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O Negócio é Ser Pequeno

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O Negócio é Ser Pequeno

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Autor: E F Schumacher  

Editora: Zahar

Assunto: Administração

Traduzido por: Octavio Alves Veloso

Páginas: 261

Ano de edição: 1977

Peso: 320 g

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Bom
Marcio Mafra
02/02/2003 às 20:38
Brasília - DF

No Brasil, ser pequeno é um conceito econômico e social surgido na primeira metade dos anos 80. O autor já adotava esta postura nos seus conceitos de economia e administração antes mesmo de escrever seu livro no inicio dos anos 70. Trata-se de um capitulo importante da administração de empresas, porém, nada muito brilhante, embora ainda guarde a sua atualidade. No Brasil a Micro Empresa surgiu na esteira de seu Estatuto, em novembro de 1984. Este movimento foi iniciado na França, em 1967. "O Negocio é Ser Pequeno" é livro para estudante ou iniciado em administração. O livro está mais para a conceituação política, que para o pragmatismo do empresário.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma analise, sob o ponto de vista administrativo, da economia mundial, em quatro capítulos:
1) O mundo Moderno
2) Os Recursos
3) O Terceiro Mundo
4) A organização e Propriedade

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Problemas Sociais e Econômicos Exigindo a Criação de Tecnologia Intermediária. Em muitos lugares do mundo, hoje em dia os pobres estão ficando mais pobres, enquanto os ricos ficam mais ricos, e os processos consagrados de ajuda externa e planejamento desenvolvimentista parecem incapazes de superar essa tendência. De fato, amiúde parecem fomentá-la, pois sempre é mais fácil ajudar os que podem ajudar-se a si mesmos do que os desamparados. Quase todos os chamados países em desenvolvimento têm um setor moderno onde os padrões de vida e trabalho são análogos aos dos países desenvolvidos, mas também têm um setor não moderno, correspondente à vasta maioria da população total, onde os padrões de vida e trabalho não são apenas profundamente insatisfatórios como também em processo de acelerada decadência.
Estou interessado aqui unicamente no problema de ajuda à população do setor não-moderno. Isso não implica a sugestão de que deveria ser interrompido o trabalho construtivo no setor moderno, e não pode haver dúvida de que ele continuará de qualquer maneira. Mas subentende a convicção de que todos os sucessos no setor moderno provavelmente serão ilusórios a menos que haja também um crescimento salutar - ou, pelo menos, uma situação salutar de estabilidade - entre os enormes números de pessoas cuja vida se caracteriza hoje não só pela mais terrível pobreza mas também pela desesperança.
A situação dos Pobres. Qual é a situação típica dos pobres na maioria dos chamados países em desenvolvimento? Suas oportunidades de emprego são tão restritas que não podem sair da miséria pelo trabalho. Estão subempregados ou totalmente desempregados, e quando encontram algum trabalho ocasional sua produtividade é excessivamente baixa. Alguns deles possuem terra, mas é quase sempre muito pouca. Muitos não têm terra nem perspectiva de adquiri-la. Não há esperança para eles nas áreas rurais e, por isso, deixam-se atrair pelas cidades grandes. Mas tampouco há trabalho para eles nas cidades grandes e, naturalmente, não há habitação. Mesmo assim, afluem em massa às cidades, porque as probabilidades de encontrar algum serviço parecem maiores do que nas aldeias, onde são nulas.
Pensa-se muitas vezes que o desemprego ostensivo e disfarçado das áreas rurais se deve inteiramente ao crescimento demográfico e, sem dúvida, esse é um fator contribuinte importante. Mas os que sustentam essa opinião ainda têm de explicar porque gente adicional não pode fazer serviço adicional. Diz-se que eles não podem trabalhar porque lhes falta "capital". Mas, o que é "capital"? É o produto do trabalho humano. A falta de capital pode explicar um baixo nível de produtividade mas não a falta de oportunidades de trabalho.
Perdura o fato, entretanto, de grandes números de pessoas não trabalharem ou só trabalharem intermitentemente, de serem, portanto, pobres e desamparadas, e, muitas vezes, bastante desesperadas para deixarem a aldeia em busca de algum gênero de existência na cidade grande. O desemprego rural produz a migração em massa para as cidades, redundando em uma taxa de crescimento urbano que sobrecarregaria os recursos até das mais ricas sociedades. O desemprego rural converte-se em desemprego urbano.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na década de 70, Geraldo Mendes, um estudioso seletivo e eclético. Inteligente, observador arguto, tinha cultura acima da média, residiu em nossa casa por um breve período. Mais tarde mudou-se para Sete Lagoas, MG, onde se graduou em Direito, foi para Cuiabá e... sumiu. Certamente comprou este livro. Consta na capa a assinatura Geraldo Mendes, janeiro de 79.


 

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