoras para a América. De fato, naquele momento, no porto de Saint-Malô, na Bretanha, dois navios comandados por Jacques Cartier estavam prontos para partir em direção ao Canadá. Embora se dirigissem a um território que pertencia a Castela, o projeto era preocupante para Portugal porque revelava que a França continuava disposta a obter seu quinhão no Novo Mundo. Muito mais alarmantes, porém, eram as notícias relativas ao aparelhamento da grande esquadra que Carlos V enfim autorizara armar - e cuja missão era dar início à ocupação do Prata.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Outra feliz aquisição de livros, feita pelo Rafael na ocasião em que viajou para a Bienal do Livro.


 

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