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Saraminda

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Saraminda

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: José Sarney  

Editora: Siciliano

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 245

Ano de edição: 2000

Peso: 300 g

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Ruim
Marcio Mafra
05/04/2003 às 16:57
Brasília - DF

Este é mais um livro que é editado logo após um grande sucesso de autor. Nenhum leitor jamais conseguiu saber claramente, se o fato é uma artimanha do editor, uma enganação do autor ou uma tola crendice do leitor. Afinal o incauto (leitor) devia saber que ninguém faz duas obras-primas como quem faz sanduíche Mac Donald: sempre iguais. Assim, o Dr. José Sarney, bom de papo, de política e de poder escreveu um espetacular e insuperável livro, verdadeira obra-prima, sem precedente na literatura brasileira: O Dono do Mar. Já o "Saraminda" é mesmo bem ruinzinho. A historia da Saraminda é uma grande bobagem, chata e cansativa. O final da história é ridículo Mas os puxa sacos de plantão dizem o contrário, por óbvios motivos, ainda mais que o Sarney acaba de ser eleito Presidente do Senado Federal, para o período 2003/2005. Depois que o autor foi o Presidente da Republica, de 1985 a 1990, ele já havia sido Presidente do Senado no período de 1995 à 1997. Em sua longa, rica e invejada carreira política, o autor se elegeu Senador pelo Amapá, pertinho de onde se passa o romance Saraminda, a antiga Guiana Francesa. Uma forma de alisar o ego de seus eleitores daquela lonjura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História de amor, paixão e loucura de saraminda, num garimpo de ouro, na Guiana Francesa.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Compadre Clément, só depois comecei a montar as coisas e conhecer o caminho do sofrimento. Eu, Cleto Bonfim, fiquei prisioneiro dessa paixão, uma cadeia sem limites. O francês trouxe o vestido, mas ela não queria vestir. Ficou fascinada de ver e tocar. Tirava da caixa, olhava, cheirava e suspirava, como se encontrasse um perfume mágico, e tornava a cheirar e me obrigava a cheirá-lo. Depois se deitava e fazia como fez com o vestido de noiva, botava na rede, aó lado dela, e o vestido era de uma cor rosa que contrastava com sua cor escura, e achei que tinha um jeito de usado, mas era bonito. Depois vi o tamanho e me pareceu ser maior que Saraminda. Mas ela não via nada, não estava atenta aos defeitos. Para ela era o fascínio de um vestido de Paris, presente que ela julgava de Kemper e não da Equatoriale, pois ela não atinava o que era a Société. Tudo isso eu sehti quando ela me disse: Esse moço de olhos azuis veio da França para me trazer esse vestido, sem me conhecer. Quem disse para ele que eu estava aqui? Saraminda, esse homem é o portador da empresa que compra e vende meu ouro e viaja por ordem dela. Eles querem me agradar e, para me agradar, têm que começar por você. Ele trouxe, também, uma caleça que mandei buscar para você. Meu Deus, Cleto Bonfim, você me deu um carro para andar? Sim, Saraminda, está desembarcado no porto do Firmino, esperando transporte para cá. E aqui não tem caminhos para ele, é preciso abri-los. Como é caleça, Bonfim? É um coche de duas rodas, com uma coberta de lona, bancos de couro, para ser puxado por dois cavalos... Eu vou ter um carro com dois cavalos? Vai, Saraminda, com portas bordadas de ouro, com as rodas douradas. E como vai passar nestes caminhos? Vou mandar abrir uma estrada só para você, ninguém nela vai andar, sai de nossa casa até meu barracão. Você vai e volta, de sombrinha e vestida com essa roupa de Paris. - É mentira, Cleto, não chegou caleça. Chegou um cabriolé, coisa já fora de uso que eles remeteram para enganar você. Eles sabiam que aqui no Laurent não tinha caminho para carros puxados por cavalos. Mais do que coche, landau eu mandei buscar para Caiena, e todo mundo até hoje ouve seu trote nas ruas, puxado por uma parelha de cavalos brancos, e o povo de Caiena ia para a porta vê-lo, batia palmas e dizia: Viva Clément e o progresso de Caiena. "Mas eu mandei também trazer uma cadeira de trono para ela. Veio com o carro, e o francês não sabia. Mandei vir tudo que uma dama de sociedade tinha em Paris. Eu queria que ela fosse deusa. Eu gostava muito da chamada liteira de Saraminda. Uma casinha com duas janelas, uma de cada lado, com cortinas, e dentro almofadas de veludo vermelho e franjas amarelas. Estava montada em dois caibros dourados com alcochoados nas pontas, para dar conforto aos dois homens, um na frente e outro atrás, carregando o palanquim. E eu, Cleto Bonfim, mandei buscar um ourives e mandei gravar em ouro, do lado de fora, o nome Saraminda dos dois lados. Eu fiz isso e ela não ficou satisfeita e me pediu para mandar gravar embaixo Amor de Ouro. E eu perguntei: Por que amor de ouro? E ela simplesmente, com aquela voz, me respondeu: Sou eu. E me pediu: Me beija, Bonfim. E eu beijei


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Gustavo me presenteou em março de 2003.


 

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