carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Que é o Liberalismo

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Que é o Liberalismo

Livro Ótimo - 1 comentário

  • Leram
    1
  • Vão ler
    0
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: Donald Stewart Júnior  

Editora: Instituto Liberal

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 118

Ano de edição: 1988

Peso: 150 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Ótimo
Marcio Mafra
16/02/2003 às 13:03
Brasília - DF

O livro é bom. O tema é árido e sobretudo não é popular, no Brasil. A narrativa lembra palestra sobre tema político, mas não é superficial. O Donald Stewart escreveu este livro didaticamente. Leitura muito boa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O liberalismo, na otica de um empresário, abordando:

1) O renascimento do pensamento liberal

2) Ação humana e economia

3) O que é o liberalismo

4) A situação brasileira.

5) Alguns casos concretos da realidade brasileira: previdencia compulsória, monopolio do petroleo, divida externa, concorrencias publicas, e investimentos e tarifas.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A acumulação de capital. Os defensores do socialismo e do intervencionismo, embora reconheçam a importância e a necessidade da poupança e da acumulação de capital como instrumento essencial para promover o desenvolvimento econômico, condenam a utilização que é dada ao capital acumulado quando sujeita apenas às forças do mercado. Deixada ao sabor do mercado, alegam eles, a produção se orientaria na direção de fabricar produtos supérfluos e desnecessários, em vez de se orientar para as necessidades das massas. Seriam fabricadas as coisas que os capitalistas querem e não as que as massas precisam. Por outro lado, a influência das multinacionais acabaria mudando os hábitos genuinamente nacionais; o consumidor perderia a sua autenticidade e se transformaria num colonizado, do ponto de vista cultural. Em suma, mais um freguês para o McDonald's. Para evitar tudo isso, continuam esses ideólogos, é preciso ou socializar de vez o país, ou intervir a fim de "orientar" o investimento no sentido dos verdadeiros interesses nacionais. Com esse objetivo, criam-se mecanismos de controle de forma a que a poupança voluntária nacional seja canalizada para os setores considerados mais importantes; como a poupança voluntária não é suficiente para todos os projetos imaginados, obriga-se a comunidade a fazer uma poupança compulsória (previdência, fundo de garantia, empréstimo compulsório etc.). Na realidade, o que esses adeptos da intervenção estão dizendo é que as massas não são capazes de identificar os seus interesses, sendo portanto necessário obrigá-las a entregar compulsoriamente parte substancial de seus salários para que os doutos teóricos lhes dêem uma melhor destinação. Assim, por exemplo, um pobre trabalhador que luta pela sobrevivência, sua e de seus filhos, é obrigado a "poupar" mais de 30% do seu salário em INPS, em FGTS, em compulsório dos combustíveis, quando certamente poderia utilizar esses recursos para satisfazer necessidades muito mais imediatas. Lamentavelmente, via de regra, esses recursos compulsoriamente arrecadados não são bem utilizados. No caso do INPS, por exemplo, a maior parte dos contribuintes não chega a se aposentar - morre antes - e os recursos são usados para a aposentadoria dos mais ricos ou nas fraudes, que são de conhecimento publico. O FGTS foi dilapidado pelo BNH; o empréstimo compulsório foi usado para cobrir o déficit público. É lastimável que esses recursos, tão necessários à subsistência dos mais carentes, sejam dilapidados tão irresponsavelmente. Quando a poupança compulsória e voluntária é utilizada para realizar os investimentos determinados pelo Estado, e não pelo mercado, o que se vê são a Ferrovia do Aço ( que ainda não foi concluída e já se começou a Norte-Sul),a Açominas (que jamais produzirá o suficiente para dar retorno ao investimento). Mesmo investimento úteis, como os feitos para geração de energia elétrica, custam o dobro do necessário elo Estado. Prevalecem o clientelismo e o nepotismo. Por outro lado, a alocação de recursos feita pelo mercado obriga a que sejam produzidos, de forma cada vez melhor e mais barata, os bens e serviços desejados pelas massas, pois só assim se viabilizam os grandes investimentos que são capazes de permitir uma sensível economia de escala. Antes do advento do capitalismo, só se produzia para as elites. Os defensores do intervencionismo parecem não perceber que, ao condenarem o mercado por eventualmente não produzir o que consideram melhor para as massas, acabam criando um aparato estatal que desperdiça a poupança voluntária e compulsória. Ou seja, o "sacrifício" de poupar foi feito; as vantagens que deveriam advir desse "sacrifício" não chegam a existir. O processamento de informações através do mercado permite identificar melhor, mais rápida e mais diretamente os desejos das massas; quem paga pelo desperdício ou pelo investimento mal feito. é o próprio empresário capitalista. No regime intervencionista, são os detentores do poder que se arrogam o direito de determinar quais os desejos das massas; o desperdício, a corrupção, o investimento faraônico e desnecessário são pagos pelo próprio povo.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ganhei este livro, como brinde, num dos eventos patrocinados pelo Conjunto Nacional Brasília, onde tínhamos a loja Perfumaria Lord. O livro é de autoria do Donald Stewart, fundador da Ecisa, a empresa que construiu o shopping.


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2021
Todos os direitos reservados.